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Estilo e Vida

Coleção exclusiva de iluminação da Telhanorte se diferencia pelo design democrático

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A Telhanorte, bandeira pertencente ao maior grupo de lojas de homecenter do Brasil, apresenta sua primeira linha de produtos assinados por designers. Trata-se de uma coleção completa de iluminação, com luminárias de mesa, arandelas, pendentes e plafons cuidadosamente pensados e projetados pelos jovens designers Murilo Weitz, Rodrigo Ohtake e pelo escritório Ohma Design. A concepção das peças teve a curadoria de Kirla Vieira, responsável pela área de iluminação da Telhanorte, em parceria com a Archademy, o primeiro e maior market network de arquitetura e design de interiores do Brasil. Inicialmente, os produtos poderão ser encontrados nas lojas da capital paulista e no e-commerce da rede Telhanorte.

A concepção. A proposta da Telhanorte é que as novas peças sejam opções sofisticadas para a composição da casa dos clientes, porém com um preço mais acessível. A investida dialoga com a filosofia da empresa em oferecer a solução completa e tornar a experiência de compra a mais agradável possível, com acessibilidade e democratização.

“Há um tempo vínhamos estudando a possibilidade de incorporar ao nosso mix alguns produtos que fossem assinados por designers. O projeto é um marco para a Telhanorte e principalmente para o setor de Iluminação, levando a categoria a um outro patamar competitivo no modelo de negócio de homecenter. A ideia é que possamos oferecer alternativas modernas e exclusivas para os nossos milhares de clientes, como um item sofisticado que complementará a gama de compras, conferindo um tom mais estiloso aos espaços”, destaca Kirla.

O lançamento da coleção especial é uma das ações estratégicas da Telhanorte para o setor de iluminação, cuja área foi revitalizada em algumas unidades da rede, visando tornar a experiência de compra mais completa e assertiva, com um ambiente mais agradável e moderno.

Os designers e suas inspirações. Com concepções diversas, as novas luminárias foram projetadas para combinar com ambientes mais versáteis. A coleção assinada por Murilo Weitz, por exemplo, foi inspirada na temática industrial. Sua pesquisa para o projeto buscou elementos desse universo, desenvolvendo peças com madeira e metal. Weitz explica que o momento de pandemia, em que as pessoas passaram a ficar mais tempo em casa, mostrou o quanto o design de interiores é importante e faz a diferença. “Principalmente para aquelas pessoas que precisam trabalhar no sistema home office e necessitam de um ambiente confortável, com móveis funcionais e bem iluminados, para desempenhar melhor suas atividades”, explica. Weitz ganhou ainda mais notoriedade em 2019, quando entrou para lista da revista Forbes – FORBES Under 30 – como um dos jovens de até 30 anos com maior destaque na sua área, e foi vencedor do Prêmio Casa Vogue Design 2020.

As peças de Rodrigo Ohtake, por sua vez, foram criadas na praia, local onde o designer está passando o isolamento social. “A luz na arquitetura é fundamental, assim como a sombra e a escuridão. A transição entre escuro e claro é muito importante e eu desejo que essas luminárias possam deixar a casa das pessoas mais agradável, divertida e pessoal, enfim, que elas possam ajudar a tornar a casa um lar”, afirma. Assim nasceu a coleção de luminárias “Baleia”, inspirada no ambiente litorâneo. Rodrigo é neto da artista plástica Tomie Ohtake e filho dos também arquitetos Ruy Ohtake e Silvia Vaz. Ohtake foi assistente de curadoria da 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza, de 2014, e acumula larga experiência profissional.

Observar as mudanças pela janela, no céu e na luz do sol, visualizando perspectivas diferentes, ajudou na criação da coleção de luminárias desenvolvida pelo Ohma Design. “A iluminação confere aconchego ao projeto de designer de interiores. A luz direta e indireta auxilia a construção de várias cenas dentro de um ambiente”, explica a arquiteta Paloma Bresolin, que divide o escritório com outros dois jovens profissionais, o arquiteto Nicholas Oher e o designer de interiores, Fabio Marx.

Para mais informações, acesse https://catalogo.telhanorte.com.br/telhanorte/revista-iluminacao/

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Saúde

Pacientes em tratamento oncológico devem apresentar prescrição médica para se vacinar contra covid-19

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Com o anúncio do início da campanha de vacinação da gripe e as novas faixas-etárias para imunização contra covid-19 surgiram muitas dúvidas em relação a como as pessoas com câncer devem proceder.

