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Estilo e Vida

As nove mentes do Eneamind: qual é a sua?

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Junção de duas palavras de origem grega – ênea (nove) e grammos (figura, desenho), o eneagrama é uma figura geométrica de nove pontas que representam os nove tipos de personalidades presentes na natureza humana. Pela lógica deste conhecimento milenar, o fim é sempre o início de um novo ciclo.

Foi a partir dele que o professor, mentor e empresário Marcos Trombetta desenvolveu o Eneamind, apresentado no livro homônimo lançado recentemente pela Luz da Serra Editora. Essa metodologia permite identificar a personalidade de cada eneatipo para romper com os paradigmas – que criam limitações a partir das crenças e hábitos de cada um.

Conheça as nove mentes apresentadas pelo professor Trombetta no Eneamind, identifique o seu eneatipo e descubra as virtudes que pode desenvolver para sair do piloto automático e seguir o caminho que você sempre sonhou.

O perfeccionista

Sempre à frente, é um líder nato. É extremamente correto e se sente frustrado quando alguém descumpre os combinados, bagunça sua organização ou duvida da sua moral. O medo fundamental dele é ser mau, corrupto, perverso e falível. Teme não ser uma pessoa ética, correta e confiável. A virtude a ser buscada é a serenidade. E, para isso, a meditação é um ótimo exercício. Procure relaxar e deixar a raiva ir embora. Não leve a vida tão a sério.

O prestativo

Sua maior dificuldade é dizer não para os outros. Coloca a necessidade das outras pessoas sempre em primeiro lugar, tanto que, muitas vezes, nem sabe do que precisa para si. É paciente, ouve com atenção e sempre tem um bom conselho para dar. Por ser assim, se irrita quando não recebe toda a atenção de volta. O perfil prestativo está no centro emocional e tem o foco na autoimagem para chamar atenção. A virtude que deve buscar é a humildade.

O bem-sucedido

Quer parecer alguém de sucesso, por isso é preocupado com a imagem. Busca status, apesar de ser bem-sucedido e querido pelos outros. Tem o vício emocional da vaidade e por isso quer se sentir o melhor. O medo fundamental desse eneatipo é não ser valorizado, a não ser por aquilo que realiza. Por isso, a virtude a ser buscada é a sinceridade. O que importa de verdade é o que você sabe e enxerga em si mesmo.

O melancólico

É criativo, mas aparenta estar sempre triste. Carrega em si todo o sentimento do mundo, e acredita que ninguém mais é assim. Este perfil deve tomar cuidado com toda essa melancolia, com a tristeza que rege a sua vida. Deve estar mais consciente e esperar menos dos outros. O vício emocional é a inveja – sente que falta algo em si e que isso está em outras pessoas. A saída é parar de se esconder e desenvolver os aspectos mais positivos da sua personalidade.

O observador

Tem um pensamento extremamente analítico e observador. Não gosta que invadam seu espaço, daí a dificuldade nos relacionamentos. Tem excelentes ideias, mas não as coloca em prática, pois nunca se convence de que está pronto. Seu maior desafio é partir para a ação. Uma saída pode ser encontrar um sócio com uma personalidade mais empreendedora. O medo deste perfil é ser indefeso, inútil e incapaz. A virtude que precisa buscar é o desapego da mente. Chega de estudar; arrisque-se!

O questionador

Gosta de entender o motivo para fazer qualquer coisa. E, depois que entende, vai até o fim. Por ser tão cuidadoso, fica ansioso e depende muito da opinião e feedback dos outros. Fiel nos relacionamentos, é alguém em quem se pode confiar de olhos fechados. Seu vício emocional é o medo, principalmente de errar. Não se sente capaz de viver sozinho, por isso seu maior desejo é encontrar apoio e segurança. As virtudes que deve buscar são a coragem e a confiança em si mesmo.

