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Saúde

DB Molecular é pioneiro ao incorporar exame para Covid-19 em seu painel de síndromes gripais desde julho

Um único exame permite identificar até 21 agentes causadores de doenças respiratórias. Recomendação de entidade internacional passará a valer a partir de dezembro

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DB Molecular é pioneiro ao incorporar exame para Covid-19 em seu painel de síndromes gripais desde julho

O laboratório DB Molecular, único exclusivamente de apoio do país, foi o pioneiro no Brasil a incorporar ao seu painel molecular de infeções respiratórias o exame de detecção do SARS-CoV-2, responsável pela Covid-19, desde julho deste ano. A tecnologia própria mapeia por meio de um único procedimento até 21 agentes causadores das infecções. A incorporação cumpre antecipadamente a determinação do Centers for Disease Control and Prevention (CDC), que passará a valer a partir de dezembro deste ano. O DB Molecular foi o primeiro laboratório do Brasil a estar em conformidade com as novas diretrizes, antes mesmo de terem sido publicadas. O órgão internacional orienta aos laboratórios a adoção do método integrado de detecção em todos os casos.

A metodologia confere vantagens, como um diagnóstico mais rápido e preciso, evitando a prescrição desnecessária de antibióticos e o uso correto de antivirais. É possível também obter a redução do tempo de internação e da necessidade de realização de testes laboratoriais, diminuindo os custos na manutenção da saúde, explica Nelson Gaburo, gerente geral do DB Molecular.

A identificação destes agentes, juntamente com o da Covid-19, em um único exame permite ao médico e ao paciente terem clareza sobre seu quadro clínico. “Essa identificação permite a intervenção clínica apropriada, com tratamento correto, principalmente para aqueles com complicações prévias, como asma, doença obstrutiva pulmonar e indivíduos imunossuprimidos”, explica Gaburo. A importância do diagnóstico se dá também pela alta frequência de infecção conjunta de agentes virais.

A Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) indica que as infecções respiratórias são a terceira causa de morte no mundo. Elas são causadas principalmente por vírus como, influenza, rhinovírus, parainfluenza, adenovírus, metapneumovírus, coronavírus e compartilham os mesmos sintomas. “Os principais são: febre, calafrios, dores de cabeça e no corpo, fraqueza, congestão das vias aéreas e perda de apetite. A similaridade pode causar confusão no momento do diagnóstico”, explica Nelson, que também é doutor em biologia molecular. Ainda segundo ele, com a pandemia, o surgimento de qualquer sintoma que remeta à Covid-19 deixa o indivíduo em alerta. “Pode ser que ele faça o teste comum, dê negativo para Covid-19 e fique sem saber qual é o real problema. O procedimento desenvolvido pelo DB Molecular extingue essa incerteza”, complementa.

Tais infecções causam doenças com grau variado de evolução, que vão de casos leves a graves, podendo ocasionar a hospitalização e até óbitos. Elas são responsáveis por grande parte das consultas médicas ambulatoriais, pela utilização dos serviços de emergência e pelas internações. E podem gerar complicações, como amigdalite, laringite, bronquite e pneumonia, que é a responsável pelo maior número de mortes e internações, segundo o SBPT.

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