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Entretenimento

Circo de Teatro Tubinho prossegue sua temporada on-line caprichada nas tardes deste fim de semana

Ana Lúcia

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Que tal aproveitar a graça e a magia do Circo de Teatro Tubinho um pouco mais cedo? Pois bem, neste fim de semana, de sexta a domingo, todos os espetáculos terão início às 16h (e não às 20h, como no início da temporada, dia 12/03).

A companhia preparou, mais uma vez, uma programação caprichada e amorosa para públicos de diversas idades e gostos. É só anotar: na sexta-feira, dia 19/03, “O Tubinho quer Mamar (indicação 14 anos); no sábado, dia 20/03, “Tubinho, o Pianista” (indicação: 14 anos) e no domingo, dia 21/03, o infantil “O Príncipe, a Bruxa e o Feiticeiro” (indicação livre). As apresentações são às 16h com reprises dos espetáculos às segundas, terças e quartas, às 10h.

A temporada prossegue até 7 de abril, e reúne uma série de 12 espetáculos-lives, gratuitos e ao vivo, pelo canal do YouTube e página do Facebook da trupe.

Vale destacar que essa maratona acontece no período de datas importantes: Dia Mundial do Teatro, Dia do Circo (ambas no dia 27/03) e do ano em que o Circo Teatro Tubinho completa 20 anos. A comemoração será no encerramento da temporada, em 5 de abril, com um bate-papo especial em formato virtual, pelas redes sociais do Centro de Memória do Circo, também às 16h.

O extenso repertório da trupe é composto tanto por peças tradicionais, levadas à cena nos circos brasileiros desde o início do século XX, quanto por adaptações e textos escritos pelo próprio Pereira França Neto, o palhaço Tubinho, além de outros autores contemporâneos, imersos também nesta tradição circense.

Neste projeto, realizado com apoio do Edital de Fomento ao Circo – Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, o público poderá conferir clássicos da companhia, como as comédias “Tubinho, o médico à força”, “Tubinho, o capitão da Tropa de Elite”, o infantil “Pinocchio – o boneco que queria ser gente”, o drama “O Céu uniu dois corações”, entre outros que despertam o lúdico e a poesia.

“Com este formato, o público em casa terá uma experiência análoga a que possibilitamos em nossa lona: a cada dia um espetáculo diferente para assistir”, salienta Tubinho, citando, ainda, a possibilidade do fomento às novas plateias por meio de um “plano de ação continuada, que não se restringe a um evento, mas sim, propõe a apresentação de uma temporada de espetáculos teatrais, que fazem parte um repertório tradicional diverso”.

Atualmente, o Circo de Teatro Tubinho é uma das raras companhias que continuam nas estradas brasileiras – talvez a única companhia de “família tradicional”, de lona e de circo-teatro a itinerar ininterruptamente pelo estado de São Paulo há 20 anos. É composta hoje por aproximadamente 40 artistas.

“Antes da pandemia, o coletivo levava à cena, todas as noites, um espetáculo diferente para cerca de 400, 500 pessoas. Desde março de 2020 estamos sem trabalhar na lona e a arrecadação por bilheteria, que nos mantém em atividade, está suspensa”, destaca o artista Pereira França Neto, o Palhaço Tubinho.

Uma história para manter viva a tradição do circo-teatro brasileiro
O Circo de Teatro Tubinho é um circo diferente e faz parte de uma tradição muito popular das décadas de 20 à 70, mas que está praticamente extinta nos dias de hoje. Sai de cena a referência de circo com apresentações de malabares, trapézio, acrobacias e globo da morte e entra em cena o circo itinerante de lona, que apresenta um espetáculo teatral diferente a cada noite.

Completando 20 anos de estrada, o Circo de Teatro Tubinho é uma das poucas companhias no país que continua sendo responsável por levar a arte circense e teatral a locais que não estão na rota das companhias convencionais, apresentando todas as noites, um espetáculo diferente de um repertório de mais de cem peças.

Nesses 20 anos, o empreendimento cresceu em tamanho, abrangência e mérito artístico. Tanto que a família Tubinho conquistou inúmeros admiradores e fãs nas cidades pelas quais passou. O reconhecimento da companhia junto ao público foi confirmado com o recebimento do Prêmio Governador do Estado de São Paulo, na Categoria Circo, por votação popular, para Pereira França Neto (Palhaço tubinho), em 2011, e para o Circo Teatro Tubinho, em 2017.

Ao longo dos anos, o Circo de Teatro Tubinho transitou entre os mais diversos meios de comunicação e empreendimentos, de modo que Tubinho lançou CD, livro de piadas, ganhou seu próprio boneco e uma série de histórias em quadrinhos, estrelou um programa semanal na televisão e chegou aos cinemas por meio da produção independente Tubinho, o filme.

