Chuvas acima da média exigem cuidados com a segurança dos pisos em supermercados e áreas comerciais
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A previsão de precipitações superiores à média histórica em regiões do Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Sudeste de Minas Gerais e Rio de Janeiro durante outubro, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), coloca a segurança dos pisos entre os pontos de atenção para supermercados e estabelecimentos com grande fluxo de pessoas.

A entrada de água nos calçados, o gotejamento de guarda-chuvas e o acúmulo de umidade nas áreas de acesso podem aumentar o risco de escorregões. No entanto, a chuva não é o único fator envolvido. Gordura, resíduos, tipo de revestimento e práticas inadequadas de limpeza também podem comprometer a aderência das superfícies.

Para reduzir esses riscos, o NIOSH, órgão norte-americano de pesquisa em segurança ocupacional, orienta estabelecimentos comerciais a manter os pisos secos, utilizar tapetes absorventes nas entradas, remover derramamentos rapidamente e escolher produtos de limpeza que não deixem resíduos capazes de provocar escorregamentos.

Segundo Andréa Stacco, responsável pela gestão e pelo relacionamento com clientes da Veneza, a prevenção exige uma análise mais ampla do que simplesmente intensificar a limpeza.

“Quando começa o período de chuva, uma reação comum é simplesmente aumentar a frequência da limpeza. Mas segurança não significa apenas limpar mais vezes. É preciso entender como aquela superfície responde, o que está sendo usado e como água e sujeira estão chegando até o piso. Uma operação que só reage quando o chão já está molhado está sempre um passo atrás”, afirma.

A atenção também deve alcançar corredores próximos às áreas de hortifrúti, refrigeradores e outros pontos onde podem ocorrer derramamentos. Para supermercados, o NIOSH recomenda medidas específicas para impedir que a água proveniente de equipamentos ou produtos alcance os espaços destinados à circulação de clientes e funcionários.

Valdir Stacco, responsável pelo desenvolvimento técnico das formulações da empresa, destaca que a escolha dos procedimentos precisa considerar as particularidades de cada revestimento.

“Revestimentos diferentes respondem de maneiras diferentes à água, aos contaminantes e aos produtos utilizados. Antes de alterar produto, concentração ou procedimento, é preciso avaliar o conjunto. Um processo inadequado pode interferir justamente na condição que se pretende melhorar.”

Andréa e Valdir Stacco acumulam mais de 33 anos de atuação no desenvolvimento de soluções para limpeza profissional. À frente da Veneza, os dois mantêm um laboratório próprio dedicado à criação de formulações destinadas às demandas de operações comerciais e industriais.

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