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Tecnologia

Motorola celebra a liderança em 5G, 48 anos depois de fazer a primeira chamada de telefone celular do mundo

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Na Motorola, o dia 3 de abril tem um significado especial. Em 1973, foi nesse dia que a Motorola demonstrou publicamente o primeiro sistema de telefonia portátil do mundo, utilizando um protótipo do Motorola DynaTAC 8000X.  Em 2019, foi nesse dia em que o moto z3, combinado com o 5G moto snapTM, tornou-se o primeiro smartphone disponível comercialmente do mundo a se conectar ao 5G, quando a Verizon ativou sua rede 5G ultra wideband. Da primeira chamada de celular à conexão de consumidores em todo o mundo com as velocidades mais rápidas do 5G, a Motorola sempre esteve presente em cada passo.

Durante os últimos dois anos, a Motorola manteve a liderança em 5G, com o lançamento de vários dispositivos habilitados para mmWave e sub-6 5G em todo o mundo. Seja pela família motorola edge, que entrega velocidade pura ao segmento premium, seja pelas adições em 5G mais recentes, como o moto g100 e o moto g50, que reforçam o compromisso da marca com a democratização do 5G, com o dispositivo mais acessível até o momento, a Motorola é reconhecida por seu papel no avanço da adoção dessa tecnologia.

Hoje a Motorola celebra o êxito no espaço 5G e também o compromisso de levar o poder do 5G a cada vez mais consumidores, onde quer que estejam.

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Tecnologia

Tecnologia brasileira garante reconhecimento facial de pessoas da raça negra com nível de precisão inédito

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Uma tecnologia de reconhecimento facial genuinamente brasileira apresenta os resultados mais precisos no ato de identificar pessoas da raça negra com mínima margem para inconsistências. Desenvolvida pela startup carioca CyberLabs, divisão focada em inteligência artificial do Grupo CyberLabs, o maior grupo de Inteligência Artificial e soluções de IA para cibersegurança da América Latina, a solução proprietária baseada em Inteligência Artificial é batizada de KeyApp e foi desenvolvida com uso de tecnologia da NVIDIA Enterprise, que revolucionou a computação paralela e é hoje líder em soluções de IA.

A solução foi condicionada a detectar e diferenciar um conjunto abrangente de cor de pele, traços, formato dos olhos e outras características que permitem distinguir brancos, pretos, indígenas e asiáticos com acurácia semelhante. Aprimorar modelos de reconhecimento com ampla exatidão para todas as raças é hoje um dos principais desafios para empresas de tecnologia e soluções em Inteligência Artificial.

O KeyApp, de acordo com resultados obtidos em teste de acurácia sobre banco de imagens de faces multi racial, Racial Faces in-the-Wild (RFW), já apresenta nível de precisão de 99,84% para faces de pessoas da raça negra. Já em outras soluções de reconhecimento facial do mercado, nesse mesmo teste, esse índice varia de 75,8% a 87,5%, segundo dados apresentados pelas próprias empresas.

A parceria da CyberLabs com a NVIDIA Enterprise permitiu à startup brasileira construir uma solução com mais rapidez, interação e assertividade, por meio do uso de GPU T4, que é responsável por tarefas como treinamento e inferências em Deep Learning. Foram mais de três anos de pesquisas e desenvolvimento até o lançamento do KeyApp, em março de 2020. Antes de começar a utilizar a T4 para processar seu banco de imagens, a CyberLabs trabalhava com um nível de precisão de 90,89% para faces de pessoas pretas. O ganho de desempenho, com aumento para 94,48%, só foi possível graças à capacidade da tecnologia da NVIDIA de acelerar o processo de treinamento da Inteligência Artificial. Dessa forma, se a startup precisava de 2 a 3 semanas para processar uma certa quantidade de informações, passou a levar apenas 7 dias para desempenhar a mesma tarefa com a T4.

Para Marcelo Sales, fundador e presidente da CyberLabs, a funcionalidade combate o cada vez mais comum “racismo algorítmico”, caso em que uma aplicação reconhece rostos mais claros, mas não consegue interpretar atributos de rostos mais escuros. “Nossa missão é oferecer uma tecnologia compatível com a diversidade e miscigenação da população brasileira”, destaca Sales.

Em setembro de 2020, alguns episódios de racismo algorítmico viralizaram nas redes sociais e intensificaram esses debates. Tudo começou quando um usuário publicou diferentes versões da mesma imagem com fotos do senador norte-americano Mitch McConnell, que é branco, e do ex-presidente Barack Obama. O sistema da rede social, que “escolhe” uma parte da imagem para destacar, selecionou McConnell em todas as tentativas. Em outro caso, um estudante compartilhou imagens de uma reunião com um professor preto em uma conceituada plataforma de videoconferência. Nas imagens, o rosto do professor desapareceu completamente quando inserido um fundo virtual, que depende do reconhecimento de rostos para separar o usuário do restante do ambiente. O aluno, branco, não teve o mesmo problema.

