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Esportes

ABDA vale a pena: esporte e educação são a fórmula do sucesso

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Há quem diga que 13 é um número que não traz sorte. Mas, um grupo de 13 atletas provou o contrário. O ano era 2013. A Associação Bauruense de Desportes Aquáticos (ABDA) tinha apenas três anos de existência e foi campeã brasileira de polo aquático na categoria sub-13.

Desde aquele dia da vitória sobre o Flamengo na piscina do Bauru Tênis Clube (BTC), os atletas e a ABDA acumularam muitas outras conquistas, títulos e convocações para seleção brasileira. Mas, nenhuma dessas conquistas se compara aos maiores objetivos da ABDA que são evolução escolar, desenvolvimento do cidadão e uma nova perspectiva de vida a partir da formação profissional.

A maioria dos 13 jogadores que trouxeram o título inédito de campeão brasileiro para a ABDA em 2013 hoje concilia a puxada rotina de atleta de polo aquático e a de estudante universitário. Alguns precisaram deixar de lado o esporte para focar na busca do seu futuro profissional. Entretanto, os aprendizados desse período jamais se perderão para todos eles.

Fórmula do sucesso – Essas e tantas outras histórias na ABDA mostram que o “casamento” entre esporte e educação é uma fórmula que dá certo. A disciplina, o comprometimento e todo o ambiente que o esporte proporciona são bases que a criança levará para a vida toda, contribuindo para sua evolução escolar e culminando em seu empenho na formação profissional.

As histórias são motivo de orgulho para o empresário Claudio Zopone, fundador e mantenedor da ABDA. “Ver esses atletas hoje na faculdade nos mostra que a ABDA vale a pena e que o esporte precisa andar de mãos dadas com a educação. Todos nós temos que caminhar com foco na nossa melhoria contínua como pessoas, como cidadãos. E seremos melhores apenas se agirmos com HUMILDADE, PERSISTÊNCIA e FÉ, os três lemas da ABDA. Além disso, precisamos ter muito amor, comprometimento e disciplina em tudo o que fazemos”, afirma.

João Carlos, Italo, Guilherme, Felipe, Eduardo, Thiago e Rodrigo
João Carlos, Italo, Guilherme, Felipe, Eduardo, Thiago e Rodrigo conciliam rotinas de atleta e universitário

O que eles dizem – Os atletas desse seleto time de 13 campeões são grandes exemplos, dentro e fora das piscinas, para os demais jovens no universo de 7 mil atendidos nas atividades da ABDA, atualmente. “Estou no terceiro ano de Engenharia Mecânica e sou grato por todas as oportunidades que tive. A ABDA abriu muitas portas para mim. Foi um berço e continuará sendo por um bom tempo para as novas gerações”, afirma Rodrigo Breno Alves, 21 anos, um dos atletas que conquistou bolsa de estudo graças ao desempenho no esporte, comportamento e dedicação em geral. Hoje, a ABDA oferece 100 bolsas de estudo, sendo 35 no ensino universitário, para atletas que se destacam de modo geral e não apenas no âmbito esportivo.

Rodrigo Alves entrou em 2012 na ABDA. No ano seguinte, já era campeão brasileiro sub-13 e ainda hoje segue treinando firme. “Na ABDA, aprendi as maiores lições da vida. Aplicando as três bases ‘humildade’, ‘persistência’ e ‘fé’, creio que vou conseguir bons resultados na minha vida e na minha carreira. Aprendi muita coisa, desde o Luso até a Arena, com a qual fomos presenteados. São muitos ensinamentos através de campeonatos, amizades, só coisas boas. Foi uma grande direção que tive na vida”, completa.

O atleta Thiago Weslley dos Santos Ferreira, 20 anos, possui diversos títulos na carreira esportiva, hoje é bolsista e cursa Gastronomia. Ele frisa a importância da força de vontade de cada um para as diversas conquistas ao longo dos anos. “Não esperávamos a primeira conquista em 2013, mas com força de vontade, fé e coragem conseguimos vencer. Dali pra cá percebemos que tudo podia mudar, só dependia de nós. Foram muitas conquistas, muitas derrotas, mas a gente aprendeu a ter respeito, disciplina, caráter e dignidade, dando sempre o nosso melhor”, explica.

Thiago conta que nunca esperava estudar em uma escolha particular e, hoje, graças ao esporte e as oportunidades conquistadas na ABDA, deve ser formar em dois anos. “Sonho em trabalhar no exterior. Educação é essencial para tudo, até para conseguir falar com as pessoas, respeitar, chegar a qualquer tipo de lugar com respeito, com dignidade”, resume.