Pacientes oncológicos são classificados como grupo de risco para complicações ocasionadas pelo SARS-CoV-2, caso sejam contaminados. O vírus influenza também provoca complicações respiratórias graves. Pacientes imunodeprimidos, idosos e pessoas com outras comorbidades são bastante vulneráveis às duas doenças e por isso devem tomar ambas as vacinas. 

Embora pacientes com câncer não tenham sido incluídos em estudos clínicos das vacinas contra covid-19, os imunizantes aprovados pelos órgãos federais no país têm se mostrado eficazes, seguros e evitam formas mais graves da doença para a população em geral. “Com base em informações científicas disponíveis até o momento, há evidências suficientes para reforçar a indicação e a segurança das vacinas em geral contra covid-19 em pacientes com câncer, uma vez que o malefício de não se vacinar é significativamente maior”, afirma o oncologista e presidente da oncologia da Rede D’Or, Paulo Hoff.

A vacinação para influenza comprovadamente reduziu os casos de infecções graves em indivíduos considerados imunossuprimidos e, por isso, já vem sendo indicada rotineiramente para pessoas em tratamento e essa recomendação deve ser seguida. “Entretanto, não temos o mesmo tempo de experiência com a vacina para covid-19, porém sabe-se que indivíduos em tratamento oncológico com quimioterapia têm maior risco de desenvolver um quadro grave doença e, por este motivo a maioria das sociedades brasileiras têm recomendado a vacinação, independente do tipo de vacina, considerando as opções disponíveis atualmente”, afirma a oncologista da Clínica OncoStar, da Rede D’Or, Maria Ignez Braghiroli. 

Apesar da recomendação por parte da área médica, pessoas com câncer, transplantadas e demais pacientes imunossuprimidos, ou seja, quando tem os mecanismos de defesa comprometidos só poderão ser vacinados mediante apresentação de prescrição médica, conforme determina o Ministério da Saúde.

“De acordo com o Plano Nacional de Imunização, a vacinação para covid deve incluir indivíduos com diagnóstico de câncer em tratamento com quimioterapia ou que o fizeram o tratamento nos últimos seis meses, pois entram na lista de prioridades como comorbidades e devem seguir a recomendação adicional de manter um intervalo de 14 dias para outras vacinas, incluindo a gripe”, diz Maria Ignez. “Além disso, a maior parte das unidades de saúde solicita uma liberação médica para a vacinação. Então, a recomendação é que esse paciente consulte o seu oncologista”, completa.

Pacientes em tratamento ativo com quimioterapia têm mais chances de apresentar um quadro moderado a grave da doença, assim como idosos, obesos e hipertensos. A preocupação se dá porque muitas vezes quem faz quimioterapia pode ficar com a imunidade comprometida e, consequentemente, é mais suscetível a infecções no geral. “Por isso, para esses pacientes, a vacina pode salvar vidas e evitar complicações que podem prejudicar o tratamento oncológico”, explica. 

Há ainda algumas dúvidas em relação à administração da vacina para essas pessoas, mas a oncologista orienta que não há recomendações específicas formais quanto a intervalo de tempo para as infusões da quimioterapia e a administração da vacina. “Porém pessoas que apresentem febre ou sinais infecciosos, assim como neutropenia conhecida, que é um número baixo de neutrófilos (um tipo de glóbulo branco) no sangue, devem evitar se vacinar neste momento”, diz.

Pacientes em radioterapia não precisam esperar esse prazo entre as sessões para aplicar a vacina. Aqueles em planejamento cirúrgico devem aguardar alguns dias antes ou depois do procedimento. “É importante lembrar ainda que cada paciente é único e possui suas particularidades. Por isso, é fundamental conversar com o médico a respeito de qualquer necessidade específica”, orienta. 

Assim como outras vacinas, como a da influenza, em princípio, não há contra-indicações à vacinação com imunizantes de vírus inativos, como a Coronavac, a pacientes oncológicos ou em tratamento ativo. No Brasil, os dois imunizantes disponíveis para vacinação não possuem parte ativa do SARS-CoV-2. A Coronavac é considerada de vírus não ativo, enquanto a ChAdOx1, vacina da Astra Zeneca em parceria com a Universidade de Oxford, utiliza um vetor viral (adenovírus) não replicante, ou seja, não é capaz de se replicar e, por essa razão, é considerada inativada também.

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Gastronomia

Empresa lança molho cheddar vegano para consumir em casa

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Atendendo a um antigo pedido dos seus clientes, a rede de restaurantes Açougue Vegano começa a vender a famosa receita do molho cheddar que vai nos seus lanches, em embalagens de 350g, para consumir em casa. A novidade pode ser encontrada em todas as lojas da rede localizadas na capital paulista, em Campinas/SP e no Rio de Janeiro, nos aplicativos de delivery Rappi e iFood e também na recém lançada loja virtual, pelo preço de R$ 29,90.

