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Roda comemora primeiro mês com a coleta de 3,5 toneladas de recicláveis pós-consumo

Idealizada pela SOLOS, o Roda se destaca em um mês de funcionamento, gerando impacto socioambiental e transformando a realidade de Salvador.

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Roda comemora primeiro mês com a coleta de 3,5 toneladas de recicláveis pós-consumo

O projeto Roda – delivery de reciclagem pós-consumo, idealizado pela SOLOS – startup baiana focada em desenvolver soluções para reduzir o lixo das cidades, comemora o primeiro mês de funcionamento com pontos positivos na adesão do público em Salvador.

O delivery de pós-consumo tem como objetivo tornar acessível e democrático o descarte de resíduos recicláveis de estabelecimentos comerciais e residenciais. Desde o dia 8 de julho, vem contribuindo com o meio ambiente e cerca de 300 coletas já foram realizadas, desse número 76%, sendo residencial e 24% comercial.

Para as fundadoras da SOLOS, Saville Alves e Gabriela Tiemy, a celebração do projeto neste período, é a conquista em conseguir coletar todos os materiais do portfólio. “Vale ressaltar que algo muito importante de destacar é que hoje, com a nossa operação, beneficiamos 30 cooperados, filiados a Cooperaguary e, no total, conseguimos gerar uma renda de R$ 4.800,00”, comemora.

Ainda segundo resultados do primeiro mês do Roda, foram alcançadas 3,5 toneladas de recicláveis, sendo o papel e papelão o com maior volume, totalizando 62% de todos os resíduos coletados. Além disso, outro ponto observado foi o volume interessante de vidro entregue.

“Estamos super felizes! A nossa expectativa geral foi ultrapassada por parte dos residenciais. Hoje já estamos operando em nossa capacidade máxima e por isso, estamos estudando o projeto de expansão para aumentar os dias de semana. O próximo passo é ampliar os bairros”, destaca Saville.

A cofundadora explica que apesar de hoje o delivery atender exclusivamente ao bairro do Rio Vermelho, o Roda está aberto para que interessados de outros bairros possam fazer o agendamento e entregar direto na Casa MAR nos mesmos dias de horários que acontece o delivery (de quinta a sábado, das 10h às 11h). “Com essa abertura, tivemos 76% dos materiais coletados por delivery, e 24% entregues direto na Casa MAR”, revela.

Por causa da aderência, as fundadoras da SOLOS já estudam novas possibilidades de ampliação da área atendida pelo projeto. “Para isso, estamos com uma pesquisa para identificar as localidades onde há mais adesão”, destaca Saville Alves. Para participar é só acessar: https://bityli.com/MNg8n

Sendo a primeira empresa brasileira focada em um delivery serviço de pós-consumo, a SOLOS tem com este projeto, o objetivo de gerar transformação na base da cadeia de reciclagem. “Proporcionando não apenas um aumento no volume de resíduos coletados, mas também constância, que hoje é um dos gargalos apontados por nossos clientes da indústria, e, além disso, a empregabilidade de forma qualificada para os catadores”, complementa Gabriela Tiemy.

O Roda só está no início do seu funcionamento e para solicitar a entrega de resíduos, por meio do delivery, basta acessar o link: https://bityli.com/roda ou contatar a equipe via WhatsApp – através do telefone 71 986117004.

Sobre a SOLOS

O foco da SOLOS é mobilizar pessoas para transformar a cadeia dos resíduos em todo Brasil. A empresa faz isso através de operações que facilitem o descarte sustentável das embalagens pós-consumo e contam essas histórias com afeto para influenciar a mudança de comportamento e gerar impacto na vida das pessoas até das tartarugas marinhas.

A SOLOS foi fundada oficialmente no início de 2018, mas o trabalho da startup começou desde 2016, quando Saville Alves e Gabriela Tiemy desenvolveram um projeto e o submeteram para um edital de pré-aceleração de negócios de impacto (Triggers).

Das 500 iniciativas inscritas, a SOLOS foi a única do Norte/Nordeste selecionada e as duas tiveram que tomar a primeira grande decisão como sócias, mudaram para São Paulo onde, após 7 meses, foram finalistas do programa.  “Essa experiência foi fundamental para modelarmos o nosso negócio e ampliarmos a nossa visão de mercado, através do apoio de nossos mentores, grandes empresários e executivos do país”, conta Saville.

As duas jovens empreendedoras reconhecem que o universo das startups ainda é majoritariamente masculino, mas reforçam a expectativa para a transformação do mercado “Embora o mundo dos negócios ainda seja intimidador para nós mulheres, vemos a crescente presença das mulheres, especialmente como pequenas empreendedoras, pois o empreendedorismo nos permite ter flexibilidade e ocupar espaços de tomada de decisão”, comenta Gabriela.

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