Circo de Teatro Tubinho em números
– Há 20 anos na estrada;
– Atualmente, a família é composta por 40 pessoas;
– Mais de 100 artistas e funcionários já passaram pela companhia;
– Repertório recheado com mais de 100 espetáculos teatrais;
– Passou por mais de 60 cidades do Paraná, de Santa Catarina e de São Paulo;
– Já visto por mais de dois milhões de espectadores;
– Em 2014, realizou a sua maior temporada, permanecendo 8 meses em Sorocaba (SP);
– Nesses 20 anos, foram apresentados, aproximadamente, 6000 espetáculos.

Circo de Teatro Tubinho
Temporada on-line de espetáculos

Quando?
De 12.03 a 07.04
Agenda desta semana:
Sexta, dia 19/03, “O Tubinho quer Mamar”. Indicação: 14 anos.
Sábado, dia 20/03, “Tubinho, o Pianista”. Indicação: 14 anos
Domingo, dia 21/03, “O Príncipe, a Bruxa e o Feiticeiro” (infantil). Livre
Reprises dos espetáculos da semana às segundas, terças e quartas, às 10h

Onde?
youtube.com/youtubinho
facebook.com/circotubinho

Quanto?
Grátis!
Este projeto foi realizado com apoio do Edital de Fomento ao Circo – Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Acesse a programação completa no site: www.tubinho.com.br

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Teatro

Espetáculo teatral ganha versão online para entreter toda a família

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Depois de circular por centenas de cidades Brasil afora, ‘Um Reino Sem Dengue’ transforma a tela no seu palco principal para continuar conscientizando crianças e adultos sobre a dengue, um tema que se mantém atual e que, agora, utiliza a tecnologia para diminuir distâncias e garantir acesso à cultura e lazer à população de todas as idades.

A peça é ambientada em um reino onde não existem doenças, mas que é invadido por um inimigo “invisível” que deixa o rei doente. Para desvendar este mistério, o melhor detetive das redondezas é chamado. Com a ajuda do príncipe, das princesinhas e seus súditos, ele descobre que o grande vilão é o mosquito Aedes Aegypti. A história é baseada no livro homônimo de Alda de Miranda, que traz ilustrações de Ricardo Girotto.

“Em todos os nossos projetos temos o propósito de democratizar o acesso às artes e utilizá-las como ferramenta de fixação e conscientização sobre temas relevantes, como a dengue, por meio de atividades lúdicas e estimulantes, como o teatro. O intuito de ‘Um Reino Sem Dengue’ é reforçar as principais medidas de prevenção: fazer a limpeza adequada, eliminar focos de água parada e jogar lixo no lugar devido. Tudo isso com auxílio de uma linguagem mais leve e divertida e, claro, com o encantamento que o teatro traduz”, comenta Ana Paula dos Santos, coordenadora geral do projeto que está em sua segunda edição.

O espetáculo terá tradução em libras e será comandado pela primeira vez por Mariane Bigio que, entre tantas atribuições, é atriz, cordelista e contadora de histórias. Apostando na ludicidade, a peça utiliza a informação, o teatro de bonecos e a trilha sonora animada como ferramentas para estimular a imaginação das crianças e esclarecer (ou reforçar) a relevância do assunto para os adultos, contribuindo – mesmo que indiretamente – para o combate ao mosquito Aedes Aegypti.

Neste novo formato, ‘Um Reino Sem Dengue’ será apresentado no sábado (24 de abril) com transmissão ao vivo pelo Canal da Villa 7 | AH7 no Youtube e pelo Instagram da atriz. Viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, o projeto Teatro na Villa – 2ª Edição é apresentado pelo Ministério do Turismo através da Secretaria Especial de Cultura, contando com produção da Villa 7 Cultura e Agroinfo, apoio cultural da AH7 Gestão Cultural e com patrocínio da Chem-Trend.

SERVIÇO

Teatro na Villa – Um Reino sem Dengue

Quando: Sábado, 24 de abril

Horário: Às 16h

Transmissão ao vivo: Canal da Villa 7 | AH7 no Youtube e Instagram da Mariane Bigio

Evento online e gratuito

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Entretenimento

Artesanato dos Povos Indígenas terá exposição em Salvador

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No mês em que se comemora o Dia dos Povos Indígenas (19/04), as etnias da Bahia serão homenageadas com a exposição Artesanato dos Povos Indígenas: Herança de um Brasil Profundo, que acontece de 23 de abril a 22 de maio, no Centro de Comercialização do Artesanato da Bahia, no Largo do Porto da Barra, nº 2, em Salvador. A exposição, uma das ações do Abril do Artesanato Indígena, vai reunir peças utilitárias e de decoração em cerâmica, madeira, cocares e acessórios produzidos por Pataxós (Porto Seguro), Kiriris e Tuxás, ambas em Banzaê.

