Felipe Porto supera adversidades e brilha em primeiro mundial como faixa-marrom
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Um dos pupilos de Roberto Cyborg na academia Fight Sports, uma das equipes de maior nome do circuito mundial de Jiu-Jitsu, Felipe Porto tem ajudado a manter o legado da equipe. Aos 23 anos, o lutador conquistou tudo o que podia na faixa-roxa até ser graduado esse ano a faixa-marrom de Jiu-Jitsu pelo mestre em Miami. Natural da cidade de Jacareí, cidade localizada no interior de São Paulo, Felipe disputou no último fim de semana o Campeonato Mundial No-Gi, evento que reuniu alguns dos maiores nomes da modalidade no planeta.

O atleta disputou o torneio com uma infecção no rosto, e mesmo a base de antibióticos e muitas dores, conseguiu mostrar todo o seu poder de superação, e mesmo com as adversidades conseguiu chegar ao pódio e conquistar o bronze no primeiro Campeonato Mundial disputado na nova graduação. O torneio que aconteceu na cidade de Garland, Texas pode ser considerado um dos mais importantes do ano no circuito, já que devido a pandemia imposta pelo coronavírus, muitos eventos acabaram sendo cancelados para prevenir os atletas.

Medalhista no Pan No-Gi da modalidade em 2019, e ranqueado como um dos melhores da sua categoria na faixa-roxa, Felipe Porto espera agora chegar ao lugar mais alto do Ranking da IBJJF como marrom. Treinando com grandes nomes do Jiu-Jitsu na Fight Sports, além de Cyborg, como Vagner Rocha, Vinícius Trator e Rodrigo Francioni, o atleta venceu em 2021 Carlos Insignares em sua apresentação no F2WBJJ, conquistou o bronze no Pan com kimono e chegou ao lugar mais alto do pódio no Miami e Chicago Open, todas as medalhas conquistadas apenas em 2021.

Antes da pandemia, Felipe já havia ajudado a Fight Sports a ficar com o ouro no Miami Open além de ainda somar no currículo os títulos do New York Open, além do World Series of Grappling, e inúmeras vitórias tanto SubStars, quanto no F2WBJJ.

centralrbn

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