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Estilo e Vida

Saiba o Momento Ideal Para Tirar as Rodinhas da Bicicleta das Crianças

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A bicicleta faz parte da vida de muitas crianças. Além de ser um meio de se locomover, é uma forma também de se exercitar, curtir passeios em família ou até arriscar brincadeiras com os amigos. E como dizem por aí, “a primeira magrela ninguém esquece” e, por isso mesmo, a experiência precisa ser perfeita, porque vai ficar para sempre na memória.

Por isso, os pais precisam tomar alguns cuidados para que não haja nenhum tipo de trauma, seja por medo ou por acidentes. Para isso, vale investir em acessórios de proteção adequados para o tamanho da criança. Assim, mesmo que aconteça algum tombo, o pequeno não vai levar tanto susto com o incidente.

Outro momento marcante da infância é quando tirar as rodinhas de proteção da bicicleta. Para as crianças, isso significa algo muito importante, porque esta simples ação faz com que eles se sintam “grandes”, como adolescentes ou adultos. Para os pais, é um misto de emoção e medo, por saber que o filho está crescendo, e receio de que se machuque. Mas uma dúvida permanente é: como saber a hora certa para tirar as rodinhas?

Pensando nisso, a Styll separou algumas dicas para os pais saberem a hora certa de remover as rodinhas da primeira bike, sem causar nenhum trauma nos pequenos. Confira:

  • Primeira dica: não pressione! Lembre-se que cada criança tem um ritmo diferente de aprendizado!;
  • Confira se a criança tem pleno domínio da bicicleta com Isso inclui saber pedalar, frear na hora certa, fazer curvas e não bater;
  • As primeiras pedaladas sem as rodinhas devem ser em um local plano, para facilitar o equilíbrio da criança e, de preferência, calmo;
  • Opte por uso de tênis ou outro tipo de calçado fechado, para evitar que aberturas enrosquem no pedal, causando o desequilíbrio e à queda;
  • A forma tradicional (e clássica dos filmes) de ensinar a andar sem rodinhas, com um adulto ajudando a segurar a criança enquanto corre ao lado da bicicleta, ainda é uma das maneiras mais fáceis e seguras de encarar essa nova fase. Nesses casos, é importante não segurar no guidão da bicicleta, para não dificultar na condução do veículo;
  • Por mais que os pais estejam com medo do filho se machucar, nunca deixe o próprio medo aparecer. Os pais que devem passar confiança para a criança e incentivar a cada etapa;
  • Cada pedalada, um incentivo: frases para dar ânimo são essenciais, principalmente depois de uma queda;
  • Por fim, lembre-se de tentar se divertir junto com a criança no meio desse processo de aprendizado. Os adultos já aprenderam, na prática, que cair faz parte do processo. Então, na hora (inevitável) de um joelho ralado, limpe e faça um curativo se necessário. E aproveite para fotografar esse momento, será uma bela recordação para quando a criança chegar à fase adulta.

 

Raptor Styll, com estampa de dinossauros Magic Rainbow, com estampa de unicórnio

A Styll é uma marca de referência quando se fala em bicicleta infantil. Com oito modelos em linha atualmente, incluindo desenhos antenados com a preferência da criançada (como dinossauro e unicórnio), a marca investe em peças coloridas e com visual alegre. Segundo Alexandre Santos, diretor comercial da empresa, uma bicicleta Styll é o presente perfeito para fazer parte da infância dos pequenos. “Nossas bicicletas possuem aro 12 e, por isso, são menores que as de outras marcas. Esse pequeno detalhe permite que o aprendizado aconteça sem traumas, já que possibilita que a criança fique firme com os dois pés no chão para aprender a se equilibrar – a primeira lição de um ciclista”, afirma o profissional.

Confira algumas das características das bikes da Styll:

  • Quadro e garfo fabricados em aço carbono de altíssima qualidade;
  • Manoplas e manete anatômicos;
  • Cobre corrente mais seguro, com fechamento completo, item necessário para impedir que a criança se machuque ou rasgue as roupas enquanto anda;
  • Rodas, para-lamas, protetores, selim e cobre corrente fabricados em plástico de alta resistência;
  • Pneus sem câmeras e rodinhas laterais auxiliares;
  • Certificado pelo INMETRO.
  • Possuem rodinhas laterais, um dispositivo de segurança para a criança não cair em caso de um desequilíbrio.

