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Saúde

Novo tratamento que reduz significativamente a progressão do mieloma múltiplo é aprovado pela Anvisa¹

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acaba de aprovar Sarclisa®, nome comercial da molécula isatuximabe, em combinação com pomalidomida e dexametasona, para o tratamento de pacientes adultos com mieloma múltiplo (MM) recidivante e refratário, que receberam pelo menos duas terapias anteriores, incluindo lenalidomida e um inibidor de proteassoma, e demonstraram progressão da doença na última terapia.

O mieloma múltiplo é um tipo raro de câncer no sangue que acomete aproximadamente 750 mil pessoas ao redor do mundo2. Nos Estados Unidos, cerca de 32 mil pessoas foram diagnosticadas em 2020, sendo que a doença é responsável por aproximadamente 1,8% de todos os novos diagnósticos de câncer, o que torna o mieloma múltiplo a segunda enfermidade hematológica mais comum2.

“Estamos trazendo um novo tratamento para os pacientes brasileiros com mieloma múltiplo que precisam de outras opções eficazes para tratamento de sua doença”, explica a diretora médica de oncologia e imunologia da Sanofi Genzyme, Suely Goldflus. À medida que os pacientes com mieloma múltiplo apresentam recidiva da doença ou se mostram refratários à terapia atual, se tornam mais difíceis de tratar com prognósticos cada vez piores.

A aprovação de Sarclisa® pela Anvisa foi baseada em estudo clínico multicêntrico, multinacional, randomizado e aberto que avaliou mais de 300 pacientes e demonstrou a segurança e eficácia do medicamento1. Entre os resultados do estudo, destaca-se a sobrevida livre de progressão da doença de aproximadamente um ano para os pacientes que já haviam falhado em duas terapias anteriores1.

Sarclisa® é um anticorpo monoclonal com potencial de gerar resposta imune e desencadear mecanismos de ação que levam a morte das células tumorais3-7.

O medicamento faz parte do portfólio da Sanofi Genzyme, unidade de negócios da Sanofi focada em soluções para doenças de alta complexidade, entre elas, oncologia e hematologia. Esta é a primeira indicação aprovada para Sarclisa não só no Brasil pela ANVISA como pelo FDA, EMA8.9. Estudos clínicos estão em andamento para indicações em outras linhas de tratamento do MMRR e outras patologias.

Sobre a Sanofi Genzyme

A inovação para a ciência é um dos pilares da Sanofi Genzyme, a unidade de negócios global de doenças de alta complexidade da Sanofi, focada em cinco áreas: doenças raras, esclerose múltipla, oncologia, imunologia e doenças raras do sangue.

Dedicada a transformar os novos conhecimentos científicos em soluções para os desafios de saúde, com tratamentos para doenças normalmente difíceis de diagnosticar e caracterizadas como necessidades médicas não atendidas, a Sanofi Genzyme foi a primeira a desenvolver terapia de reposição enzimática para doenças de armazenamento lisossômico (LSDs).

Fundada como Genzyme em Boston (Estados Unidos) em 1981, rapidamente cresceu para se tornar uma das principais empresas de biotecnologia do mundo. A Genzyme tornou-se parte da Sanofi em 2011.

Sobre a Sanofi

A Sanofi se dedica a apoiar as pessoas ao longo de seus desafios de saúde. Somos uma companhia biofarmacêutica global com foco em saúde humana. Prevenimos doenças por meio de nossas vacinas e proporcionamos tratamentos inovadores para combater dor e aliviar sofrimento. Nós estamos ao lado dos poucos que convivem com doenças raras e dos milhões que lidam com doenças crônicas. Com mais de 100 mil pessoas em 100 países, a Sanofi está transformando inovação científica em soluções de cuidados com a saúde em todo o mundo.

Sanofi, Empowering Life, uma aliada na jornada de saúde das pessoas.

Este material é dirigido exclusivamente à imprensa especializada como fonte de informação. Recomenda-se que o conteúdo não seja reproduzido integralmente. As informações veiculadas neste documento têm caráter apenas informativo e não podem substituir, em qualquer hipótese, as recomendações do médico ou farmacêutico nem servir de subsídio para efetuar um diagnóstico médico ou estimular a automedicação. O médico é o único profissional competente para prescrever o melhor tratamento para o seu paciente.

 

Referências

  1. Attal M, Richardson PG, Rajkumar SV, et al; on behalf of the ICARIA-MM study group. Isatuximab plus pomalidomide and low-dose dexamethasone versus pomalidomide and low-dose dexamethasone in patients with relapsed and refractory multiple myeloma (ICARIA- MM): a randomised, multicentre, open-label, phase 3 study. Lancet. 2019;394(10214)(suppl):2096-2107.
  2. American Cancer Society. What is multiple myeloma. https://www.cancer.org/cancer/multiplemyeloma/about/what-is-multiple-myeloma.html. Revised February 28, 2018. Accessed January 16, 2020.
  3. Lin P, et al. Flow Cytometric Immunophenotypic Analysis of 306 cases of multiple myeloma. Am J Clin Pathol 2004;121:482–8.
  4. van de Donk NWCJ, et al. Monoclonal antibodies targeting CD38 in hematological malignancies and beyond. Immunol Rev 2016;270:95–112.
  5. Costa F, et al. CD38 A Target for Immunotherapeutic Approaches in Multiple Myeloma. Oncotarget 2017;8:56598–611.
  6. Deckert J, et al. Mechanism of Action of a New Anti CD38 Antibody Enhancing Myeloma Immunotherapy. Clin Cancer Res 2014;20:4574–83.
  7. Jiang H, et al. SAR650984 directly induces multiple myeloma cell death via lysosomal-associated and apoptotic pathways, which is further enhanced by pomalidomide. Leukemia 2016;30:399–408.
  8. EMA. Disponível em: https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/sarclisa. Acesso em: 25 de mar. de 2021.
  9. FDA Approves New Therapy for Patients with Previously Treated Multiple Myeloma. 2020. Disponível em: https://www.fda.gov/news-events/ press-announcements/fda-approves-new-therapy-patients-previously-treated-multiple-myeloma. Acesso em: 25 de mar. de 2021.

