Menos de 1% dos sites brasileiros contam com acessibilidade digital
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Quando o assunto é e-commerce, diversos fatores podem acelerar ou reduzir as  vendas e, consequentemente, a lucratividade de uma loja digital. Um dos fatores em que (ainda) nem todo mundo pensa é sobre quanto o e-commerce é um local acessível para todos.

Se lojas físicas, para receber todos de forma igual, precisam contar com rampas, elevadores, sanitários e provadores acessíveis, por exemplo, as lojas digitais também precisam estar preparadas para o mesmo fim.

Os sites devem obedecer a determinados parâmetros e regras estabelecidos internacionalmente, de acordo com as diretrizes do WCAG (World Content Accessibility Guidelines). Isso serve para que todas as pessoas tenham acesso ao conteúdo de um site e possam ter autonomia suficiente para compreender, navegar e comprar produtos ou serviços oferecidos no e-commerce.

Acessibilidade digital elimina barreiras

Existem diversos recursos digitais, direcionados a pessoas com deficiência visual, auditiva, e outros tipos de necessidades específicas, como forma de permitir, democratizar e facilitar o acesso.

Isso significa que se um negócio digital não cumprir os requisitos obrigatórios de acessibilidade digital, ele não consegue receber todas as pessoas.

Um e-commerce para todos

No Brasil, aproximadamente 25% da população brasileira, segundo dados do Governo Federal, possui algum grau de deficiência – o que significa quase 50 milhões de pessoas.

Através da acessibilidade digital, é possível trazer para o e-commerce novos consumidores. Pessoas que, até então, não compreendiam ou não conseguiam navegar dentro de um determinado espaço na web por não encontrarem meios de fazer isso.

“É preciso que a empresa esteja disposta a implementar soluções simples, que modifiquem a navegabilidade, tornando-a adaptável para quem está acessando o site. Menos de 1% dos sites do país são acessíveis para pessoas com limitações ou deficiências”, aponta Fellipe Guimarães, CEO da empresa de tecnologia Codeby.

“Como facilitar essa transformação? A empresa precisa buscar uma ferramenta automática de acessibilidade digital que se adeque ao seu negócio. Existem ferramentas como a israelense EqualWeb, que tem esse justamente esse objetivo e oferece uma ampla gama de funcionalidades, utilizando Inteligência Artificial. É a tecnologia a serviço da inclusão”, finaliza Fellipe.

Investir na acessibilidade digital pode gerar inúmeros benefícios para o e-commerce. Além de estar de fato aberto para todos, diversificando o público, um comércio digital acessível também melhora a visibilidade da marca, e entra em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e as normas internacionais.

centralrbn

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