Gui Silveiras busca no passado o caminho pro futuro ao embalar o canto ancestral e o toque dos tambores em seu novo single “Xirê”. A faixa é uma viagem musical por uma África imaginária, reverenciando parte do Sagrado Panteão Africano em uma poética ritmada. A música tem participação especial de Conrado Pera, antecipa o EP “Bate Tambô” e está disponível em todas as plataformas digitais e no canal do YouTube do artista.

Ouça “Xirê”: https://onerpm.link/xire

Assista ao clipe “Xirê”: https://youtu.be/id5Iqz0keKc

Violonista, guitarrista, educador musical e multi-instrumentista especializado na MPB, Gui tem uma carreira de renome internacional. Em 2012, ele  foi premiado pelo PROAC-SP e lançou seu primeiro trabalho autoral, o álbum “Caburé”. E desde então foi acumulando prêmios como instrumentista e compositor.

Além de seu trabalho solo, Gui Silveiras atua em diversos projetos artísticos entre eles o grupo Vintena Brasileira com o qual gravou dois CDs, “Bituca” (2014) e “(r)existir” (2018) e o grupo Firma o Ponto.

Ele já dividiu palcos pelo mundo com nomes como Hamilton de Holanda, Nelson Sargento, Arismar do Espírito Santo, Kiko Dinucci, Itiberê Zwarg e como compositor, teve músicas gravadas e interpretadas por diversas cantoras, entre elas Mônica Salmaso.

“Xirê” ganhou um vídeo registrado à distância com imagens intimistas e direção de Lu Bortoline.  O registro cria uma ponte entre São Paulo e Bahia, onde o cantor e compositor Conrado Pera vive. O artista que estreou com o álbum “Enlaçador de Mundos”, em 2015, lançou recentemente o EP “TODOZOOM”.

“Xirê” está disponível em todos os streamings pelo selo A Música Vive.

 

Gui Silveiras une ancestralidade e um olhar pro amanhã no clipe e single “Xirê”

Crédito: Tato Guion e Lula Guion (Focos produtora)

 

Ficha Técnica:

Composição e Arranjo: Gui Silveiras

Intérprete: Gui Silveiras

Participação Especial: Conrado Pera

Violão e Coro: Gui Silveiras

Percussão: Barba Marques

Contrabaixo: Nando Vicencio

Produção artística: Diego Leandraujo, A MÚSICA VIVE

Captações: Estúdio Dakemin, JCP Studio, Fabuloso Laboratório de Pirações

Mixagem e Masterização: Felipe Romano Cogo

Vídeo Clipe: Lu Bortoline

Participação no Clipe: Kael Marcos

Fotos: Focos Produtora

Arte da Capa: Tato Guion

 

Letra:

Mandingue, Calunga, Negro Sangue,

Cantiga de Angola, Zanzibar.

 

Um banho de ervas de Ossãe,

Do verde das matas me banhar.

 

Andanças de um mundo tão distante de cá.

Trago bênçãos meu patuá.

Caminhos cruzados nas encruzas de lá,

Peço agô ao passar.

 

Exú, Ogum, Oxumarê, Xangô

Atotô o meu velho sarava.

Um Okê de Oxossi salve Nanã.

Obá e Oxum e Yemanjá.

 

Lembranças perdidas nas andanças de cá

Recordo os meus Orixás.

Imagens que surgem nos espelhos de lá,

Oh mãe África.

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