Produzido por Rick Bonadio, single “O Tempo e a Distância” marca estreia de Pingguim na Midas Music

Produzido por Rick Bonadio, single “O Tempo e a Distância” marca estreia de Pingguim na Midas Music

Fernanda Leite
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“O Tempo e a Distância” fala sobre escolher a paz, mesmo quando isso implica partir, encerrar ciclos e atravessar a solidão como passagem

Com influências que passam por O Rappa, Charlie Brown Jr. e Natiruts, o som de Pingguim transita entre rock, hip hop e reggae, refletindo uma postura que enxerga a música como ferramenta de transformação e conexão

Ouça o single em todas as plataformas digitais

O cantor e compositor Pingguim lança nesta quinta-feira (29 de janeiro), em todos os aplicativos de música, o single “O Tempo e a Distância”, marcando seu primeiro lançamento pela Midas Music, com produção de Rick Bonadio. A faixa inaugura uma nova etapa artística na carreira do músico e apresenta um retrato honesto sobre lucidez emocional, amadurecimento e recomeços. A faixa chega acompanhada de um videoclipe, que estará disponível no canal oficial do artista no YouTube a partir de 06 de fevereiro.

“O Tempo e a Distância” fala sobre escolher a paz, mesmo quando isso implica partir, encerrar ciclos e atravessar a solidão como passagem. “É uma música sobre lucidez emocional e recomeço. Sobre entender que insistir dói mais do que seguir em frente”, explica Pingguim. A letra nasce de vivências reais e não romantiza a dor, mas também não foge dela: “É sobre amadurecer, se responsabilizar pelas próprias escolhas e seguir com mais consciência”.

Musicalmente, o single transita com naturalidade entre rap e rock moderno, combinando peso, groove, atitude e emoção. “O rap traz a narrativa, a palavra crua; o rock entra com energia, intensidade e explosão emocional”, define o artista. O resultado é uma canção urbana e direta, alinhada ao rap rock brasileiro contemporâneo, mas com identidade própria, sem apego nostálgico ao passado.

O processo de composição aconteceu como um desabafo organizado, anterior a qualquer intenção comercial. “A letra nasceu de vivências pessoais, reflexões e decisões que precisaram ser tomadas”, conta Pingguim. A produção no Midas trouxe refinamento sem descaracterizar a essência: “O Rick (Bonadio) potencializou a força da mensagem, ajustou a sonoridade e ajudou a transformar essa verdade crua em uma música forte, atual e pronta para chegar ao público”.

A inspiração vem da própria vida, de relações que já não faziam sentido, da pressão das aparências e da necessidade de se afastar do caos para preservar a saúde emocional. “É sobre entender que amar não pode ser sinônimo de sofrimento. Partir, às vezes, é um ato de coragem”, afirma.
Para Pingguim, o lançamento representa um marco simbólico. “É o nascimento oficial de um projeto mais maduro, alinhado com quem eu sou hoje”, diz. A expectativa é grande, mas consciente: “Essa música fala de algo muito humano e universal, e acredito que as pessoas vão se identificar”.

Nascido em São Bernardo do Campo, e criado no bairro Zaíra, em Mauá, Pingguim carrega na voz as marcas do ABC paulista. Hoje, aos 32 anos, mora em Ribeirão Pires, de onde expande sua trajetória com uma visão cada vez mais madura, espiritual e conectada à própria história. Sua relação com a música começou cedo, impulsionada pelo desejo quase instintivo de montar uma banda. Por volta dos 18 anos, ao transformar frases e pensamentos em letras que passaram a circular na internet, percebeu que palco era o seu lugar – mais do que uma escolha, um chamado.

Com influências que passam por O Rappa, Charlie Brown Jr. e Natiruts, seu som transita entre rock, hip hop e reggae, refletindo uma postura que enxerga a música como ferramenta de transformação e conexão. Em 2026, ao iniciar sua fase na Midas Music sob produção de Rick Bonadio, o artista celebra um alinhamento de propósito: “O que cresci ouvindo foi produção do Rick”. Para ele, a parceria vai além de sucesso e números: é amadurecimento, destino e missão.

Com um álbum já encaminhado e novos passos pela frente, Pingguim segue confiante para colocar seus sons no mundo, voltar aos palcos e deixar que as canções encontrem seu público. “Viajar faz parte de quem faz música de verdade”, resume.

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