Os modelos são de aro 12, indicado para crianças entre 3 e 5 anos. As bicicletas Styll Baby estão à venda e podem ser encontradas nas melhores lojas de departamento e produtos infantis do país, disponíveis entre R$ 169,00 e R$ 189,00 dependendo do modelo.

As bicicletas Styll Baby oferecem liberdade sobre rodas desde as primeiras pedaladas. Afinal, Styll Baby é sinônimo de quilômetros de tranquilidade e segurança!

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Saúde

Covid-19: mortes de grávidas e puérperas dobram em 2021

Redação

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O número de mortes de grávidas e puérperas – mães de recém-nascidos – por covid-19 mais que dobrou em 2021 em relação à média semanal de 2020. Além disso, o aumento de mortes neste grupo ficou muito acima do registrado na população em geral, segundo dados analisados pelo Observatório Obstétrico Brasileiro Covid-19 (OOBr Covid-19).

Uma média de 10,5 gestantes e puérperas morreram por semana em 2020, chegando a um total de 453 mortes no ano passado em 43 semanas epidemiológicas. Já em 2021, a média de óbitos por semana chegou, até 10 de abril, a 25,8 neste grupo, totalizando 362 óbitos neste ano durante 14 semanas epidemiológicas.

Segundo o levantamento houve um aumento de 145,4% na média semanal de 2021 quando comparado com a média de mortes semanal do ano passado. Enquanto isso, na população em geral, o aumento na taxa de morte semanal em 2021 na comparação com o ano anterior foi de 61,6%.

A professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e uma das criadoras do observatório, a médica Rossana Francisco avalia que o país precisa de políticas públicas direcionadas para a população de gestantes e puérperas para conseguir reduzir sua mortalidade. O OOBr Covid-19 usa dados do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) e, segundo a atualização mais recente, com números até 10 de abril deste ano, desde o início da pandemia foram confirmados 9.985 casos de covid-19 entre gestantes e puérperas, com 815 mortes.

Morte materna elevada

A médica, que também é presidente da Associação de Medicina e Obstetrícia do Estado de São Paulo (Sogesp), afirma que a morte materna no Brasil, em geral, é elevada e que havia uma fragilidade no atendimento às gestantes e puérperas dentro do sistema de saúde no país. Diante de elementos como a sobrecarga nesse sistema por conta da pandemia e o surgimento de variantes de covid-19 – que podem estar associadas a casos mais graves da doença -, há uma piora no atendimento a este grupo.

“Quando olhamos a situação da gestante e da puérpera, já temos uma rede de saúde que não é muito organizada para atenção a casos graves para este público, tanto que [o Brasil] tem uma razão de morte materna de 55 [mortes por 100 mil nascidos vivos], deixando claro que realmente temos uma dificuldade na atenção para a saúde da mulher, especialmente gestante e puérpera”, disse a médica. A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que a razão de morte materna seja menor que 20. 

A falta de acesso aos tratamentos da doença, como internação em unidades de terapia intensiva (UTIs) e intubação, foram apontados como alguns dos gargalos no atendimento a esse grupo. Os dados do observatório mostram que uma em cada cinco gestantes e puérperas mortas por covid-19 (23,2%) não chegaram a ser admitidas em UTIs e, em um terço das mortes (33,6%), elas não foram intubadas.

“Para falarmos de acesso, pensando em uma doença que é grave e respiratória, todo mundo deveria ter acesso à intubação orotraqueal e também à UTI. Só nisso, já vemos que tem uma deficiência nessa atenção à gestante e puérpera”, avalia Rossana. Segundo a médica, para diminuir as mortes é preciso haver ações com o objetivo tanto de prevenção da covid-19 neste grupo específico como para melhorar a rede de atendimento.

A médica orienta que essas mulheres façam isolamento social e usem máscara, além de destacar a necessidade de garantia para que gestantes e puérperas possam fazer seus trabalhos em home office. “Temos que primeiro dar publicidade a esses dados para que as mulheres conheçam e entendam que gestantes e puérperas são um grupo de maior risco do que a população geral. Quando elas pegam covid-19, o risco que elas têm de evoluir para uma forma grave e precisar de uma UTI e de uma intubação é maior do que temos na população geral”.

