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Clube de Autores ganha espaço e já é responsável por 27% dos livros lançados no País

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No dia 16 de março completou um ano em que as primeiras medidas de restrição foram adotadas e o distanciamento social começou no Brasil por conta da pandemia de Covid-19. Neste momento, onde o mundo precisou se reinventar, o Clube de Autores, maior plataforma de autopublicação da América Látina, abriu caminho para cerca de 200 novos autores e chegou a uma média de mil livros publicados por mês. A mudança de comportamento de leitores também impactou no mercado de vendas da plataforma, que cresceu 55% comparado ao ano de 2019.

Atualmente o Clube de Autores possui 72 mil títulos, deste número, quase 15 mil foram publicados durante a pandemia. “Tempos difíceis são, quase por definição, momentos de concentração absoluta de ansiedade. Durante este um ano de marco da pandemia não foi diferente. A ansiedade extrema gera criatividade. Não é por outro motivo que notamos uma profusão literária, nunca se escreveu tanto. Não à toa nossa comunidade de autores vem crescendo”, comenta Ricardo Almeida, CEO do Clube de Autores.

Logo no início da quarentena, a plataforma promoveu um concurso “Crônicas de Quarentena”, convidando autores e entusiastas de todo Brasil a fomentarem a leitura e escrita relatando suas próprias experiências. O intuito foi estimular todos a aproveitarem melhor seu tempo dentro de casa. Ricardo relembra surpresa com o sucesso da ação. “Recebemos mais de 830 histórias, com visões profundas e ricas sobre suas próprias histórias de medos, dores, esperanças e até mesmo de alegrias”.

Além de abrir espaço para estes e outros tantos autores, que podem publicar seus livros gratuitamente, o Clube de Autores lançou o livro “Crônicas de Quarentena”,com 39 das crônicas recebidas, e doou toda renda obtida com a venda para ajudar a Missão Covid, que conecta gratuitamente médicos voluntários a pessoas com sintomas de coronavírus.

Com este ritmo de crescimento, Ricardo tem expectativa de crescer de 50% a 70% em 2021. “A autopublicação já é uma realidade no mundo inteiro, temos mais de 40% de direitos autorais pagos nos Estados Unidos em livros autopublicados, por exemplo. Costumo dizer que ela é o único canal para novos autores mostrarem seus trabalhos, venderem seus livros e terem sucesso em suas carreiras. A partir disso, pode até acontecer de editoras buscarem por eles, vemos isso diariamente aqui no Clube de Autores. Mas fica a cargo deles decidirem se vão seguir independente ou não”, finaliza.

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