Com ondas de calor intenso marcando o início do ano, escolher tecidos frescos e peças versáteis é essencial
Nas últimas semanas de 2025 e no início de 2026, as ondas de calor intenso se espalharam por grande parte do país, resultando em registros muito acima da média histórica. Em São Paulo, por exemplo, o dia 25 de dezembro entrou para os dados oficiais como o Natal mais quente já registrado, com alta de 35,9 °C. O mesmo padrão se repetiu em diversos pontos do Sudeste, Centro-Oeste e Sul, com tardes sufocantes e madrugadas igualmente quentes. Diante desse cenário, surge o dilema: como escolher visuais suficientemente confortáveis e frescos para lidar com o clima?
“Tecidos de baixa respirabilidade intensificam a sensação térmica, e cortes excessivamente ajustados comprometem a ventilação natural do corpo. Vale ressaltar que as sobreposições perdem seu protagonismo durante o período, já que tendem a gerar desconforto”, indica Emilio Guerra, CEO da Skyler, rede referência em moda masculina. Para o especialista, a moda de verão assume um papel funcional e técnico, exigindo atenção não apenas à estética, mas também à composição dos materiais, à gramatura dos tecidos e ao desenho das peças.
De acordo com Emilio, tecidos sintéticos mais densos, como poliéster e nylon, não conversam com esse período do ano, porque acumulam calor e impedem a troca térmica adequada. “O que funciona em temperaturas tão elevadas envolve, sobretudo, fibras naturais e construções leves. Camisas de algodão leve, calças de modelagem reta e mais solta, polos bem estruturadas e bermudas de alfaiataria são apostas cesteiras”, pontua o profissional.
Em cenários sociais, como festas ao ar livre, encontros informais e viagens, essa adaptação acontece de forma fluida, abrindo espaço para tons claros, padronagens sutis e um visual casual refinado. Como resultado, o equilíbrio entre frescor e sofisticação se estabelece de maneira natural.
Por outro lado, esse mesmo raciocínio encontra maior complexidade no ambiente corporativo. Construir looks profissionais sob calor extremo exige, portanto, precisão técnica e escolhas conscientes. Enquanto tecidos encorpados e paletas muito escuras perdem funcionalidade, códigos formais rígidos se mostram incompatíveis com a realidade climática. Diante disso, a alfaiataria de verão surge como alternativa consistente, com blazers em tonalidades mais claras, combinados a camisas respiráveis e calçados de couro macio, com solados flexíveis.
A versatilidade do linho e do algodão
Quando o assunto são tecidos adequados ao verão, o linho e o algodão se firmam como protagonistas. O linho, por sua vez, com sua trama aberta e aparência naturalmente sofisticada, favorece a ventilação e imprime leveza a camisas, calças e bermudas. Já o algodão, especialmente em versões como tricoline e algodão egípcio de baixa gramatura, oferece maciez, respirabilidade e excelente absorção de umidade, características essenciais em dias acima dos 35 °C.
A partir desses materiais, as possibilidades de composição se ampliam. Camisas de linho dialogam tanto com bermudas de alfaiataria, em produções informais, quanto com calças de corte reto, em contextos mais alinhados. Paralelamente, o algodão aparece em polos minimalistas, camisetas premium e camisas sociais adaptadas ao verão. “Esses tecidos garantem conforto prolongado e preservam a elegância mesmo após horas de uso”, ressalta Emilio. “Dessa forma, quando bem trabalhados, entregam frescor, sofisticação e versatilidade no mesmo produto.”
Sobre a Skyler:
A Skyler é uma marca de moda masculina que atua no mercado desde 1997, atualmente com 65 lojas em todo o Brasil. Nascida para democratizar o acesso à moda de qualidade, combina estilo, inovação e atendimento personalizado com excelente custo-benefício. Com mais de 400 novos produtos por coleção, suas peças atendem diferentes estilos de vida por meio das linhas Everyday, Casual, Business, Weekend e Premium.
Raio-x
Investimento inicial: a partir de R$ 300 mil
Faturamento médio mensal: R$ 90 mil
Prazo de retorno: 36 meses
Saiba mais em: https://skyler.com.br/
