Por que o abandono terapêutico é o principal fator de casos refratários

Por que o abandono terapêutico é o principal fator de casos refratários

RBN
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O Ph.d Fabiano de Abreu comenta sobre pacientes que possuem resistência a tratamentos e acabam abandonando a terapia.

Em estudo publicado pela revista Ciência Latina, podemos ver que muitos pacientes que buscam ajuda profissional para lidar com suas emoções e sentimentos, acabam tendo em primeiro momento um certo desconforto com suas próprias questões, o que acaba gerando uma vontade de mudar o outro para si e não mudar suas próprias atitudes.

Como psicanalista e biólogo creio que, ao contrário do que muitos pensam, a terapia é um processo personalizado para cada paciente, sendo feito sob medida para suprir as necessidades e problemáticas de cada indivíduo.

Por mais que a terapia funcione para que os pacientes se percebam, se ouçam, e se vejam, infelizmente ainda é constante casos em que pessoas regrida em seu processo, e o que o maior fator causador disso é o abandono terapêutico de forma precoce.

Ou seja, as situações associadas ao abandono psicoterápico são importantes fontes de informação sobre cada processo terapêutico, o que possibilita a compreensão dos fatores que estão envolvidos e consequentemente na eficácia dos atendimentos.

Artigo publicado: https://ciencialatina.org/index.php/cienciala/article/view/1728/2442

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