Enquanto as telas ocupam cada vez mais espaço na rotina das
crianças, o Dia das Crianças pode ser uma oportunidade para desacelerar e
experimentar outras formas de diversão. Jogos de cartas, tabuleiro e outras
brincadeiras em família não precisam de bateria, Wi-Fi ou notificações e podem
reunir diferentes gerações em torno da mesma atividade.
A ideia não é eliminar as telas da rotina, mas encontrar um
equilíbrio entre o mundo digital e outras experiências. A Associação Americana de
Pediatria (AAP), por exemplo, recomenda que as famílias estabeleçam momentos e
ambientes livres de telas e garantam espaço para atividades como sono,
movimento, leitura, brincadeiras e convivência familiar.
A entidade também destaca que não existe uma quantidade única de
tempo de tela adequada para todas as crianças. Além da duração, é importante
considerar a qualidade do conteúdo consumido e se o uso dos dispositivos está
ocupando o espaço de outras atividades importantes para o desenvolvimento e o
bem-estar infantil.
Neste caso, os jogos podem ser uma alternativa simples para
incentivar a interação. Uma partida de cartas exige que os participantes
estejam atentos uns aos outros, sigam regras, esperem a própria vez e reajam ao
que acontece durante a brincadeira.
Para Marília Ramos Ribeiro, VP de Marketing LATAM da COPAG, a
principal vantagem está justamente na possibilidade de reunir as pessoas em
torno de uma experiência compartilhada. “O mais interessante dos jogos em
família é que eles não precisam ser encarados como uma atividade educativa
formal. A criança está brincando, competindo, criando estratégias e,
principalmente, interagindo com as pessoas que estão ao redor. São momentos simples
que podem se transformar em memórias afetivas e fazer parte da construção de
relações”, afirma.
Jogos de cartas para
diferentes idades
Uma das vantagens dos baralhos é a variedade de brincadeiras que
podem ser feitas com um único conjunto de cartas. Dependendo da idade dos
participantes, é possível escolher jogos mais simples ou adaptar algumas regras
para tornar a atividade acessível às crianças.
Baralhos, por exemplo, podem ser utilizados em jogos tradicionais
como pife, buraco, canastra e cacheta. Para as crianças menores, também é
possível criar adaptações ou utilizar as cartas como ponto de partida para
outras brincadeiras.
Outras opções são jogos de memória, com dinâmicas simples, e de
associação de cores e palavras. Além dos jogos tradicionais, as cartas também
podem servir como ponto de partida para criar novas atividades. Batalha,
memória, desafios matemáticos, mímica e até pequenos truques de mágica são
algumas possibilidades que podem ser adaptadas conforme a idade das crianças.
Essa versatilidade permite que a família escolha uma brincadeira
de acordo com o momento: uma partida rápida antes do jantar, uma tarde de jogos
ou até uma atividade para envolver avós e outros familiares durante o feriado.
“Mais do que substituir uma tela por outro tipo de entretenimento,
a proposta é criar um momento em que a atenção esteja voltada para as pessoas
ao redor da mesa. Afinal, em uma época em que boa parte das experiências
acontece individualmente, reunir a família para uma partida pode ser uma
maneira simples de fazer com que o Dia das Crianças seja, de fato,
compartilhado”, reforça Marília.
No Dia das Crianças, mais do que escolher uma atividade para
ocupar o tempo dos pequenos, a proposta pode ser encontrar uma brincadeira que
permita que pais, filhos e outros familiares participem juntos. Com um
baralho na mesa, o entretenimento pode ser também uma oportunidade para
conversar, rir e compartilhar alguns momentos longe dos dispositivos.
Sobre a COPAG
Com 118 anos de experiência em
baralhos e jogos, a COPAG é uma empresa brasileira reconhecida por sua
expertise, inovação e criatividade. Em 2005, a empresa foi incorporada ao grupo
internacional Cartamundi, produzindo e distribuindo baralhos, jogos e TCGs
(Trading Card Games) nos cinco continentes. A COPAG também se destaca pelo
compromisso com a diversidade e inclusão, promovendo ambientes que valorizam a
pluralidade cultural e social, além da responsabilidade ambiental.
Mais informações: http://www.copag.com.br