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Com origamis e post nas redes sociais, fãs torceram pelos atletas refugiados em Tóquio

Apesar da ausência do público nas arquibancadas japonesas, Equipe Olímpica de Refugiados recebeu uma onda de apoio durante a realização da Olimpíada de Tóquio 2020

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Com origamis e post nas redes sociais, fãs torceram pelos atletas refugiados em Tóquio
Takata Daiichi Middle School Alunos da escola Takata Daiichi de Rikuzen-Takata, Japão, posam para uma foto em grupo com uma mensagem de apoio à atleta da Equipe Olímpica Refugiada, Rose Nathike Lokonyen

Estudantes japoneses de uma cidade que foi devastada pelo tsunami de 2011 fizeram e enviaram 1.000 guindastes de origami, um símbolo tradicional de esperança e encorajamento da cultura japonesa, para a atleta Rose Nathike Lokonyen em uma das muitas manifestações de apoio à Equipe Olímpica de Refugiados durante os Jogos de Tóquio.

“Queríamos torcer por ela e, embora não conseguíssemos nos comunicar por linguagem, pensamos que, se fizéssemos 1.000 origamis de papel, nossos sentimentos a alcançariam”, disse Honomi, 14, estudante do terceiro ano da Takata Daiichi Middle Escola em Rikuzen-Takata, que está sendo reconstruída após o tsunami que ocorreu há 10 anos.

Rose, que disputou a prova dos 800 metros e foi uma das 29 atletas integrantes da Equipe Olímpica de Refugiados, visitou a escola em 2019, quando correu e se exercitou com os alunos. Ela também falou sobre sua vida como refugiada que fugiu da guerra no Sudão do Sul, seu país de origem, e sua vida no campo de refugiados de Kakuma, no Quênia.

“Ela parecia uma mulher forte”, disse Shion, 15.

Para algumas das crianças, essa foi a primeira vez em que aprenderam sobre a questão das pessoas refugiadas e do deslocamento. Mas tanto Honomi quanto Shion sentiram que podiam se relacionar com a experiência de Rose depois que ambos perderam suas casas no tsunami e tiveram que viver em alojamentos temporários, dependendo momentaneamente da ajuda de outras pessoas.

“Em um piscar de olhos, o espaço feliz da minha vida foi destruído”, disse Shion.

Clique aqui para acessar o texto completo no site oficial do ACNUR.

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