Positivo analisa como AI PCs começam a mudar os critérios de escolha e renovação de notebooks
Positivo

Curitiba, 06 de novembro de 2026 – A evolução dos AI PCs
traz uma nova camada à decisão de compra e renovação de computadores. Para a
Positivo Tecnologia, a expansão de aplicações de inteligência artificial faz
com que atributos tradicionalmente considerados na escolha de um notebook,
como processador, memória, armazenamento e autonomia, sejam avaliados em
conjunto com a capacidade da máquina de lidar com workloads de IA.
Equipamentos com unidades de processamento neural (NPUs) dedicadas permitem
executar determinadas funções diretamente no dispositivo, criando novas
possibilidades para consumidores e empresas e trazendo aspectos como
eficiência, privacidade e processamento local para essa discussão.

O movimento acompanha a expansão do próprio ecossistema de
software. Segundo o Gartner, 40% dos fornecedores deverão priorizar recursos
de inteligência artificial diretamente no PC até o final de 2026, ante apenas
2% em 2024. O dado ajuda a explicar por que a capacidade de processamento de
IA tende a ganhar relevância na avaliação dos computadores: à medida que os
aplicativos incorporam essas funcionalidades, o hardware assume um papel cada
vez mais importante na experiência proporcionada por elas.

“Estamos acompanhando uma mudança na forma como o computador é
concebido e, consequentemente, avaliado para a compra. A presença de uma NPU
passa a ter relevância não apenas pela especificação em si, mas pelo que ela
permite fazer em um momento em que novas aplicações chegam ao mercado. É uma
transformação que ainda está em evolução e que deve ampliar os critérios
considerados na escolha de um equipamento”, afirma Daniela Colin, diretora de
Procurement e Desenvolvimento de Produto na Positivo Tecnologia.

O que considerar na avaliação de um AI PC

Na prática, os AI PCs combinam CPU, GPU e NPU para distribuir
diferentes tipos de processamento de acordo com a tarefa realizada. A
presença de uma unidade dedicada a workloads de inteligência artificial
representa uma mudança na arquitetura dos computadores e permite que
determinadas operações sejam realizadas diretamente no dispositivo. Recursos
relacionados a áudio, vídeo, reuniões virtuais, criação de conteúdo,
produtividade e segurança estão entre os que podem se beneficiar dessa
capacidade.

Para os consumidores, essa evolução não significa abandonar os
critérios tradicionais, mas acrescentar uma nova pergunta à escolha: o
equipamento está preparado para aplicações que incorporam inteligência
artificial? Dependendo da função, executar alguns recursos localmente pode
reduzir a dependência da nuvem, tornar a experiência mais ágil e eficiente e
permitir que determinadas informações sejam processadas no próprio
dispositivo.

Para as empresas, a mudança também começa a entrar na discussão
sobre os ciclos de renovação dos parques de equipamentos. A decisão envolve
não apenas a substituição de máquinas antigas, mas a avaliação sobre o quanto
a infraestrutura está preparada para uma rotina em que aplicações de IA
tendem a estar mais presentes. Produtividade, segurança, eficiência
energética, colaboração e capacidade de processamento local entram, assim, na
análise do ciclo de vida dos equipamentos.

Essa nova geração de computadores já está presente no mercado
brasileiro, em equipamentos voltados a diferentes perfis de uso. No Positivo Master Copilot+ PC,
primeiro notebook brasileiro com Intel Core Ultra Série 3 e produção
nacional, funcionalidades como Live Captions, Windows Studio Effects,
Cocreator, Recall e Click to Do exemplificam aplicações de IA que podem fazer
parte da rotina dos usuários.

No segmento corporativo, o VAIO Pro BK combina recursos de IA com
funcionalidades voltadas à produtividade, colaboração e segurança. O modelo
conta com Windows Studio Effects, que utiliza a NPU para otimizar recursos de
imagem e iluminação durante videochamadas, webcam IR Full HD com Windows Hello
para reconhecimento facial e autenticação, leitor biométrico para acesso por
impressão digital e tecla dedicada ao Copilot. Para os clientes do modelo,
câmera, autonomia de bateria e segurança estão entre os atributos mais
destacados, enquanto as funcionalidades ligadas à NPU são incorporadas
gradativamente à rotina de uso.

“Estamos em uma fase em que o mercado ainda está descobrindo as
possibilidades da IA embarcada. Por isso, mais do que olhar apenas para a
presença de uma NPU, é importante entender quais experiências e aplicações
serão desenvolvidas a partir dela. A tendência é que essa capacidade ganhe
importância conforme o ecossistema amadureça e os benefícios se tornem mais
concretos para os usuários”, complementa a executiva.

Da especificação à preparação para o futuro

A consolidação dos AI PCs depende justamente dessa aproximação
entre hardware e software. Quanto mais aplicações explorarem o processamento
local de IA, maior tende a ser a importância de avaliar o computador não
apenas pelo desempenho atual, mas também pela capacidade de acompanhar novas
formas de uso.

Essa evolução já ganha escala global. Ainda segundo o Gartner,
os AI PCs devem representar 54,7% de todos os computadores comercializados no
mundo em 2026 e chegar a 58,7% entre os notebooks. A projeção indica um
cenário em que a inteligência artificial tende a deixar de ser percebida
apenas como diferencial para integraras características esperadas de uma nova
geração de computadores.

Para consumidores, isso representa uma evolução na maneira de
comparar equipamentos. Para empresas, significa incorporar uma nova variável
ao planejamento de renovação dos parques tecnológicos. Em ambos os casos, a
capacidade de processamento de IA passa a fazer parte de uma discussão mais
ampla: não apenas o que o computador entrega hoje, mas também para quais
experiências ele está preparado.

Sobre a Positivo
Tecnologia

A Positivo Tecnologia é uma empresa brasileira de tecnologia, de
capital aberto (B3), que ao longo de 37 anos transformou uma trajetória que
começou na fabricação de computadores em um ecossistema completo de
infraestrutura de TI de ponta a ponta. É movida pelo propósito de tornar a
vida das pessoas melhor e mais inteligente com o uso da tecnologia. Hoje,
desenvolve dispositivos como PCs, tablets, servidores e soluções para IA e
data centers, assim como serviços de TI e terminais de pagamento (Smart POS).
Todo o portfólio é fundamentado por capacidade própria de engenharia em
hardware e software, escala industrial própria, profundo conhecimento do
Brasil, presença na América Latina e parcerias com os principais líderes
globais de tecnologia. Com cinco unidades fabris, cerca de 8 mil
colaboradores e mais de 65 milhões de dispositivos produzidos, atende do
consumidor final às empresas privadas de todos os portes (do pequeno negócio
às grandes corporações) e às instituições públicas nas esferas federal, estadual
e municipal, incluindo escolas. Para mais informações, acesse www.positivotecnologia.com.br.

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