Todos os objetos serão comercializados na loja, que estará aberta de terça a sexta, das 10h às 18h, e sábado, das 10h às 16h. Durante a visita, o público deverá respeitar o protocolo de combate à Covid-19, através de aferimento de temperatura, higienização das mãos com álcool em gel, uso de máscara e distanciamento social.

A exposição Artesanato dos Povos Indígenas: Herança de um Brasil Profundo é realizada pela Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte – Setre Bahia, através da Coordenação de Fomento ao Artesanato, e pela Associação Fábrica Cultural.

ABRIL DO ARTESANATO INDÍGENA

Em celebração à contribuição dos povos indígenas baianos ao artesanato do estado, uma série de ações dedicadas a artesãs e artesãos indígenas será realizada no mês de abril. Além da exposição, a live Abril do Artesanato Indígena, no dia 20/04, às 15 horas, acontecerá no YouTube do Artesanato da Bahia e contará com entrega virtual das Carteiras Nacionais do Artesão para profissionais Kiriris e Tuxás e apresentação do Plano de Qualificação do Artesanato da Bahia, que terá turmas específicas voltadas aos povos indígenas.

MOSTRA

As comunidades indígenas baianas trabalham com matérias-primas extraídas em sua região, como argila, sementes, cocos, madeiras, penas, palhas e fibras. Um exemplo é a tradicional cerâmica com pintura em Tauá (pigmento de argila na cor branca), produzida por artesãs e artesãos Kiriris.

Na exposição, os Kiriris estarão representados com vários objetos, entre eles, cerâmicas utilitárias, máscaras, cabeças, pássaros, maracas, apitos e colares. Já os Tuxás, da mesma região, trazem o artesanato em madeira, que destaca a fauna em bichos entalhados, além de cachimbos e colares com ossos e dentes. Os Pataxós participam com o artesanato mais desejado pelos turistas que visitam a região de Porto Seguro, com destaque para os objetos utilitários e de decoração talhados em madeira, a exemplos de gamelas em vários formatos, além de cocares coloridos.

SERVIÇO:

Artesanato dos Povos Indígenas: herança de um Brasil profundo

Quando: 23 de abril a 22 de maio

Onde: Centro de Comercialização – Largo do Porto da Barra, 02 – Salvador

Horários: terça a sexta, das 10h às 18h; sábado, das 10h às 16h.

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Festival

Usina Jam se reinventa e promove festival online na pandemia com programação diversa e plural

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Com a proposta de reunir e divulgar a diversidade artístico-cultural da cena de Campinas e da RMC, o Festival Usina Jam entrega ao seu público uma versão remodelada em 2021: por conta da pandemia, todas as atividades acontecem em formato online, mas ainda destacando as múltiplas linguagens. A programação do evento contempla shows de música, workshops, apresentações teatrais, uma ação continuada de live painting e uma mostra documental.

“As atividades serão divididas em três dias, embora toda a programação seja online. A ideia é contribuir com o cenário artístico autoral da região a partir do oferecimento de uma grade diversificada e de qualidade. Para além da exposição das obras e dos conteúdos artísticos, o Festival Usina Jam preza pela interatividade como ponto alto da experiência cultural, com o intuito de incentivar que os(as) participantes sejam, além de espectadores passivos, agentes ativos na realização do produto cultural”, explica Daniel Resende, proponente do projeto e curador do Festival.

setlist completo será dividido com o público por meio dos perfis do Festival no Instagram e no Facebook, mas alguns nomes já são conhecidos: o multiartista André Abujamra, o artista de vanguarda RAPadura e a banda de rock’n’roll Tutti Frutti. Idealizado pelos Pedro Barsa e Gra Soares, o Projeto Corredeira leva ao público um repertório autoral fundamentado nas matrizes musicais afro-brasileiras; Eduardo Machado Trio (considerado pela crítica especializada como um dos maiores nomes do baixo brasileiro da atualidade), Nayra Lays (que mostra toda a sua versatilidade ao passar por estilos diversos da música negra a partir das experimentações de flows, ritmos e expressões), o quarteto Death Metal Sinaya (destaque na cena do rock nacional) e Jasper e a Gana (banda de rock alternativo brasileiro) também estão confirmados no Festival.