O sonhador

É divertido, brincalhão, super adaptável, todos o querem por perto. Entusiasta, acha que tudo vai dar certo. Porém, perde o interesse rápido. Não quer se prender a um relacionamento para viver a liberdade na sua plenitude. Seu vício emocional é a gula, não necessariamente por comida, mas uma fome insaciável por aventuras, pelo novo. O medo do sonhador é sofrer dores e privações. Seu desejo fundamental é ser feliz, satisfazer-se, realizar-se. Para isso, precisa colocar mais os pés no chão, buscar estabilidade e ser mais firme no que faz.

O confrontador

Independente e autossuficiente, este perfil não se permite falhar. Estourado, se irrita com facilidade e não mede esforços para conseguir o que quer. Tem medo de ser magoado ou controlado, ter seu espaço invadido e ser traído pelos amigos, pela família, pelo(a) parceiro(a). Seu maior desejo é se proteger e determinar o curso da própria vida. Não quer receber ordens, sabe o que é melhor para si. Precisa aprender a ouvir os outros, diminuir seus padrões e ser grato pelo que já tem. Buscar a virtude da inocência.

O preservacionista

Tem um coração gigante, sempre pronto para confortar as pessoas. Dedicado, pode passar a maior parte do tempo preocupado com metas e objetivos dos outros. Para si, não faz muita questão. Sente que já tem tudo o que precisa. Na verdade, este perfil não quer se incomodar, por isso seu maior vício emocional é a accidia, uma indolência mental, a vontade de não fazer esforço além do necessário. Seu medo fundamental é o da perda, da separação e da aniquilação. A virtude a ser buscada é fazer o que tem que ser feito, quer goste ou não.

 

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Gastronomia

Empresa lança molho cheddar vegano para consumir em casa

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Atendendo a um antigo pedido dos seus clientes, a rede de restaurantes Açougue Vegano começa a vender a famosa receita do molho cheddar que vai nos seus lanches, em embalagens de 350g, para consumir em casa. A novidade pode ser encontrada em todas as lojas da rede localizadas na capital paulista, em Campinas/SP e no Rio de Janeiro, nos aplicativos de delivery Rappi e iFood e também na recém lançada loja virtual, pelo preço de R$ 29,90.

O molho cheddar vegano é baseado na exclusiva receita desenvolvida pelos chefes Celso Fortes e Michelle Rodriguez, cujo ingrediente básico é a cenoura defumada. Uma excelente opção para as pessoas que excluíram de seu cardápio ovos e laticínios, mas sentem falta de comer o queijo cheddar tradicional.

Loja online: loja.acouguevegano.com.br

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Receitas

Aprenda como aproveitar todo o sabor dos queijos brasileiros no seu dia a dia

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O Queijo Minas é um dos queijos brasileiros mais conhecidos, mas você sabia que existem outros tipos que também são uma delícia? Além do Queijo Minas Padrão, de sabor suave, macio e ideal para acompanhar o pãozinho no café da manhã, há o Queijo Minas Frescal, que é leve, suave e molinho, recomendado para sanduíches e até mesmo doces como, o Romeu e Julieta. Já o Queijo Meia Cura, um clássico mineiro e principal ingrediente do pão de queijo, possui um sabor marcante e levemente ácido, podendo ser consumido até mesmo in natura, acompanhado de um cafezinho.

Queijo Coalho, típico do Nordeste, pode ser consumido em fatias, ralado, assado ou frito, além de ser um item obrigatório no churrasco. Seu maior destaque é ser um dos pouquíssimos queijos no mundo que podem ser aquecidos, sem derreter, tornando-se crocante por fora e macio por dentro.

Outra opção saborosa é o Queijo Prato Esférico, que foi desenvolvido por imigrantes dinamarqueses no Brasil, em meados dos anos 1920. É um queijo suave, frutado e ligeiramente adocicado, que pode ser saboreado puro ou em lanches e sanduíches quentes ou frios.