Saúde

Rio começa a vacinar hoje crianças e gestantes contra gripe

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O estado do Rio de Janeiro inicia hoje (19) a imunização de crianças, gestantes, puérperas e indígenas contra a gripe. A campanha começou na última quarta-feira (14), com a vacinação de profissionais que atuam em unidades de saúde. A previsão da Secretaria Estadual de Saúde é, até julho, imunizar 6,8 milhões de pessoas ou 90% dos grupos prioritários. A campanha é dividida em três etapas.

A segunda etapa, que se estende de 11 de maio a 8 de junho, focará em idosos com 60 anos ou mais e professores. Já a última etapa, de 9 de junho a 9 de julho, será voltada a pessoas com comorbidades e profissionais como caminhoneiros, rodoviários, profissionais de segurança etc.

Quem tomou a vacina contra a covid-19 precisa ficar atento ao intervalo entre as duas vacinas. Os imunizados com a CoronaVac podem tomar a vacina contra a gripe 15 dias depois da segunda dose. Já quem foi imunizado com a Oxford/AstraZeneca pode tomar a vacina contra gripe 15 dias depois da primeira dose.

Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

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Saúde

SP abre vacinação dos profissionais de saúde a partir de 47 anos

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Começa nesta segunda-feira (19) a vacinação do grupo prioritário formado por trabalhadores dos serviços da área de saúde com 47, 48 e 49 anos na capital paulista. O público-alvo é de cerca de 40 mil pessoas.

Trabalhadores dos serviços de saúde são todos aqueles que atuam em espaços e estabelecimentos de assistência e vigilância à saúde, sejam eles hospitais, clínicas, ambulatórios, laboratórios e outros locais. 

O grupo inclui os profissionais de saúde, com prioridade neste momento a médicos; enfermeiros/técnicos e auxiliares; nutricionistas; fisioterapeutas/ terapeutas ocupacionais; biólogos; biomédicos/técnicos de laboratório que façam coleta de RT-PCR SARS CoV2 e análise de amostra de covid-19; farmacêuticos/técnico de farmácia; odontólogos/ASB (auxiliar de saúde bucal) e TSB (técnico de saúde bucal; fonoaudiólogos; psicólogos; assistentes sociais; profissionais da educação física e médicos veterinários.

Toda a rede de vacinação da cidade – inclusive as 468 unidades básicas de Saúde (UBS) – está disponível aos públicos elegíveis da campanha, o que inclui pessoas de grupos prioritários anteriores que ainda não iniciaram ou completaram o esquema vacinal.

A Secretaria Municipal de Saúde alerta que, mesmo após a vacinação, as pessoas devem manter as regras de distanciamento social, o uso de máscaras e a lavagem constante das mãos. O uso de álcool em gel também segue indispensável.

A secretaria recomenda ainda que as pessoas busquem a vacina de maneira gradual, evitando aglomerações nos postos da capital e preenchendo o pré-cadastro no site Vacina Já, a fim de agilizar o tempo de atendimento para imunização.

Informações também podem ser obtidas acessando o link Vacina Sampa.

Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil

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Saúde

Brasil contabiliza 42.980 novos casos de covid-19

Redação

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Em 24 horas, houve 42.980 novos casos de covid-19 no Brasil. O número consta da atualização do Ministério da Saúde (MS) deste domingo (18). No balanço, foram confirmados 13.943.071 diagnósticos positivos desde o primeiro, em fevereiro de 2020. 

O número de mortes em decorrência da pandemia do novo coronavírus chegou a 373.335. De ontem para hoje, foram confirmados 1.657 novos óbitos.

Ainda há 3.660 mortes em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente. O número de pessoas recuperadas está em 12.391.599. Já o total de pacientes com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.178.137.

Dados

Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras pela menor quantidade de trabalhadores para fazer os novos registros de casos e mortes. Já às terças-feiras eles tendem a ser maiores porque neste dia o balanço recebe o acúmulo das informações não processadas no fim de semana.

Estados

O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (88.350), Rio de Janeiro (41.310), Minas Gerais (30.309), Rio Grande do Sul (23.192) e Paraná (20.349). Já as unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.418), Roraima (1.445), Amapá (1.467), Tocantins (2.374) e Sergipe (3.955).

 

Boletim epidemiologico  Covid-19  18.04.2021

Boletim epidemiologico Covid-19 18.04.2021 – Ministério da Saúde

 

Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil

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