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Por André Prevedel, Chief Technology Officer da Neo

A pandemia da Covid-19 impactou de forma crítica a rotina dos brasileiros, especialmente no aspecto profissional. Em todo o país, empresas tiveram que fechar as portas por alguns dias ou implantar o home office como alternativa para não suspenderem completamente suas atividades. Muita gente ainda sente os efeitos do coronavírus, tanto pelo isolamento social em virtude da quarentena, como pela queda nas negociações e vendas e a consequente desaceleração do mercado.

Com a Neo não foi diferente. Tivemos que nos adaptar e, de certa maneira, até nos reinventar para uma efetiva gestão dos nossos negócios. Quase um ano após o momento mais crítico, podemos refletir com calma sobre nossas ações e extrair delas três importantes lições que resultaram de nossa estratégia.

Primeiro, a Neo prezou por uma estrutura flexível. Em nosso entendimento, a flexibilidade facilitou o processo de reinvenção frente às situações que poderiam estar fora do nosso controle. De modo geral, negócios com estruturas flexíveis tendem a lidar melhor com situações de crise por meio da adaptação de processos. Partindo dessa premissa, conseguimos dar continuidade às nossas atividades, mesmo em condições desafiadoras. Como exemplo, cito os incansáveis esforços para colocar os colaboradores em home office, proporcionando segurança às equipes e comodidade aos clientes, que não tiveram suas operações interrompidas. O uso sábio da tecnologia, nesse contexto, fez e ainda faz toda a diferença.

Como segunda lição, destaco a agilidade do nosso corpo diretivo, que prontamente estabeleceu um planejamento para guiarmos de forma assertiva as nossas ações. E, também, a visão dos nossos gestores, que souberam se posicionar com muita assertividade. Dessa forma, conseguimos traçar metas, definir quais os caminhos a serem tomados para chegarmos aos objetivos determinados e, principalmente, estabelecer planos de contingência. Se muitos negócios quebram ou fecham suas  portas por falta de planejamento em condições “normais”, imagine como a pandemia atingiu (aí, em proporções bem maiores) as empresas que tentaram prosseguir sem um direcionamento muito bem estruturado?

Por fim, cito como terceira lição um conceito que não é propriamente novo para quem lida com administração de empresas, mas que ganhou relevância em dobro no contexto pandêmico: adaptação é questão de sobrevivência. Incontestavelmente, as empresas que estão lidando e ainda vão lidar melhor com os efeitos da pandemia são aquelas que tiveram desenvoltura para uma rápida adaptação. E aproveito para deixar uma mensagem de otimismo e uma reflexão: aproveite este momento tão único para adquirir novos conhecimentos, repense suas estratégias de continuidade de processos e considere desbravar mercados até então não considerados. Assim, você terá mais chances de manter as engrenagens girando e conseguirá superar os próximos desafios que ainda estão por vir. É nisso que eu acredito.

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