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Notícias

Modefica lança bolsas de reportagem para jornalistas pautarem clima e gênero na Amazônia

Ana Lúcia

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A mídia independente Modefica, com apoio da Open Society Foundation, acaba de abrir inscrições para jornalistas com projetos de reportagem que destaquem as relações entre crise climática e gênero na Amazônia. As bolsas são destinadas a jornalistas mulheres, com formação acadêmica ou não, experiência comprovada, residentes no norte do país, e tem como objetivo aprofundar o debate sobre o tema através de histórias que abordem as diferentes facetas dos impactos das mudanças climáticas na vida da mulher amazônica.

O Modefica existe desde 2014 e produz e dissemina conteúdo multimídia sobre questões socioambientais que normalmente não são veiculadas na grande mídia. “Entendemos que vivemos em uma emergência ambiental e climática – e que as consequências da destruição ambiental podem ter impactos profundos na luta por justiça social e grandes rupturas nos processos sociais democráticos. Procuramos fazer do jornalismo uma ferramenta para líderes e ativistas climáticos e ambientais, colaborando com as conquistas sociais e ajudando a construir uma narrativa de responsabilização de autoridades públicas e privadas”, explicou Marina Colerato, editora do Modefica.

O tema para as reportagens que serão produzidas com a bolsa é Mulheres e Crise Climática na Amazônia e busca retratar as consequências da crise climática no ambiente doméstico e familiar, no trabalho, estrutura social e econômica por trás da intensificação dos impactos das alterações do clima na vida das mulheres na região Amazônica, os trabalhos realizados por órgãos públicos ou não para mitigação dos impactos e o papel do Estado, da Justiça e da lei diante do problema. Também busca retratar soluções locais e comunitárias para enfrentamento do colapso do clima na vida das mulheres da floresta, quilombolas e ribeirinhas.

As inscrições devem ser feitas pelo site:

https://modefi.co/bolsa-reportagem-clima-genero

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Educação

Universidade Virtual do Estado de São Paulo oferece 11 mil vagas

Redação

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A Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) está com inscrições abertas para o vestibular 2021. Os candidatos poderão se inscrever até o dia 20 de maio, às 23h59 no site vestibular.univesp.br . No total, estão sendo disponibilizadas 11.020 vagas. O início das aulas está previsto para agosto deste ano.

As provas ocorrerão, de forma presencial, em duas datas: em 13 de junho para os candidatos a vagas nos cursos de licenciatura (letras, matemática e pedagogia), e em 20 de junho para quem pretende cursar bacharelado em tecnologia da informação, bacharelado em ciência de dados e engenharia de computação.

O custo da inscrição no vestibular é de R$ 45. Para participar, é necessário ter concluído o ensino médio até o período da matrícula.

Até as 23h59 de amanhã (20), as pessoas inscritas no Cadastro Único do Governo Federal (CadÚnico) terão isenção da taxa. No mesmo período, também será concedida redução de 50% do valor da taxa de inscrição aos candidatos que estejam regularmente matriculados no ensino médio ou equivalente, no 3º semestre da educação de jovens e adultos (EJA), em curso pré-vestibular ou em curso superior, em nível de graduação ou pós-graduação, e que recebam remuneração mensal inferior a dois salários mínimos ou estejam desempregados.

Os benefícios são concedidos no site do vestibular. No momento da inscrição, basta clicar em “redução de taxa” ou “isenção”.

Os cursos da Univesp são gratuitos e realizados em ambiente virtual de aprendizagem (AVA), plataforma online na qual os estudantes podem desenvolver atividades acadêmicas, que incluem assistir a videoaulas, acessar material didático, bibliotecas digitais e tirar dúvidas do conteúdo com tutores e facilitadores.

