WhatsApp aparece em 37% das ações analisadas sobre assédio eleitoral; como gestores podem prevenir riscos para empresas?
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Gilson de Souza Silva, sócio da área trabalhista do CNF Advogados, está disponível para explicar os cuidados com mensagens, palavras e abordagens políticas no ambiente profissional.

Dados divulgados pelo TST e pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho em 28 de setembro mostram que o WhatsApp foi citado como instrumento de assédio eleitoral em 37% dos 138 processos analisados. O levantamento traz um alerta para empresas sobre a comunicação de gestores com suas equipes, inclusive em grupos de mensagens.

Gilson de Souza Silva pode explicar quando uma manifestação política pode configurar pressão sobre empregados e quais medidas ajudam a prevenir conflitos e reduzir a exposição a ações trabalhistas.

Como serviço para gestores e profissionais de RH, a entrevista pode oferecer orientações sobre:

– Mensagens, palavras e temas a evitar: referências que associem o resultado eleitoral à manutenção de empregos, salários ou benefícios; pedidos de voto; cobranças sobre a escolha do empregado; e convites políticos que possam ser percebidos como ordens.

– Cuidados nos grupos de trabalho: como lidar com propaganda eleitoral, encaminhamento de conteúdos políticos e abordagens de superiores, distinguindo opinião pessoal de pressão decorrente da hierarquia.

– Prevenção e resposta a denúncias: como orientar lideranças, estabelecer regras de comunicação e agir diante de relatos de constrangimento.

A proposta é oferecer um roteiro prático para que gestores conduzam suas equipes durante o período eleitoral com respeito à liberdade de voto e atenção aos riscos jurídicos para a empresa.

Fonte: Gilson de Souza Silva, sócio da área trabalhista do CNF Advogados.

Referência: “Pesquisa do TST sobre assédio eleitoral e WhatsApp” (https://www.tst.jus.br/-/whatsapp-e-citado-como-meio-de-assedio-eleitoral-em-37-das-acoes-na-justica-do-trabalho).

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