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Os distribuidores e revendedores de automóveis de São Paulo confirmaram presença na manifestação nesta quarta-feira (17/02), a partir das 10 horas na frente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. O ato foi organizado pelo setor agropecuário contra o aumento de mais de 200% nas alíquotas do tributo em São Paulo e já conta também com apoio do setor da saúde.
Segundo as lideranças do setor de distribuição de automóveis, o aumento de 207% no ICMS na compra e venda de carros pode causar o desemprego de 1 milhão de pessoas no setor automotivo no estado.
“Esse é um ato simbólico que precisamos apoiar. Por conta do aumento do ICMS, já tivemos queda de 12% na revenda de veículos e estimamos que esse número chegue até 30%. Nosso temor é que o desemprego avance rapidamente porque existe uma ampla cadeia envolvida no segmento como, por exemplo, lojas multimarcas, concessionárias, montadoras, autopeças, mecânicas, funilarias, centros automotivos, despachantes, agentes de financiamento, seguradoras, lojas de peças etc. Projetamos o impacto em um milhão de postos de trabalho se nada for feito”, afirmou Marcelo Cruz, presidente do Sindiauto, um dos vários sindicatos e associações do setor que aderiu ao movimento.
Os distribuidores de veículos e a Sindiauto acreditam que atos públicos são necessários para que a população entenda o efeito dessa medida no bolso do consumidor e no desemprego. A categoria prepara nova manifestação para o dia 23/02 em todo o estado com a participação de concessionários e lojistas.
“O mercado não vai conseguir segurar a carga tributária e quem vai pagar a conta é o consumidor. Um exemplo prático: um carro usado no valor de R$ 50 mil tinha antes um ICMS de R$ 900. Esse valor agora será de R$ 2.763 para o mesmo carro”, completa Cruz.
centralrbn

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