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Walter Longo e Flavio Tavares discutem o futuro da comunicação nas empresas em evento online inédito

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“Como manter sua marca cada vez mais engajada, relevante e se tornar autoridade no seu nicho de mercado na Era da ‘Infoxicação’?” A resposta a esta pergunta deu origem ao Evento Insights do Futuro, discussão Online e Gratuita que acontece no próximo dia 13/04, às 19h, e reúne 12 convidados C-Levels de comunicação, inovação, empreendedorismo e mercado digital.

Idealizado pelo publicitário Walter Longo, sócio da consultoria Unimark/Longo, e por Flavio Tavares, CEO da Upper e fundador do Welcome Tomorrow, Insights do Futuro irá traçar um panorama atual da comunicação no mercado e nos negócios, além de mostrar o caminho das pedras para se ter um olhar sempre à frente, quando o assunto for comunicação para as marcas.

Com o objetivo de estimular debates mais profundos sobre o assunto, Insights do Futuro terá 3 horas de duração e abordará temas como a Nova Fase da Comunicação no Mercado, o Segredo das Empresas Relevantes, o Futuro do Mercado Digital, e a importância da união entre Ensino e Marketing para o crescimento exponencial das empresas.

Walter Longo

Segundo Walter Longo, “vivemos na Era da ‘Infoxicação’, uma enxurrada de informações contra a qual é difícil lutar, mas é possível evitar que isso aconteça com as marcas. E a solução para o futuro saudável das empresas está no processo mais antigo da humanidade: a Educação”.

Flavio Tavares

Entre os convidados para essa relevante discussão estão nomes como a jornalista Ana Paula Padrão, Eduardo Simon – CEP da DPZ, Humberto Farias – CEO da FanHero, Carlos Alberto Júlio – CEO da Digital House, e Hugo Rodrigues – CEO da WMCcann.

A transmissão é gratuita para todos que se inscreverem no site do evento.

Evento: “Insights do Futuro”

Data: 13 de abril de 2021 (terça-feira)

Horário: 19h

Transmissão online e gratuita

Inscrições: insightsdofuturo.com.br

 

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Startup lança CRM de vendas no WhatsApp

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Rafael Wisch é CEO da G Digital

Já imaginou criar campanhas de vendas e ter o WhatsApp como principal canal de comunicação com o lead? O app mais presente no dia a dia das pessoas pode estar mais próximo para qualquer marca que deseja utilizá-lo em suas ações comerciais. Essa é a proposta da G Digital, startup de desenvolvimento de softwares para marketing e vendas, que acaba de lançar o “GWhats”.

O GWhats é um CRM integrado ao WhatsApp que, em um clique, possibilita o acesso a informações para encaminhar o contato do app para um fluxo de marketing, como funil de vendas ou sistemas externos, e obter dados para uma gestão comercial mais assertiva. “O GWhats funciona exatamente como o WhatsApp. Nosso time basicamente estendeu as funções dele de modo que o usuário possa ter facilitadores e KPIs que trarão mais assertividade para o time de vendas”, explica o CEO da G Digital, Rafael Wisch.

Segundo Wisch, entre os principais diferenciais da ferramenta está em poder agendar mensagens, de modo que o vendedor não perca o lead de vista ou esqueça de responder, adicionar uma tag, inserir um pipeline, além de realizar follow-ups.

“Todas essas informações vão para um CRM, onde o vendedor consegue acompanhar seus leads e o gestor tem informações precisas e KPIs. Desta forma, é possível saber quais vendedores performam melhor e qual está travando uma venda, por exemplo, gerando relatórios que mostrem o que está aumentando as vendas e, consequentemente, ajudar nas tomadas de decisões”, comenta

Atualmente, os empreendedores desenvolvem a maior parte das vendas por meio do Whatsapp, e a plataforma pode facilitar a produtividade de um negócio.

“O GWhats é uma iniciativa para democratizar o CRM –  que é a gestão de relacionamento com o cliente. Quando falamos deste processo, os empresários se assustam, pensam que é apenas para grandes empresas. Mas, com um clique, pode-se acessar o CRM, ter as informações sobre o contato do cliente, avançar o contato em um fluxo, e ter uma melhor gestão”, comenta Wisch.

