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Lutas

Marcela Giantomassi fala sobre atual momento de crise no Jiu-Jitsu devido à pandemia

Ana Lúcia

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Assim como a maioria dos atletas brasileiros que buscam por oportunidade e um lugar ao sol, Marcela Giantomassi já imaginava um ano melhor do que foi 2020, onde ficou impossibilitada de competir devido a pandemia. Escalada para lutar no Duelo de Titãs que iria ser realizado no dia 20 de março, onde faria a sua estreia como faixa-preta, a lutadora lamentou o fato de ter mais um evento cancelado, além da situação atual que a sociedade vive atualmente:

— Estou muito triste com a atual situação que todos estão vivendo no mundo, devido a pandemia ocasionada pelo Covid-19, e triste também por todos os eventos cancelados — declarou a lutadora que nasceu em São Paulo, mas foi radicada em Goiás.

Seguindo o exemplo das maiores capitais do Brasil, os prefeitos da chamada “Grande Goiânia” decidiram ampliar as restrições para conter a Covid-19, devido ao aumento do número de casos no estado.

Recém-graduada à faixa-preta, Marcela Giantomassi é uma referência no centro-oeste do país, região no qual já realizou inúmeros seminários exclusivos para mulheres que praticam a arte suave. Otimista que logo tudo deve melhorar, a faixa-preta se mantém firme na preparação para retornar aos tatames assim que possível:

— A preparação segue a mesma, essa semana a academia fechou por conta do lockdown, mas continuo firme com a preparação física — declarou Marcela Giantomassi.

Campeã do Rio Summer em 2016 e do Campeonato Brasileiro da CBJJ, evento no qual venceu por três anos seguidos (2016, 2017 e 2018), a lutadora ainda soma na carreira inúmeras medalhas em outros eventos, isso sem contar as vitórias que Marcela acumula nas artes marciais mistas.

Questionada sobre o impacto que a pandemia teve no Jiu-Jitsu e no MMA, a lutadora acredita que os atletas da arte suave estão sofrendo mais, devido aos protocolos mais rígidos que são impostos pelo número de atletas em cada torneio:

— No MMA, percebi que não foi abalado tanto quanto no Jiu-Jitsu, muitos eventos de MMA estão conseguindo se adaptar às novas normas, porém no Jiu-Jitsu é mais difícil, por conta da quantidade de atletas que participam de um campeonato.

Dentre as principais competições que a atleta ainda vislumbra em disputar em 2021 estão além do Duelo de Titãs, o Mundial Master e o Campeonato Brasileiro da CBJJ. A lutadora ainda vislumbra realizar ao menos uma luta de MMA, atualmente a atleta ostenta um cartel com 2 vitórias em 6 combates disputados.

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Pupilo de Roberto Cyborg vive grande fase nos EUA

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Um dos faixas-roxas de maior destaque no cenário norte-americano de Jiu-Jitsu, Felipe Porto é pupilo do consagrado faixa-preta Roberto Cyborg, líder da Fight Sport. Com apenas 22 anos, mas com um grande know-how na modalidade, o lutador ocupa o Top 5 no ranking da IBJJF que classifica os melhores atletas do mundo na faixa-roxa com quimono. Medalhista tanto com, quanto sem quimono no Orlando Open, que ocorreu no fim de março, o atleta analisou a sua performance no evento:

— Foi uma experiência muito boa, pois lutei com faixas pretas de alto nível como o Pablo Lavaselli de igual para igual, me senti muito bem fisicamente e tecnicamente — destacou o atleta.

Felipe Porto acabou ficando com a prata com quimono, e com a medalha de ouro na disputa do torneio No Gi. Recuperando a forma na medida em que os eventos ainda estão sendo normalizados nos EUA, Felipe ajudou a Fight Sports a ficar com o ouro no Miami Open em 2020, além de ter no currículo recente os títulos do New York Open, World Series of Grappling, e as inúmeras vitórias pelo SubStars que anotou em 2019. Fase atual que o credencia entre os melhores da sua graduação, segundo o próprio atleta:

— Acredito que estou sim entre os melhores, mas também tem muitos bons atletas surgindo, o Jiu-Jitsu está crescendo muito — destacou o faixa-roxa Felipe Porto.

Felipe no pódio do Orlando Open (crédito foto – arquivo pessoal)

Além da grande performance no Orlando Open, o atleta se consagrou campeão do Charleston Open que aconteceu no fim último de semana, nos EUA. Dentre as próximas competições que o atleta vislumbra conquistar na carreira estão o New Orleans Open, o Pan No Gi e o Miami Open. Com o ritmo de vacinação nos EUA se intensificando cada vez mais, as competições estão voltando a todo o vapor, proporcionando aos atletas toda a segurança possível para a realização dos torneios.