O molho cheddar vegano é baseado na exclusiva receita desenvolvida pelos chefes Celso Fortes e Michelle Rodriguez, cujo ingrediente básico é a cenoura defumada. Uma excelente opção para as pessoas que excluíram de seu cardápio ovos e laticínios, mas sentem falta de comer o queijo cheddar tradicional.

Loja online: loja.acouguevegano.com.br

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Receitas

Aprenda como aproveitar todo o sabor dos queijos brasileiros no seu dia a dia

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O Queijo Minas é um dos queijos brasileiros mais conhecidos, mas você sabia que existem outros tipos que também são uma delícia? Além do Queijo Minas Padrão, de sabor suave, macio e ideal para acompanhar o pãozinho no café da manhã, há o Queijo Minas Frescal, que é leve, suave e molinho, recomendado para sanduíches e até mesmo doces como, o Romeu e Julieta. Já o Queijo Meia Cura, um clássico mineiro e principal ingrediente do pão de queijo, possui um sabor marcante e levemente ácido, podendo ser consumido até mesmo in natura, acompanhado de um cafezinho.

Queijo Coalho, típico do Nordeste, pode ser consumido em fatias, ralado, assado ou frito, além de ser um item obrigatório no churrasco. Seu maior destaque é ser um dos pouquíssimos queijos no mundo que podem ser aquecidos, sem derreter, tornando-se crocante por fora e macio por dentro.

Outra opção saborosa é o Queijo Prato Esférico, que foi desenvolvido por imigrantes dinamarqueses no Brasil, em meados dos anos 1920. É um queijo suave, frutado e ligeiramente adocicado, que pode ser saboreado puro ou em lanches e sanduíches quentes ou frios.

Por fim, o Queijo Reino tem uma história bem interessante. Durante o Brasil Colonial, a família real portuguesa trazia da Europa o Queijo Tipo Edam. Ele era transportado dentro de barris que, em viagens anteriores, eram utilizados para armazenar vinho. Como essa viagem era feita por navios, o queijo passava meses dentro dos barris, o que acabava alterando sua maturação, sabor e textura, além da casca, que ficava avermelhada por causa da coloração do vinho. No fim da jornada, o queijo passava por tantas transformações que acabava se tornando outro, o queijo “do Reino” de Portugal, como ficou conhecido na época. Seu sabor pronunciado e picante, possui uma textura firme, que derrete fácil na boca, além de combinar com o vinho tinto.

Para descobrir mais curiosidades sobre queijos, conheça a Escola do Queijo, um projeto da Tirolez no Youtube, que visa tornar consumidores em especialistas em queijos. Sobre este tema, há uma videoaula completa, cheia de detalhes. Basta acessar o canal da Tirolez no YouTube ou o site.

Agora que você já aprendeu mais sobre os queijos brasileiros, a Tirolez, maior empresa 100% brasileira de queijos e uma das principais marcas de laticínios do país, ensina como fazer o Arancini de Queijo Coalho Tirolez e geleia de pimenta. Essa entrada fica pronta em apenas uma hora, ideal para surpreender e abrir o apetite com muito sabor


Arancini de Queijo Coalho Tirolez e geleia de pimenta

 

Ingredientes:
4 punhados de arroz arbóreo
Azeite de oliva extravirgem
1 cebola picada
200 ml de vinho branco
Caldo de legumes
2 xícaras de Queijo Coalho Tirolez cortado em cubos]
2 ovos
2 xícaras de farinha de rosca
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Óleo para fritar
Geleia de pimenta para acompanhar

Modo de preparo:
– Em uma panela, refogue a cebola no azeite.
– Junte o arroz e envolva-o em toda a gordura. Quando este estiver bem quente, acrescente o vinho branco e mexa bem.
– Cozinhe o risoto mexendo todo o tempo, adicionando o caldo aos poucos.
– Quando o arroz estiver cozido, espere o caldo secar e desligue o fogo.
– Disponha o risoto em uma travessa e deixe esfriar. Leve para gelar por 30 minutos aproximadamente.
– Depois de gelado, faça bolinhas com o risoto não muito grandes e recheie com os cubos de queijo coalho.
– Empane passando primeiro nos ovos batidos e depois na farinha de rosca.
– Frite em óleo bem quente e sirva imediatamente acompanhado da geleia de pimenta.

Rendimento: 8 porções
Tempo de preparo: 1 hora

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