A ferramenta também está adequada a LGPD, de modo que o usuário pode decidir não receber mais contatos da empresa e solicitar exclusão.

Como funciona 

O CRM da ferramenta utiliza dois indicadores: tags – algo que facilita a busca e registro das informações – e Lead Scoring – sistema que processa a pontuação com base no perfil.  Ao integrar os contatos, por exemplo, as empresas podem acessar os dados da venda. Além disso, o recurso oferece a possibilidade de agendamento de mensagens, automação de emails, rastreamento do percurso do cliente até chegar ao aplicativo, acelerador de áudio e permite a integração de um chat de Whatsapp ao site da empresa.

“Nosso propósito é dar mais produtividade para a venda humanizada, e não criar algo robotizado. Ressaltamos que não infringimos termos do WhatsApp e trabalhamos de maneira segura para o usuário. Com o recurso, as empresas podem notar “mais menos” tempo com ferramentas e planilhas, mais indicadores e, tudo isso, integrado ao WhatsApp”, explica Rafael

“Com mais informações, a empresa pode saber da produtividade da equipe e acompanhar com melhor eficiência o crescimento. Na ferramenta, estamos aumentando as integrações e inserindo uma ferramenta de proposta e pagamento. Esperamos um crescimento expressivo para 2021”, finaliza o CEO.

Mais informações podem ser obtidas no www.gdigital.com.br

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Empreendedorismo: como lidar com essa jornada?

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O empreendedorismo está cada vez mais em alta e os motivos para isso vão além dos momentos de crise ou instabilidade econômica. Desde a globalização e com todas as facilidades que a internet trouxe, as novas gerações também estão optando cada vez mais por investimentos em negócios próprios. Atualmente, são mais de 53 milhões de brasileiros empreendedores (segundo dados da GEM – Global Entrepreneurship Monitor) e, somente em 2020, o país fechou o ano com o maior número de empreendedores de sua história, com 13,23% a mais do que a quantidade de negócios próprios registrada no início do ano.

E com tanta gente empreendendo, é comum que as pessoas que não estão contentes com os seus trabalhos ou que queiram mudar, de alguma maneira, seus estilos de vida, decidam se atirar de cabeça no empreendedorismo. Mas será que é tão fácil assim? Lidar com a expectativa e a realidade de ter um negócio próprio, muitas vezes, pode gerar frustração, ansiedade e até depressão. Por isso, o psicólogo Wanderley Cintra Jr., especializado em avaliação de desempenho e comportamento de pessoas em gestão e liderança, traz algumas dicas de como lidar com o empreendedorismo.

Segundo ele, em primeiro lugar, é necessário se planejar de maneira realista. “Quando as pessoas romantizam demais o processo de empreender, elas não esperam por dificuldades ou acham que essas dificuldades vão ser mais simples do que o planejado inicialmente. E isso pode gerar uma frustração muito grande”, diz.

“O empreendedorismo é um jogo de expectativas. Então antes de qualquer coisa, é importante fazer um planejamento otimista, outro realista e um pessimista. Traçar vários cenários e saber das condições que podem te levar a cada um desses caminhos pode ajudar no decorrer do processo e, principalmente, na hora de lidar com as emoções e situações caso elas não saiam da melhor maneira possível”, explica Wanderley.

Além disso, é importante ressaltar que existem diversos tipos de personalidades e cada um pode reagir de maneiras diferentes quando as situações não saem como o planejado. “Quem é mais adaptável, geralmente, tem mais facilidade para lidar com as mudanças no meio do caminho. E isso pode gerar uma vantagem competitiva grande, pois, geralmente, esses perfis conseguem reverter a situação e persistir. Já para as pessoas que possuem mais dificuldade de adaptação ou resiliência, situações negativas no empreendedorismo podem gerar grandes frustrações. Neste caso, indicamos que a pessoa tente treinar esse lado dela e tente ser menos rígida ao empreender, pois mudanças quase sempre são necessárias ao longo do caminho”, afirma.