Além disso, um dos objetivos do observatório é que os gestores públicos possam ter uma base de dados com este recorte. A ferramenta permite a análise não só dos casos no Brasil, mas de forma separada por estados e por municípios. “Então que se fortaleça e que se organize a rede de atenção à gestante e puérpera para garantir que ela consiga ter acesso a uma unidade hospitalar que tenha terapia intensiva, que tenha obstetras especializados em gestação de alto risco e também o serviço de neonatologia adequado.”

Rossana disse que, no ano passado, o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) alertou que grávidas corriam mais risco de desenvolver formas graves da covid-19 na comparação com o total da população de mulheres. Segundo ela, a gestante tem um risco maior de precisar de uma internação em UTI, de precisar de intubação orotraqueal e até um risco maior de óbito.

Governo Federal

O Ministério da Saúde informou na semana passada, em coletiva de imprensa, que os municípios receberão R$ 247 milhões para prevenir a disseminação da covid-19 entre gestantes. De acordo com o ministério, os recursos deverão ser direcionados pelos municípios para custeio de hospedagem de grávidas e puérperas que não têm condições de isolamento domiciliar e distanciamento social e também para identificação precoce e o monitoramento de sintomas da covid-19, para qualificar o atendimento para o pré-natal, parto e puerpério e para o atendimento odontológico das gestantes.

 Além desse valor, a pasta informou que R$ 1 bilhão foi direcionado a gestantes, considerando investimentos feitos pelo governo em 2020 e 2021.

O secretário de Atenção Primária à Saúde do ministério, Raphael Câmara Medeiros Parente, acrescentou que a cepa P.1 do vírus, conhecida como variante de Manaus, mostrou agressividade maior em grávidas quando comparada com o vírus que circulava em 2020.

Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil

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Saúde

Brasil registra 1.347 óbitos e 30.634 casos de covid-19

Redação

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O Brasil contabiliza 374.682 mortes por covid-19, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta segunda-feira (19). Em 24 horas, foram registrados 1.347 novos óbitos pelas secretarias estaduais de saúde. 

A soma de casos acumulados é de 13.973.695. Entre ontem e hoje, foram notificados 30.624 novos casos de infecção. Os dados indicam também que 1.138.301 pacientes estão, neste momento, em acompanhamento. Outros 12.460.712, o correspondente a 89,2% dos infectados, já se recuperaram.

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil (19.04.2021).

Estados

São Paulo soma até o momento 2.750.300 pessoas contaminadas. Os outros estados com maior número de casos no país são Minas Gerais (1.281.421) e Rio Grande do Sul (922.550). Já o Acre segue com o menor número de casos (75.599), seguido de Roraima (93.790) e Amapá (103.374).

Em número de mortes, São Paulo também lidera, com 88.528 óbitos. Rio de Janeiro (41.418) e Minas Gerais (30.397) aparecem na sequência. Os estados com menos mortes são Acre (1.433), Roraima (1.445) e Amapá (1.477).

Heloisa Cristaldo – Repórter da Agência Brasil

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Saúde

DF só aplica segunda dose da vacina em quem tomou primeira na capital

Redação

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O governo do Distrito Federal (GDF) anunciou nesta segunda-feira (19) que a segunda dose da vacina contra a covid-19 será aplicada somente a quem recebeu a primeira dose na capital. A informação foi dada em entrevista coletiva realizada na sede da administração distrital.

Segundo o GDF, a decisão foi tomada com objetivo de “assegurar o ciclo completo de imunização contra a covid-19 aos pacientes que já receberam a primeira dose”.

O DF já recebeu até o momento 712.310 doses, sendo 536.560 da CoronaVac e 175.750 da Covshield/AstraZeneca. Na capital, até o a noite de hoje, 360.178 pessoas tinham tomado a primeira dose e 140.433, a segunda.

O Distrito Federal tem 2.309.944 moradores. Assim, a primeira dose do imunizante já foi aplicada a 15% da população e a segunda, a 6% dos residentes no DF.

Jonas Valente – Repórter Agência Brasil

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