A explicação para esse fenômeno tem a ver com o conceito de machine learning: o sistema é “treinado” e “aprende” a categorizar novas imagens de face de acordo com as imagens de face contidas nas bases de dados que foram utilizadas para “treinar” o sistema. Se nas soluções importadas essa base é construída a partir de bancos de imagem pré-formatados, o KeyApp, por outro lado, abastece sua base de dados de maneira mais assertiva. A tecnologia da CyberLabs foi desenvolvida com fotos e vídeos de pessoas “reais”, estrangeiras e brasileiras, abrangendo uma diversidade de raças jamais vista em uma solução desse tipo. “A diversidade da população brasileira reflete diretamente na abrangência do nosso banco de dados”, explica o presidente da CyberLabs. “Continuamos abastecendo o KeyApp para alcançar níveis de precisão cada vez mais altos, é um processo de melhoria sem fim”, completa.

“É um grande orgulho para a NVIDIA Enterprise fazer parte de um avanço tão significativo para uma sociedade justa e segura para toda a população. O Brasil tem um imenso potencial tecnológico para se trabalhar com Inteligência Artificial e esse projeto da CyberLabs é mais uma prova disso”, comenta Marcio Aguiar, diretor da NVIDIA Enterprise para América Latina.

Instalado em entradas e passagens, o KeyApp funciona como uma ferramenta de controle de acesso, capaz de monitorar a circulação de pessoas sem contato físico. Para utilizá-lo, o usuário baixa um aplicativo gratuito na AppStore ou Google Play, preenche seus dados e faz o reconhecimento facial em segundos. A tecnologia segue todos os preceitos da legislação de proteção de dados do Brasil, a LGPD, que entrou em vigor em setembro. Ao fazer o cadastro, o usuário saberá com quem vai compartilhar suas informações, com qual finalidade e quando os dados serão apagados do aplicativo.

A CyberLabs oferece todas as funcionalidades do KeyApp gratuitamente a entidades públicas como meio para democratizar o acesso à Inteligência Artificial por todas as camadas da população. A tecnologia já foi implementada no Centro de Operações Rio (COR), Rio de Janeiro, e na Santa Casa de Itajubá, em Minas Gerais.

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Tecnologia

Mercado digital é destaque em crescimento pela preocupação com proteção de dados

Amanda Mathias

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Crédito: iStock

Área de Tecnologia da Informação cresce de forma acelerada e pode ser profissão perfeita para quem gosta de tecnologia, comunicação e inovação

 

Com todos os trabalhos, aulas e eventos transferidos para o mundo digital por conta da quarentena, agências especializadas em soluções tecnológicas estão impulsionando o crescimento de modelos de negócios voltados para esta área e buscando soluções inovadoras de impacto em diferentes setores.

Soma-se a isso a regulamentação dos governos, que estão mais rígidos sobre privacidade de dados coletados por dispositivos, o que deve impulsionar ainda mais o mercado. Oferecer opções aos consumidores para coletar os dados necessários e aumentar a privacidade do usuário são também fatores que impulsionam a necessidade da segurança da chamada Internet das Coisas (IoT na sigla em inglês, Internet of Things). De forma simplificada, Internet das Coisas é o jeito que objetos inteligentes se comunicam entre si, como, por exemplo, uma lâmpada ativada por comando de voz. 

A transação de informações em tempo real está gerando maior necessidade de proteção para os usuários com o uso cada vez maior desses eletrônicos, que se comunicam sem a necessidade de cabos e de internet como 4G e 5G e aumentam o risco de ataques cibernéticos.

Com essas aplicações cada vez mais inseridas no nosso dia a dia, não é à toa que a carreira em análise de desenvolvimento de sistemas promete um futuro promissor. Por isso, separamos para você um guia básico para considerar esta profissão. 

O que faz um analista de sistema

As atividades vão desde elaborar novos projetos na área de sistemas da empresa, corrigir problemas e falhas, desenvolver relatórios técnicos, administrar o banco de dados da empresa, documentar, projetar e programar sistemas de informação até também analisar hardware e software da empresa. É possível atuar em muitas frentes de trabalho e em corporações de diferentes segmentos. Entre as competências necessárias para aproveitar as oportunidades estão domínio da língua inglesa, atenção e foco. 

A média salarial de um analista de sistema pode chegar a até R$ 4 mil, e as projeções para o ramo são animadoras, já que a transação de informações do físico para o digital tende a aumentar com a convergência dos sistemas e o aumento do uso e do desenvolvimento da Internet das Coisas. 

Além de interesse pela área, um bom analista de sistemas precisa trabalhar três tipos de características que são muito requisitadas. É preciso ter uma alta capacidade de concentração para executar projetos, pois não basta deixar tudo apenas no pensamento. É necessário identificar necessidades reais, planejar soluções para a empresa e, mais importante, concluir e executar os projetos. 