Guilherme Cintra de Paula, 20 anos, estudante de Engenharia de Produção, também aplaude o apoio oferecido pela ABDA a ele e a outros atletas, por meio do ensino da disciplina, comprometimento e dedicação. “Eu só tenho a agradecer ao Cláudio (Zopone) e a ABDA que nos proporciona uma base, não só para formar atletas de alto nível, mas pessoas para o mundo. Sem esse apoio, eu não teria a oportunidade de cursar uma faculdade”, afirma.

Em 2013, os pequenos atletas nem faziam ideia do caminho de vitórias que iriam trilhar
Em 2013, os pequenos atletas não faziam ideia de que essa seria a primeira de muitas conquistas

João Carlos de Mattos, 19 anos, estudante de Educação Física, diz que o esporte é o grande responsável por tudo que conquistou. “De 2013 pra cá, acho que evolui muito como atleta e como pessoa. O esporte me deu chance de conseguir me formar em uma escola particular e agora estou cursando Educação Física. Quando me formar, pretendo passar meus conhecimentos para outros atletas”, planeja.

Os estudantes de Fisioterapia Felipe Augusto Alves de Almeida, 19 anos, e Eduardo Cintra de Paula, 18 anos, também fizeram parte do time campeão da ABDA de 2013 e acumulam conquistas no esporte e na vida. “Eu sou grato à ABDA por ter me proporcionado muitas experiências, conhecimento e alegria. Minha formação foi em escola pública até o 7° ano. No 8° ano, eu entrei em uma escola particular por meio da ABDA. Agora estou graduando Fisioterapia, também como bolsista da ABDA”, conta Felipe Alves.

Para ele, sem dúvidas, a vida de atleta auxilia nos estudos. “Aprendemos a ter disciplina desde cedo e isso ajuda muito na nossa formação. Eu tento ao máximo obter as melhores notas, pois sei o quanto isso é importante. Levo como meu dever e obrigação. Pretendo me formar na minha área e quero trabalhar com atletas. Espero ser competente o suficiente para poder trabalhar com os atletas da ABDA algum dia”, sonha Felipe.

Recém-chegado da Holanda onde disputou o Pré-Olímpico de polo aquático com a seleção brasileira, Eduardo Cintra acredita que o esporte contribuiu 100% em sua vida e educação. “Hoje eu não consigo pensar onde eu estaria se não tivesse entrado no projeto. Desde que entrei, me apaixonei pelo esporte e por qualquer coisa que envolva ele. Por isso, decidi cursar Fisioterapia e quero seguir na área do esporte. Também pretendo continuar ao máximo jogando polo aquático, mas com os estudos em dia. Agradeço à ABDA por me transformar na pessoa que sou hoje.”

Italo José Vizacre, 20 anos, estudante de Engenharia Civil, também fez parte da equipe campeã de 2013 e coleciona títulos e convocações para a seleção brasileira. Para o atleta, o esporte para crianças ajuda também na formação do ser humano. “Conviver sempre como um time e se ajudar desde pequeno contribui para a criança se tornar um bom profissional no futuro e também no intuito de superar limites. Naquela época do sub-13, não éramos os favoritos para o título, mas nos juntamos e encontramos um modo de vencer”, relembra o jogador que tem títulos pan-americano e sul-americano, além de ter disputado dois Mundiais.

Matheus, Bruno, João Vitor, Pedro, Luan e Daniel
Matheus, Bruno, João Vitor, Pedro, Luan e Daniel levaram para a vida o aprendizado no esporte

Bagagem para vida toda – Até quem não está mais na ABDA guarda os reflexos do período vivenciado no esporte. Luan Silva Barbieri, 20 anos, primeiro goleiro campeão brasileiro da ABDA, teve que deixar a vida de atleta para realizar o sonho de cursar a Academia de Polícia Militar do Barro Branco (APMBB). Em 2019, quando ainda treinava na ABDA e era bolsista do curso de Direito, Luan foi aprovado em 11º lugar entre 17 mil inscritos no concurso do Barro Branco.

“O esporte me mostrou que podemos chegar onde quisermos, basta querer. O título em 2013 foi uma conquista que mostrou a todos nós, da ABDA de um modo geral, que era possível alcançar o que desejássemos, bastava nos dedicarmos ao objetivo. Com isso, nos esforçamos muito para alcançar outras conquistas no esporte e na vida profissional”, relembra o ex-atleta que foi convocado para um Mundial e foi campeão sul-americano, bicampeão brasileiro e vice-campeão pan-americano.

