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Gostando ou não do reality show é indiscutível que ele é um terreno fértil para aprendermos sobre muitas coisas: vendas, marketing e também mundo corporativo! Mas como? Recentemente uma das participantes foi expulsa do programa por ter agredido outra confinada.
Ela ainda acrescenta que existem ótimos profissionais, que fazem grandes entregas, e são peças fundamentais nas empresas: quanto mais você faz, mais exposição terá, assim como mais tarefas e responsabilidades.
A Maria é um exemplo disso. Começou devagar, foi crescendo no jogo, ganhou espaço no programa, mas por conta da falta de habilidade interpessoal e inteligência emocional colocou tudo a perder. E muitas pessoas não são promovidas exatamente por esse motivo.
“Diversos profissionais pecam nessa questão. Em qualquer cargo, do assistente ao diretor, o critério de promoção é o mesmo, e não importa o que você faz ou quanto você ganha. O que torna você diferente serão suas habilidades de liderança, emocionais, além do dialeto executivo.”, finaliza.
Patricia que foi diretora e teve passagem por grandes empresas como C&A, Centauro e Etna reforça: geralmente, os mesmos motivos da contratação, são os da demissão. Esse cenário se assemelha e muito ao que vimos no reality – uma participante com todos os pré-requisitos para fazer uma longa jornada dentro do programa, mas que se perdeu no início do jogo por não ter inteligência emocional e estar preparada para tanto pressão, além de não se adequar ao “jogo”.