Um analista de sistema deve também ser um bom estrategista, conhecendo bem as ferramentas do mercado para ter bons resultados nos projetos. E, por último, mas não menos importante, ser um bom gestor de pessoas. É preciso saber se dar bem com mais do que o computador, já que um analista deve se relacionar com pessoas de outras áreas para execução dos projetos. 

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Tecnologia

Pagolivre lança app e coloca a cobrança recorrente na palma da mão do empreendedor

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De alimentos, até produtos e serviços, quase tudo é entregue via delevery. A pandemia da Covid 19 impulsionou o ecommerce. Em dezembro de 2020, o ecommerce registrou alta de 53,83%, em relação ao mesmo período de 2019. O faturamento, considerando a mesma base comparativa, teve crescimento de 55,74%. Os dados são do índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) em parceria com o Neotrust | Movimento Compre & Confie. A Ebit|Nielsen, prevê que as vendas online cresçam 26%, com um faturamento de R$110 bilhões. No modelo de assinaturas já é possível encontrar de tudo, como por exemplo; pescados, móveis, perfumes, vinhos, além dos tradicionais serviços de streaming, revistas, jornais, entre outros.

Atenta aos movimentos deste mercado, a pagolivre cresceu 15% em faturamento e 40% em lucro em 2020, e prevê um crescimento de 30% em 2021. A empresa apresenta um leque de soluções on demand e oferece, Gateways, plataforma de ecommerce e infraestrutura de serviços funcionais e de marketing, que condensam em um ecossistema completo todas as necessidades dos clientes para vendas on e offline, e agora, leva para o app todos os serviços para facilitar o dia-a-dia dos seus clientes. “O app, exclusivo permite que os clientes tenham acesso total às informações sobre suas vendas em qualquer hora e lugar. É possível acessar os dados de maneira fácil e ágil diretamente no smartphone para controlar recebimentos com a ponta dos dedos”, explica Claudio Dias, CEO da pagolivre.

Disponível no Google Play, o app pagolivre é gratuíto para downloads, mas é necessário que os usuários tenham uma conta aberta na plataforma web www.pagolivre.com.br para aproveitar de forma eficiente todas as funcionalidades do app.”Levamos para a palma da mão dos nossos clientes a gestão, aferição de taxas, consolidação e conciliação de contas, além de gestão de todas as maquininhas e um botão de vendas para que os clientes vendam a qualquer hora e de qualquer lugar com total controle das vendas”, explica Claudio Dias, CEO da pagolivre.

Com foco na jornada completa do consumidor, a pagolivre, especialista em economia da recorrência, modelo que se tornou atrativo para as empresas durante a pandemia por garantir vendas fixas, traz mais esta facilidade para os seus clientes ao disponibilizar o acesso à plataforma pelo aplicativo, diferenciando-se das suas concorrentes tradicionais. Segundo Claudio Dias, a empresa apresenta ainda em seu portfólio, soluções que agregam valor e estimulam o faturamento dos seus clientes, através de ações por QR code, indicação de leads, landingpages, além de todas as formas de pagamentos em um único lugar “O app complementa a jornada de compras e abre novas possibilidades, principalmente no momento atual em que as vendas são quase instantênas e os negócios precisam de agilidade”, reforça Dias.

Como vender mais e ainda controlar as contas e taxas de adquirentes?
Além de conciliação e consolidação de vendas, o app está integrado com um botão de vendas que facilita também operações de compra. Com uma experiência de vendas simplificada, os clientes poderão vender seus produtos ou serviços sem redirecionamento, tudo dentro do seu aplicativo Android. “De fácil integração, é possível escolher formas de pagamento que atendam diferentes necessidades”, conclui Dias.

Mais informações sobre o app disponiveis no link: https://materiais.pagolivre.com.br/landing-page-lancamento-app

Fundada há 5 anos, a Pagolivre é uma fintech de meios de pagamento especializada em Cobranças Recorrentes em diversos segmentos – Conta com um ecossistema completo na gestão dos pagamentos recorrentes, tanto em cartões quanto em boletos. A empresa agrega valores em sua solução e possibilita a venda em diversos meios de captura, tais como maquinhas, link de pagamentos à distância, aplicativo Mobile, e todos os meios digitais.

Como diferencial, apoia as empresas em sua estratégia digital, com a criação de landing pages, campanhas de marketing e ações que estimulam a captação de leads e as vendas, principalmente com seu módulo de indicação digital.

A Pagolivre está sediada em São Paulo, conta com aproximadamente 50 colaboradores e trabalha de forma integrada para que a experiência do cliente seja de absoluta interação, conciliando suas operações realizadas de forma física e online. E claro, sem limites para encantar o cliente.

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