Matheus Sato Pinheiro, 21 anos, estudante de Engenharia Mecânica, não seguiu como atleta, mas admite que sua relação com o esporte ajudou na educação. “Para ser bom no que faz é necessário foco e dedicação. O esporte contribuiu muito, me ensinou a ser mais dedicado, esforçado, a trabalhar em equipe, a ter mais foco nos objetivos e a conseguir atingi-los”, conta. Atualmente, o ex-atleta cursa Engenharia Mecânica e já trabalha como Desenhista Mecânico. “Se tudo continuar caminhando bem, com o foco e dedicação que tenho, espero futuramente ter minha própria empresa nesta área”, planeja.

Bruno Henrique Sales, 21 anos, também não seguiu no esporte, mas afirma que sua realidade hoje é fruto das experiências daquela época. “Atualmente, trabalho em uma distribuidora de medicamentos, faço curso de Confeitaria e Panificação e pretendo cursar uma faculdade de Gastronomia. Graças ao polo aquático, eu obtive uma boa formação acadêmica, em colégio particular. A ABDA agregou muito em minha vida, não apenas profissional, mas também pessoal, onde adquiri responsabilidade, resiliência e disciplina, que levarei para todas as áreas que eu estiver, nunca esquecendo do nosso lema ‘humildade, persistência e fé’.”

João Vitor Freitas da Silva, 20 anos, diz que o esporte o ajudou a se tornar mais independente. “De 2013 até hoje foi uma época difícil, mas muito boa. Agradeço a oportunidade que tive dentro do esporte. Sou outra pessoa por conta disso, conheci gente nova, sou mais confiante. O polo me mostrou que sou capaz, treinando, me esforçando sempre dando meu melhor, sem nunca desistir, tanto nos treinos para ganhar um campeonato quanto para tirar uma nota na escola”, conta o jovem que sonha em se formar em Medicina Veterinária. “Eu estava no terceiro ano de Veterinária, mas não me adaptei à mudança para EAD devido à pandemia e decidi trancar o curso. Vou começar um cursinho para tentar um bom desconto em outra faculdade. Mas, minha primeira opção ainda será Veterinária”, explica o ex-atleta.

João Vitor pontua que esporte e educação precisam andar lado a lado porque a vida de atleta não dura para sempre. “É preciso um segundo plano, uma faculdade. O polo aquático me fez amadurecer, ter foco, porque não é uma vida fácil treinar e estudar. Eu não tinha tempo livre, era focado na escola e nos treinos. Para o futuro, após me formar, pretendo ir para o exterior, atuar em um zoológico, lidar com animais de grande porte e ser reconhecido.”

Pedro Henrique de Mattos Zwicker, 19 anos, está no terceiro ano de Medicina e guarda na memória a conquista no sub-13. “Me lembro muito bem do primeiro título brasileiro conquistado em 2013, apesar de eu ter 12 anos na época. Foi uma grande partida, arquibancada lotada, melhor do que podíamos imaginar”, relembra. O estudante de Medicina começou a jogar polo aquático aos 9 anos e garante que o esporte foi importante para seu crescimento como pessoa e futuro profissional. “Sou muito grato por todos os ensinamentos que tive com o esporte, na ABDA. Aprendi valores muito importantes, como responsabilidade, disciplina, trabalho em grupo, coisas que só o esporte pode nos proporcionar”, conta o atleta que foi campeão sul-americano e pan-americano, além de ter disputado um Mundial.

Daniel Henrique Lopes, 20 anos, também fez parte do time campeão brasileiro de 2013. Apesar de ter saído da ABDA logo no ano seguinte, ele conta que o esporte foi fundamental em sua formação. “O esporte me ensinou a ter compromisso, proporcionou amadurecimento e ajudou na saúde”, afirma o jovem que hoje trabalha com o pai como azulejista e cursa faculdade de Engenharia Civil.

Vale a pena – O atleta Thiago Weslley resume bem o sentimento coletivo na ABDA por ter todos os campeões de 2013 estudando, muitos prestes a se formar na universidade e dá um conselho a quem está começando no esporte. “Por mais que seja difícil, tudo é um aprendizado, uma vitória. Pode demorar, às vezes é chato, mas nada é mais gostoso do que parar e pensar sobre onde estou, tudo que já fiz, onde já fui. Tudo valeu muito a pena. ABDA é um caminho que já mudou e ainda vai mudar muitas vidas”, profetiza o atleta ao agradecer colegas, técnicos, amigos e diretoria pelo apoio recebido ao longo dos anos.

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Futebol

Soares comemora conquista da Supercopa da Romênia e projeta disputa por mais um título

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Na última quinta-feira (15), o CFR Cluj conquistou a Supercopa da
Romênia em final disputada contra o FCSB. A partida terminou 0x0 no
tempo normal e nos pênaltis, a equipe do volante brasileiro Soares,
venceu por 4×1 e conseguiu o título da competição.