Por fim, o Queijo Reino tem uma história bem interessante. Durante o Brasil Colonial, a família real portuguesa trazia da Europa o Queijo Tipo Edam. Ele era transportado dentro de barris que, em viagens anteriores, eram utilizados para armazenar vinho. Como essa viagem era feita por navios, o queijo passava meses dentro dos barris, o que acabava alterando sua maturação, sabor e textura, além da casca, que ficava avermelhada por causa da coloração do vinho. No fim da jornada, o queijo passava por tantas transformações que acabava se tornando outro, o queijo “do Reino” de Portugal, como ficou conhecido na época. Seu sabor pronunciado e picante, possui uma textura firme, que derrete fácil na boca, além de combinar com o vinho tinto.

Para descobrir mais curiosidades sobre queijos, conheça a Escola do Queijo, um projeto da Tirolez no Youtube, que visa tornar consumidores em especialistas em queijos. Sobre este tema, há uma videoaula completa, cheia de detalhes. Basta acessar o canal da Tirolez no YouTube ou o site.

Agora que você já aprendeu mais sobre os queijos brasileiros, a Tirolez, maior empresa 100% brasileira de queijos e uma das principais marcas de laticínios do país, ensina como fazer o Arancini de Queijo Coalho Tirolez e geleia de pimenta. Essa entrada fica pronta em apenas uma hora, ideal para surpreender e abrir o apetite com muito sabor


Arancini de Queijo Coalho Tirolez e geleia de pimenta

 

Ingredientes:
4 punhados de arroz arbóreo
Azeite de oliva extravirgem
1 cebola picada
200 ml de vinho branco
Caldo de legumes
2 xícaras de Queijo Coalho Tirolez cortado em cubos]
2 ovos
2 xícaras de farinha de rosca
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Óleo para fritar
Geleia de pimenta para acompanhar

Modo de preparo:
– Em uma panela, refogue a cebola no azeite.
– Junte o arroz e envolva-o em toda a gordura. Quando este estiver bem quente, acrescente o vinho branco e mexa bem.
– Cozinhe o risoto mexendo todo o tempo, adicionando o caldo aos poucos.
– Quando o arroz estiver cozido, espere o caldo secar e desligue o fogo.
– Disponha o risoto em uma travessa e deixe esfriar. Leve para gelar por 30 minutos aproximadamente.
– Depois de gelado, faça bolinhas com o risoto não muito grandes e recheie com os cubos de queijo coalho.
– Empane passando primeiro nos ovos batidos e depois na farinha de rosca.
– Frite em óleo bem quente e sirva imediatamente acompanhado da geleia de pimenta.

Rendimento: 8 porções
Tempo de preparo: 1 hora

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Saúde

Covid-19: mortes de grávidas e puérperas dobram em 2021

Redação

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O número de mortes de grávidas e puérperas – mães de recém-nascidos – por covid-19 mais que dobrou em 2021 em relação à média semanal de 2020. Além disso, o aumento de mortes neste grupo ficou muito acima do registrado na população em geral, segundo dados analisados pelo Observatório Obstétrico Brasileiro Covid-19 (OOBr Covid-19).

Uma média de 10,5 gestantes e puérperas morreram por semana em 2020, chegando a um total de 453 mortes no ano passado em 43 semanas epidemiológicas. Já em 2021, a média de óbitos por semana chegou, até 10 de abril, a 25,8 neste grupo, totalizando 362 óbitos neste ano durante 14 semanas epidemiológicas.

Segundo o levantamento houve um aumento de 145,4% na média semanal de 2021 quando comparado com a média de mortes semanal do ano passado. Enquanto isso, na população em geral, o aumento na taxa de morte semanal em 2021 na comparação com o ano anterior foi de 61,6%.

A professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e uma das criadoras do observatório, a médica Rossana Francisco avalia que o país precisa de políticas públicas direcionadas para a população de gestantes e puérperas para conseguir reduzir sua mortalidade. O OOBr Covid-19 usa dados do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) e, segundo a atualização mais recente, com números até 10 de abril deste ano, desde o início da pandemia foram confirmados 9.985 casos de covid-19 entre gestantes e puérperas, com 815 mortes.

