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Vazamento de dados nas redes sociais: como se proteger

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O meme “Hacker, me lembra quando eu tenho que pagar a minha conta de luz?” viralizou pelo Brasil e foi piada durante várias semanas na web em 2020. Mas ele continua tão atual na vida dos brasileiros que daqui a pouco acaba se tornando uma verdade. Do final de janeiro de 2021 até agora, o Brasil sofreu oito vazamentos de dados relatados de seus cidadãos. O número é tão alto que chega a um por semana. Os vazamentos são vorazes. Em uma população estimada em 212 milhões de pessoas, cada vazamento colheu um pouco das informações básicas de entre 10 milhões a impressionantes 220 milhões de pessoas, mais que o total da população viva do país. 

A ANPD, Autoridade Nacional de Proteção de Dados, entidade responsável no Brasil e alimentada como um braço minucioso e tecnológico do Governo Federal, reportou alguns destes principais vazamentos à sociedade. Embasada pela LGPD ou Lei Geral de Proteção de Dados, a organização vem investigando e varrendo ativamente estes grupos de hackers criminosos que ferem o Marco Civil da Internet e o Código de Defesa do Consumidor para citar o mínimo. Estes dois ainda são um bom amparo contra a exposição de dados aos brasileiros. A ANPD não prende ninguém. Mas contribui para o Ministério Público, as próprias polícias atuantes e outros órgãos investigadores colocarem os cibercriminosos atrás das grades. 

Os policiais desempenham investigações complexas e que envolvem muitos terabytes e bancos de dados ultra tecnológicos, por outro, o próprio consumidor brasileiro (assim como o mundial) permite o compartilhamento de seus próprios dados. Não indo muito longe: quando o vazamento de 220 milhões de dados foram expostos, choveram sites na internet que tentavam convencer ao usuário checar se seus dados foram expostos preenchendo um formulário contendo nome, telefone, email, números de CPF, RG, conta corrente, títulos de eleitor e assim sucessivamente. Ora, ampliando um pouco o cenário, o próprio consumidor digita seus dados na internet em troca de prêmios, apostas, jogos e outros presentes mágicos. Ele mesmo compartilha sem ler os termos ou contratos de autorização de dados de cada aplicativo nas redes sociais e nos sites alheios.

Se o usuário continuar com este “descuido cibernético”, há um caminho onde ele pode seguir, sem medo. A ChekMarc, recente rede social que já está em pleno funcionamento no Brasil, possibilita e ainda ensina ao usuário formas de se precaver e proteger os seus dados em ambiente digital. Ações como conferir a foto e informações da pessoa que pediu para conectar-se ou não permissão de que os dados sejam compartilhados para outras pessoas são algumas delas que a rede social inova.

Qualquer dado contido naquele universo é fortemente protegido por uma interface que vai evoluindo a cada dia. A empresa, fundada no Vale do Silício, se baseia nos direcionamentos da norma geral de proteção de dados norte-americana (GDPR, na sigla em inglês) e ainda segue as normas vigentes da lei brasileira. 

ChekMarc orienta para que qualquer ação seja feita na rede após o login individual ser feito. Assim, coíbe das comunicações e pedidos de conexão serem de “fora para dentro” como acontece em outras redes sociais. Aqui, só quem está “dentro” pode ter acesso com segurança das informações que constam nesta rede fortemente vigiada e vigilante contra possíveis cibercriminosos. De acordo com o CIO da empresa, Austin Ascala, a segurança cibernética é de extrema importância para a rede social.

“A dedicação da ChekMarc à segurança cibernética é de extrema importância. Empregamos os melhores padrões de segurança cibernética e do setor para garantir que todos os dados de nossos membros sejam protegidos de acordo com os mais altos padrões.”

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