O psicólogo ainda ressalta sobre a importância de ter foco. “É necessário focar, principalmente, naquilo que você sabe fazer muito bem. Muitas vezes, o empreendedor iniciante precisa lidar com muitas atividades na empresa, como contabilidade, administração, logística, produção e vendas, por exemplo. E é muito difícil conseguir ser bom em tudo isso ao mesmo tempo. Então a dica é focar naquilo que você faz de melhor e dedicar mais tempo para isso. Desta forma, emocionalmente, você vai se sentir mais satisfeito e vai evitar a frustração de achar que você não está sendo competente no negócio”, diz.

Wanderley ainda explica que, na inteligência emocional, saber identificar aquilo em que você é bom e focar nisso é chamado de ‘assumir a sua personalidade’. E essa é uma dica importante no empreendedorismo: pegar algo que você sabe fazer bem, levar para o mercado e se desenvolver. “Deve-se sempre buscar melhorar aquilo em que você já é bom e não focar em coisas que você ainda precisa se desenvolver. Fazer essa autoanálise e avaliar também como você está lidando com a situação. Saber lidar com as expectativas é uma habilidade importante para quem está querendo desenvolver mais inteligência emocional”, ressalta o psicólogo.

Para quem já empreende e já lidou com muitos erros no passado, mas quer evitá-los no futuro, Wanderley alerta para que se faça a seguinte análise:

  • Qual é o fato?
  • Quais são as possíveis causas?
  • Quais ações podem ser colocadas em prática para mudar essa realidade?

Segundo ele, a nossa personalidade funciona de modo repetido. É comum as pessoas repetirem muitos movimentos ao longo da vida, o que faz com que os erros também se repitam. “Por isso indicamos olhar, com atenção, para a causa e ação. E depois analisar se você costuma aumentar a frequência ou a intensidade dessas ações para solucionar o problema. Ou seja: a principal questão é racionalizar o processo, pois, empreender, muitas vezes, começa com uma paixão, mas para a sustentação do negócio, é necessária muita racionalidade para que o processo não fuja do seu controle emocional e você possa evitar erros do passado”, explica.

Já para empreendedores que estão precisando lidar com a gestão de pessoas, a primeira dica é contratar funcionários sem pressa. “Evite fazer escolhas em momentos de desespero ou por ser a opção ‘mais fácil’. Além disso, também é indicado buscar perfis que sejam diferentes de você e que tragam mais diversidade ao time. Assim, as chances de fazer escolhas melhores na contratação de pessoas, aumenta”, conta.

“Depois de feita a escolha, é necessário alinhar as expectativas: o que você espera do funcionário e o que ele espera da empresa? Essa avaliação, muitas vezes, não é feita em empresas pequenas, mas alinhar as expectativas, contar sobre como a companhia foi constituída e deixar clara qual a cultura do ambiente, podem ser aliados para que a relação entre empresa e colaborador dê certo. Além disso, ter a consciência de que essa pessoa já pode ter passado por diversos empregos e culturas empresariais e saber que será necessário adaptá-la ao seu negócio também é muito importante”, ressalta Wanderley.

Necessidade do mercado x Resiliência

Para que um novo negócio tenha mais chances de sucesso, é importante que seja um produto ou serviço que tenha desejabilidade do mercado. Ou seja: nem sempre o erro está nas atitudes do empreendedor. Por mais que a pessoa faça tudo da maneira certa e tenha persistência máxima no negócio, caso o serviço oferecido não seja desejado pelo consumidor, o negócio poderá não ter futuro.

Desta forma, Wanderley ressalta sobre a importância de avaliar o mercado e saber se o que será oferecido tem espaço para conquistar seu público-alvo. “Durante a pandemia, por exemplo, muitas coisas mudaram. Hoje em dia, poucas pessoas estão viajando. Mas muitas estão em casa e estão aproveitando esse período para cuidar da casa. E esse foi um segmento que cresceu neste último ano. Então saber olhar para o que está acontecendo, entender como o mercado funciona e, caso necessário, readequar os negócios, é imprescindível”, explica.

Mas além disso, o psicólogo também reforça que depois de feita essa análise de mercado, entra a questão da resiliência e persistência, já que nem sempre os resultados aparecem de maneira rápida. “Muitos negócios de sucesso e grandes empresas levaram anos para apresentarem resultados. E as principais atitudes em comum entre seus fundadores foram a resiliência e persistência. Outro ponto importante também é fazer um aprimoramento constante dos seus conhecimentos e habilidades, pois o mundo muda tudo muito rápido e, quem não se atualizar, consequentemente, ficará para trás em um mercado tão competitivo”, diz Wanderley.