Agência Brasil

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Economia

Peac Maquininhas liberou R$ 3,19 bilhões em 2020

Redação

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Programa que socorreu empreendedores e pequenos negócios afetados pela pandemia de covid-19, o Programa Emergencial de Acesso a Crédito com Garantia de Recebíveis (Peac Maquininhas) emprestou R$ 3,19 bilhões no período de funcionamento, entre 15 de outubro e 31 de dezembro do ano passado. O valor foi divulgado hoje (19) pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia.

Nesse período, 112.161 operações foram realizadas. No Peac Maquininhas, os bancos emprestavam recursos a microempreendedores individuais (MEIs), micro e pequenos empresários. Em troca, as instituições financeiras recebiam, como garantia, os recebíveis (recursos a receber) gerados pelas maquininhas de cartão.

As garantias são executadas em caso de inadimplência. Como os recebíveis das maquininhas de cartão são de fácil recuperação, essa modalidade de crédito permitia juros mais baixos que as taxas de mercado. Segundo a SPE, o programa resolveu os dois principais gargalos na concessão de crédito a pequenos negócios: a falta de informações e a falta de garantias.

Segundo a nota técnica, 18% dos MEIs, 4% das microempresas e 2% das pequenas empresas dependeram exclusivamente do Peac Maquininhas para conseguirem crédito no último trimestre de 2020. Na divisão por setores, os segmentos mais beneficiados foram bares e restaurantes, com 14.985 empréstimos aprovados, e hoteleiro, com 1.507.

Estabelecido pela Lei nº 14.042, de agosto de 2020, o Peac Maquininhas teve a infraestrutura para as operações concluída em 30 de setembro. Os empréstimos começaram em 15 de outubro. Coube ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), como agente financeiro da União, repassar os recursos aos bancos comerciais.

Os bancos que mais emprestaram recursos da linha de crédito foram o Banco do Brasil (70%), Money Plus (17%), Safra (9%) e Caixa Econômica Federal (4%). Na divisão por estados, os tomadores concentraram-se em São Paulo, com 23,9% das operações; Minas Gerais (9,9%) e Paraná (7,5%).

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

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Economia

Dólar fecha no menor nível em um mês após acordo sobre Orçamento

Redação

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Depois de abrir o dia em alta, o dólar reverteu o movimento e encerrou a segunda-feira (19) no menor nível em um mês, após o fechamento de um acordo sobre o Orçamento de 2021. A bolsa oscilou ao longo da sessão, mas fechou em pequena baixa, em um dia de ajustes.

O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,551, com recuo de R$ 0,034 (-0,61%). A cotação chegou a R$ 5,62 na máxima do dia, por volta das 10h20, mas passou a cair em meio a boas notícias internacionais e ao alívio com o acordo sobre o veto parcial ao Orçamento.

Esta foi a quinta queda consecutiva da moeda norte-americana. O dólar está no menor nível desde 23 de março (R$ 5,517) e acumula queda de 1,4% em abril.

O otimismo no mercado de câmbio não se refletiu na bolsa de valores. O índice Ibovespa, da B3, fechou a segunda-feira aos 120.934 pontos, com recuo de 0,78%. O indicador alternou altas e baixas, mas consolidou a tendência de queda na hora final de negociação, em um movimento de realização de lucros, quando investidores vendem ações para embolsar ganhos recentes.

O dólar caiu em todo o planeta, motivado pela expectativa de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) não aumente os juros básicos da maior economia do planeta antes de 2023. Taxas baixas estimulam aplicações em mercados emergentes de maior risco, como o Brasil.

No cenário interno, o fechamento de um acordo entre a equipe econômica e o Congresso Nacional para o veto parcial ao Orçamento de 2021. As emendas parlamentares impositivas deverão ser mantidas em R$ 16,3 bilhões, cerca de R$ 10 bilhões a menos que o valor aprovado. Em troca, o Congresso comprometeu-se a aprovar um projeto de lei que flexibiliza regras para o enfrentamento à pandemia de covid-19 e autoriza o Executivo a cortar por decreto gastos discricionários (não obrigatórios).

*Com informações da Reuters

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*

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