GCM realiza campanha de identificação de crianças na Vila do Natal

Com o objetivo de aumentar a segurança e dar mais tranquilidade aos pais, responsáveis e às próprias crianças, a Guarda Civil Municipal (GCM) iniciou a campanha de conscientização e identificação de meninos e meninas, que visitam a Vila de Natal, no Campo Grande. A ação acontece até 31 de dezembro próximo e, nesse período, são distribuídas 600 pulseiras diariamente, a serem preenchidas com o nome completo da criança e telefone de contato do responsável.

No local, circulam cerca de 10 mil pessoas por dia. Para evitar que as crianças se percam e garantir o cumprimento dos protocolos de segurança para o contágio do coronavírus, a GCM atua diariamente, das 16h às 22h, na Vila de Natal. Meninos e meninas a partir de um ano já podem receber a pulseira.

Para o coordenador de Ações de Prevenção a Violência (Cprev), James Azevedo, a campanha dá segurança e conforto aos visitantes. “Por ser uma área de lazer muito bonita, as pessoas, às vezes, estão muito encantadas com a temática, e é possível que haja uma dispersão. Também levamos em consideração a possibilidade de um mal súbito do responsável, e com isso, nesses momentos, a criança vai estar identificada. Em caso de crianças perdidas, levamos até o posto da Guarda e realizamos as tratativas legais”, explicou.

Segurança – A assistente social Márcia Cardoso, de 38 anos, destacou a segurança que a pulseira de identificação gera na família. “Hoje vim trazer meus sobrinhos e com a identificação, me sinto muito mais tranquila. Com certeza, é uma iniciativa louvável, já que as luzes e a beleza do local podem nos dispersar por um instante.”

Ao visitar a Vila, a fisioterapeuta Cristiane Bahia, de 42 anos, avaliou de forma positiva a campanha de conscientização e identificação realizada pela CGM. “É uma ação de extrema importância, porque, por mais que nós, pais, tenhamos cuidado, num piscar de olhos a situação pode mudar. Aqui nós estamos vendo inúmeros profissionais que vão estar dispostos a pegar a criança identificada e localizar os responsáveis, através do contato”, afirmou.

Fotos: Otávio Santos/Secom