“Ficar de olho em promessas tentadoras, como anúncios na internet para vendas mais rápidas, por exemplo, também é um ponto crucial. Na internet, principalmente, se propaga muito a facilidade do empreendedorismo, mas, na realidade, não é sempre assim. Então estar atento a ofertas ‘milagrosas’ e ter o discernimento de saber o que é real ou fantasioso é essencial para quem empreende”, finaliza.

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Conheça os contratos digitais e a sua validação jurídica

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Desde a simples contratação de produtos nos e-commerces, até acordos de prestação de serviços, os contratos digitais ganham cada vez mais destaque nos dias de hoje.

A utilização desta forma de contratação decorreu-se de inúmeros fatos, dentre eles a facilidade de acesso e a agilidade em contratar, isso sem falar na ausência de burocracia e custos.

Bruno Faigle

Como explica o advogado Bruno Faigle, “Tanto o código civil quanto o Código de Defesa do Consumidor, legislações pertinentes sobre o assunto, não preveem regras específicas sobre os contratos eletrônicos, porém, os referidos diplomas legais trazem em seu bojo, diversos princípios do negócio jurídico, destacando, dentre os demais, o princípio da boa-fé, cuja dimensão contempla três dimensões: I) Critério de interpretação do negócio jurídico; II) Limitador, pois restringe a autonomia privada; e III) Dever de conduta dos contratantes”.

Mas como garantir a integridade dos contratos firmados eletronicamente?

Os contratos digitais têm plena validade jurídica, desde que respeitem as características de todo contrato, quais sejam: agente capaz, objeto lícito, possível, determinado ou indeterminável (art. 104, CC).

Respeitado os requisitos do negócio jurídico há uma segunda problemática, qual seja, como dar validade à formalização do contrato eletrônico, ou seja, como garantir que a assinatura da minuta é válida? “Conforme disposto na MP 2.200-2\01, em seu art. 10, os documentos assinados digitalmente pela forma disponibilizada pela ICP-Brasil, presumem-se verdadeiros em relação ao signatário”, apresenta Bruno.

Inclusive, a presente discussão foi tema de recente em julgamento perante a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça no Recurso Especial nº 1.495.920, o qual o Ministro relator Dr. Paulo de Tarso Severino, autorizou que a parte autora da demanda executasse dívida, equiparando a mesma validade do acordo pessoal (no papel) ao acordo eletrônico.

O supracitado ministro asseverou que “a legislação processual requer a existência de, apenas, um documento hábil para que os títulos executivos sejam reconhecidos, logo, o contrato eletrônico se enquadra nesse conceito, uma vez que gera, através de assinatura digital válida, autenticidade e veracidade”.

E ainda, “Chamo a atenção, para o fato de que a assinatura eletrônica não é assinatura digital. Saliento que a última trata de um tipo de assinatura eletrônica, a qual utiliza recursos de criptografia associando o documento ao usuário. Ainda, a assinatura digital necessita de um certificado digital emitido por autoridade associada à ICP-Brasil”, demonstra o advogado.

O segundo destaque é que a assinatura eletrônica, mesmo sem possuir o rigor legal da assinatura digital, é capaz de gerar validade ao negócio jurídico firmado eletronicamente, pois, conforme decisão do Min. Dr. Paulo de Tarso Severino, essa assinatura gera autenticidade e veracidade aos documentos assinados, uma vez que as plataformas de assinatura eletrônica utilizam diversos mecanismos de autenticação, tais como, registro do endereço de IP, vinculação ao e-mail do signatário, informações pessoais do usuário etc.

Ainda, “Tal situação é reconhecida no parágrafo 2º do artigo 10 da medida provisória 2.200-2/013. Desta forma, temos que os contratos firmados de forma eletrônica, seja por assinatura eletrônica ou assinatura digital, geram eficácia plena aos contratos firmados de forma virtual” finaliza.

Bruno Faigle

Advogado Senior

Lima & Vilani Advogados Associados

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