“A sensação de conquistar meu primeiro título pelo Cluj é muito boa e
única, mas não só como eu, toda minha família está contente, todos
estavam na torcida e me ajudaram muito a chegar até aqui.”

A equipe agora volta suas atenções ao Campeonato Romeno, onde está na
reta final e o Cluj está na segunda posição com 64 pontos, um a menos
que o líder, que foi seu adversário na supercopa. Além disso, o campeão
consegue uma vaga nos playoffs da próxima Champions League.

“Agora queremos conquistar mais um troféu que estamos na disputa, temos
mais dez partidas pelo campeonato nacional e cada jogo será uma final,
para sairmos com mais esse título e a classificação para o maior torneio
da Europa.”

Soares tem 32 anos e está atuando em sua primeira temporada no futebol
romeno, antes, nas últimas dez temporadas, o jogador estava no futebol
português em times da primeira divisão. No Brasil, passou pelo Vila
Nova, clube que o revelou.

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Futebol

Caio Rocha fala sobre encerramento antecipado da Liga de Malta e comemora classificação para a próxima Liga Europa

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Após um mês de paralização do futebol em Malta por causa da pandemia, a
federação decidiu encerrar de forma antecipada as competições do país.
Com a decisão, o Birkirkara, do atacante brasileiro Caio Rocha, terminou
o campeonato na quarta posição e conseguiu a classificação para a
próxima Liga Europa.

“Não é nada agradável encerrar uma temporada antecipadamente, ainda mais
porque poderia terminar o campeonato da maneira correta. É muito
desgastante psicologicamente para nós jogadores ficar nessa situação
durante um mês sem saber se continuaríamos ou finalizaria a competição.
Tem jogadores que receberão seu salário apenas até o último dia que
treinarem e com isso muitos ficarão com três meses a menos de salários
do que o normal.”

Na temporada passada, o campeonato nacional também terminou de forma
antecipada por causa da pandemia, mas o Birkirkara não se classificou
para a Liga Europa por causa de dois pontos a menos. Na atual, além de
estar na zona de classificação, a equipe estava nas quartas de final da
Copa de Malta.

“A sensação de classificar o time é maravilhosa, sabendo de todo o
trabalho que fizemos na temporada passada e nessa, pois foram muito
parecidas. Tivemos um início muito ruim onde as coisas não davam certo e
perdemos muitos pontos, mas mostramos que somos fortes para superar e
dar a volta por cima, recuperamos e conseguimos terminar classificados.”

Caio Rocha tem 26 anos e foi formado nas categorias de base do Coritiba,
antes de vir ao Brasil, dos 12 aos 14 anos, passou pelo Real Mallorca,
da Espanha. O jogador está na sua segunda temporada no futebol maltês,
onde é titular absoluto e um dos artilheiros do time.

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Futebol

Após acesso com o Londrina, Gedeilson é regularizado pelo Maringá e pode estrear diante do Paraná

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Nesta segunda-feira, o lateral-direito Gedeilson completa uma semana desde a sua chegada ao Maringá. Ele foi contratado pelo clube após ser um dos principais destaques na campanha do acesso do Londrina à Série B na última temporada.

Gedeilson fez diversos elogios aos primeiros sete dias em seu novo clube. “Me chamou muita atenção que não existe vaidade. Fui muito bem recepcionado por todos: elenco, comissão técnica, diretoria e colaboradores do clube. Esse bom ambiente é fundamental e te deixa confortável para realizar um bom trabalho. Fiquei muito satisfeito na minha primeira semana como jogador do Maringá”, destacou o atleta de 28 anos.

O nome de Gedeilson já foi publicado no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF. Portanto, ele está apto a estrear pelo Maringá nesta quarta-feira, às 11h, diante do Paraná no estádio Durival Britto. “Minha expectativa é já iniciar como titular e fazer uma boa estreia. É um jogo de boa visibilidade, contra um dos principais clubes do estado. Vim para o Maringá com o intuito de ajudar o clube a reagir no estadual e espero ajudar na busca da primeira vitória do time na competição”, enfatizou o lateral. Em quatro jogos, o tricolor tem dois empates e duas derrotas no estadual.

Apesar de ter atuado no Londrina na última temporada, Gedeilson nunca atuou no Campeonato Paranaense. A força da competição foi um dos motivos que o fizeram acertar com o Maringá. “Já pude conhecer a força do futebol no Paraná com a campanha positiva que tive no Londrina numa competição nacional. Agora terei a oportunidade de jogar no estadual e vim com intuito de fazer história coletivamente e individualmente. No aspecto coletivo, vou me doar ao máximo para ajudar o Maringá a atingir suas metas e no aspecto individual estou preparado para ser um dos melhores laterais do Paranaense”, concluiu.

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