Morte materna elevada

A médica, que também é presidente da Associação de Medicina e Obstetrícia do Estado de São Paulo (Sogesp), afirma que a morte materna no Brasil, em geral, é elevada e que havia uma fragilidade no atendimento às gestantes e puérperas dentro do sistema de saúde no país. Diante de elementos como a sobrecarga nesse sistema por conta da pandemia e o surgimento de variantes de covid-19 – que podem estar associadas a casos mais graves da doença -, há uma piora no atendimento a este grupo.

“Quando olhamos a situação da gestante e da puérpera, já temos uma rede de saúde que não é muito organizada para atenção a casos graves para este público, tanto que [o Brasil] tem uma razão de morte materna de 55 [mortes por 100 mil nascidos vivos], deixando claro que realmente temos uma dificuldade na atenção para a saúde da mulher, especialmente gestante e puérpera”, disse a médica. A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que a razão de morte materna seja menor que 20. 

A falta de acesso aos tratamentos da doença, como internação em unidades de terapia intensiva (UTIs) e intubação, foram apontados como alguns dos gargalos no atendimento a esse grupo. Os dados do observatório mostram que uma em cada cinco gestantes e puérperas mortas por covid-19 (23,2%) não chegaram a ser admitidas em UTIs e, em um terço das mortes (33,6%), elas não foram intubadas.

“Para falarmos de acesso, pensando em uma doença que é grave e respiratória, todo mundo deveria ter acesso à intubação orotraqueal e também à UTI. Só nisso, já vemos que tem uma deficiência nessa atenção à gestante e puérpera”, avalia Rossana. Segundo a médica, para diminuir as mortes é preciso haver ações com o objetivo tanto de prevenção da covid-19 neste grupo específico como para melhorar a rede de atendimento.

A médica orienta que essas mulheres façam isolamento social e usem máscara, além de destacar a necessidade de garantia para que gestantes e puérperas possam fazer seus trabalhos em home office. “Temos que primeiro dar publicidade a esses dados para que as mulheres conheçam e entendam que gestantes e puérperas são um grupo de maior risco do que a população geral. Quando elas pegam covid-19, o risco que elas têm de evoluir para uma forma grave e precisar de uma UTI e de uma intubação é maior do que temos na população geral”.

Além disso, um dos objetivos do observatório é que os gestores públicos possam ter uma base de dados com este recorte. A ferramenta permite a análise não só dos casos no Brasil, mas de forma separada por estados e por municípios. “Então que se fortaleça e que se organize a rede de atenção à gestante e puérpera para garantir que ela consiga ter acesso a uma unidade hospitalar que tenha terapia intensiva, que tenha obstetras especializados em gestação de alto risco e também o serviço de neonatologia adequado.”

Rossana disse que, no ano passado, o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) alertou que grávidas corriam mais risco de desenvolver formas graves da covid-19 na comparação com o total da população de mulheres. Segundo ela, a gestante tem um risco maior de precisar de uma internação em UTI, de precisar de intubação orotraqueal e até um risco maior de óbito.

Governo Federal

O Ministério da Saúde informou na semana passada, em coletiva de imprensa, que os municípios receberão R$ 247 milhões para prevenir a disseminação da covid-19 entre gestantes. De acordo com o ministério, os recursos deverão ser direcionados pelos municípios para custeio de hospedagem de grávidas e puérperas que não têm condições de isolamento domiciliar e distanciamento social e também para identificação precoce e o monitoramento de sintomas da covid-19, para qualificar o atendimento para o pré-natal, parto e puerpério e para o atendimento odontológico das gestantes.

 Além desse valor, a pasta informou que R$ 1 bilhão foi direcionado a gestantes, considerando investimentos feitos pelo governo em 2020 e 2021.

O secretário de Atenção Primária à Saúde do ministério, Raphael Câmara Medeiros Parente, acrescentou que a cepa P.1 do vírus, conhecida como variante de Manaus, mostrou agressividade maior em grávidas quando comparada com o vírus que circulava em 2020.

Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil

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