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Após o título do Brasil Open de Polo Aquático pelo E.C. Pinheiros, o atacante Rafael Vergara confirmou sua ida ao Partizan, da Sérvia. O jogador que integra a seleção brasileira da modalidade é o sétimo ‘selecionável’ atuando na Europa. Os outros são: Slobodan Soro (Itália), João Pedro (Espanha), Gabriel Sojo (Montenegro), Gustavo ‘Grummy’ Guimarães (Espanha), Thomas Borges (França) e Weslley Dantas  (Servia).

Rafael Vergara, na sua chegada à Sérvia, jogou a Liga Adriática formada por times da Eslovênia, Croácia, Servia e Montenegro. Geralmente é uma liga, mas por conta da pandemia de coronavírus tiveram em uma semana cinco jogos, em que só se classificavam os primeiros. O time de Vergara venceu uma e perdeu quatro partidas na competição.

A Liga Sérvia volta após o pré-olímpico e o jogador, que já está no país à alguns meses, já acredita na sua evolução técnica. “Estou gostando muito daqui, a cultura do polo aquático é gigantesca, não consigo comparar com nenhum lugar, nem com Brasil, nem com Espanha. Aqui a população em si vive polo, acompanham o polo”.

Sobre as diferenças de treinos o atleta comenta: “Os treinos são muito fortes, muitas horas por dia, são três vezes por semana que chegam há seis horas de treino, o técnico é muito exigente, mas muito bom ao mesmo tempo, e o que percebo aqui é que eles trabalham tudo, natação, técnica, tática muito jogo, e por enquanto a população em geral é muito receptiva, no meu time todos falam inglês, isso deixa fácil a convivência”, disse Rafael Vergara.

O jogador começou na modalidade defendendo o E.C. Pinheiros em 2006, e passou além do clube paulista pelA Hebraica, Paineiras, e Barceloneta, na Espanha. No país europeu, ele jogou também no Sant Andreu entre 2016 a 2018. Foi destaque nas seleções de base e campeão da Copa UANA de 2019.

“O Vergara, recentemente contratado pelo Partizan, que já joga um polo aquático de excelente nível técnico certamente terá um ganho considerável em vários aspectos, inclusive psicológico ganhando a confiança necessária para jogos difíceis em torneios internacionais. Quanto mais cedo nossos atletas forem jogar na Europa, melhor será para a Seleção Brasileira”, comenta o Presidente da PAB, Alessandro Checcinatto.

“É fundamental para que polo aquático brasileiro aumente seu nível técnico ter jogadores brasileiros jogando em equipes estrangeiras tradicionais na modalidade. O atleta jogará um polo aquático mais técnico e rápido, e isso contribuirá para seu desenvolvimento”.

centralrbn

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