Viabilizado pela Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, o Festival Usina Jam foi aprovado pelo ProAC Expresso Lei Aldir Blanc nº. 40/2020 e está marcado para acontecer nos dias 23, 24 e 25 de abril com transmissão ao vivo pelo Canal Hocus Pocus no YouTube; todas as atividades são gratuitas.

Workshops

Dentro da programação serão oferecidas três workshops com ações formativas. Na primeira, Duda Crespa ministra a oficina “Produção Cultural Periférica”, que tem como objetivo formar agentes de cultura e lazer através do estímulo ao aprendizado sobre a produção periférica. “Será uma ótima oportunidade para dividir as experiências pessoais que adquiri em anos de estudo e prática ao longo da minha trajetória, além de incitar reflexões e provocações no que tange os chamados ‘eventos de quebrada’, sejam eles no formato presencial ou online. A ideia é conduzir uma oficina que forme pessoas com criatividade, perspectiva de parcerias e acessibilidades para os diversos corpos, e na autogestão da economia a partir da mão-de-obra contratada na própria periferia”, explica Duda, mulher preta, não hétero e artista nascida e criada na periferia.

Criador do primeiro curso de discotecagem voltado para cegos no Brasil (2014), o DJ Anderson Farias desenvolveu e adaptou ferramentas digitais de discotecagem para apoio aos deficientes visuais. Durante o Festival Usina Jam, ele ministra a oficina “Discotecagem para Pessoas com Deficiência Visual”, que defende que ensinar a arte de discotecar para quem não enxerga é completamente possível.

Por fim, o bate-papo “Lei Aldir Blanc – Panorama e Impacto Nacional” será mediado por Ana Luíza Pradella (produtora, gestora cultural, atual vice-presidente e cofundadora do Movimento Nacional ‘Sou 1 de 11 Milhões de Trabalhadores da Cultura’) e Cintia de Almeida (produtora cultural e especialista em Leis de Incentivo à Cultura).

“Em uma perspectiva setorial, vamos discorrer sobre a implantação da Lei nos Estados e Municípios, bem como sua execução e como ela está caminhando na visão do Movimento, que vem atuando diretamente com ações de representação dos trabalhadores da cultura e visa ser um centro catalisador para a mobilização, difusão e apoio ao setor, pretendendo ainda promover o respeito pelo trabalho e criação de cada um”, explica Pradella.

Espetáculos Teatrais

Em uma narrativa que mistura cordel, teatro de mamulengos e músicas típicas (como o xaxado e a embolada), Canoa Encantada apresenta “As Pelejas de Severino em Busco do Boi Suvaco”. O espetáculo narra as aventuras do vaqueiro Severino – representação do homem simples que mantém acesa a chama do sonho e da alegria herdados através das manifestações culturais de seu povo – que adentra às terras do temido João Redondo em busca de um boi perdido, sem saber que elas são assombradas pelo terrível Fantasma do Jaraguá Encantado.

Cia. Pé no Asfalto também é atração confirmada no Festival. Em “O Macaco e a Lua”, dois palhaços pescadores se perdem em alto mar. Buscando por comida, eles acabam pescando um livro de contos africanos e iniciam uma travessia imaginária até a África. Através da leitura da lenda africana que nomeia o espetáculo, eles entram em uma grande aventura, na qual descobrem a origem do tambor e suas raízes de matriz africana.

O espetáculo “A Caravana dos Pássaros Errantes”, do Grupo Nômade, tem como tema principal a liberdade. A partir de uma história real acontecida no Piauí em 1913, o grupo reconta as vivências de uma família cigana que foi perseguida e massacrada, trazendo para o espaço cênico as discriminações, lembranças e as crenças dos personagens. Juntamente com dois músicos, os atores Ana Cristina Freitas e Jonas di Paula narram e se multiplicam em personagens diversos.

Mostra Documental

“Em Construção: Das bases da vida aos dias atuais” trata da personalidade de Samuel Pérsio, um artista plástico nascido em 1982 na cidade de Araucária/PR que está montando um ateliê aberto na sua casa em Recife. No roteiro, o veículo que conduz o conhecer deste artista é sua própria voz, que compartilha sua trajetória em uma conversa entre amigos em um ambiente cotidiano, sua “casa ateliê”. Assinado pelo próprio Samuel Pérsio e por Gabriel Fardin, o mini doc conta com trilha sonora Bapurréca (Arthur Prado e Atabaquara Catulo).

Live Painting

Os artistas Thiago Monster Ectoplasma e Gi Ruggieri serão os responsáveis pela live paint, na qual será criado ao vivo o cenário de um dos palcos da Usina Jam.

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