— Graças a Deus a situação aqui nos USA está se normalizando, está cada vez mais crescendo o número de campeonatos de novo, o que é ótimo para nós que vivemos do esporte — finalizou.

Natural da cidade de Jacareí, interior de São Paulo, o atleta representa a equipe Fight Sports nos EUA, comandada por Roberto Cyborg, principal treinador de Felipe e campeão consagrado do ADCC, maior torneio de luta agarrada do mundo.

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Irwing King Kong avalia estreia no ACA MMA: “Consegui deixar a minha marca”

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Atual campeão peso-médio do SFT e um dos atletas a serem batidos no cenário nacional, Irwing Romero ou apenas “King Kong” estreou no palco do ACA MMA no último dia 12 de março contra o russo Ibragim Magomedov. Sempre agressivo cage, Irwing busca acabar com o duelo desde início, porém, acabou encontrando um rival que procurou a todo custo segurar o ímpeto do brasileiro, que apesar da derrota conseguiu impressionar o público e os organizadores do evento:

— Eles viram que eu sou um cara que gosta de lutar e que gosta de dar show. Infelizmente meu adversário apesar de ser striker entrou para amarrar a luta. Porém, o mais importante foi que não me machuquei,  impressionei os russos e eles gostaram. O presidente do evento conversou comigo depois, falou que adorou tudo, desde a entrada com música russa, o chapéu, até a luta. Então fui lá e consegui deixar a minha marca — declarou o atual campeão peso-médio do SFT.

A última luta de Irwing antes de sua estreia no ACA aconteceu em janeiro de 2020, quando o lutador impressionou o Brasil e acabou com o reinado de Rene Soldado no SFT. Desde lá o atleta acumulou algumas lesões que o impediram de voltar ao cage. 100% fisicamente para o combate na edição de número 119 o ACA, o paranaense analisou o que poderia ter feito diferente para ter saído do cage com o braço levantado:

— Foi muito legal poder estrear lá, acredito que estava com falta de ritmo, mesmo treinando direto e estando em excelente forma física. Estava com muita sede ao pote, depois que vi que ele sentiu a mão, queria ir lá e arrancar a cabeça dele e deixei de lutar — ressaltou Kong.

Inicialmente, Irwing iria enfrentar Mukhamed Berkhamov, porém, com pouco mais de 24 horas de assinatura do contrato seu rival foi substituído. Investindo pesado no mercado brasileiro, o ACA assinou recentemente com Elismar “Carrasco”, outro nome que vem se destacando no cenário brasileiro. Questionado sobre a oportunidade de lutar na Rússia em meio a pandemia, o atleta valorizou a oportunidade, mas fez as suas ressalvas:

— O Brasil tem um ótimo mercado, só lutador bom e talentoso. Acho que a tendência é cada vez mais atletas irem, até porque eles pagam em dólar e bem. O bom é que nosso trabalho é recompensado, o lado ruim é que lá não tem moleza, semana passada tivemos um evento onde os 5 brasileiros perderam, então temos que ir acima dos 100% lá, mostrar que o Brasil continua sendo uma potência no MMA — finalizou o paranaense.

 

Somando 16 vitórias em 25 lutas profissionais, o atleta de 32 anos ainda possui contrato com o SFT, evento que está temporariamente sem realizar eventos devido a pandemia. De contrato com duas organizações, o atleta que representa a Fight Clan e a Madison Team aguarda poder voltar a lutar em ambos os eventos ainda em 2021.

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Promessa do MMA brasileiro, Elismar Carrasco assina com o ACA

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Elismar “Carrasco” vive a melhor fase de sua carreira, somando 23 vitórias no cartel, o atleta agora tem a chance de brilhar no maior evento do MMA russo, o ACA (Absolute Championship Akhmat).

Somando 6 vitórias consecutivas na carreira, Elismar faturou o título do Future MMA em outubro do ano passado ao vencer Rafael Coxinha por decisão unânime. Após o triunfo, o atleta recebeu a oportunidade de lutar no Open Fight, nova organização do Leste Europeu.

Protagonista na segunda edição do evento, Elismar atropelou o russo Viktor Kolesnik, vencendo por nocaute técnico em pouco menos de 2 minutos de combate, vitória que não só impressionou aos organizadores do Open FC, como chamou a atenção do Absolute Championship Akhmat.

Ainda sem data para estrear no evento russo e adversário definido, Elismar se junta a um verdadeiro exército de brasileiros no ACA. O evento tem investido em grandes nomes do MMA nacional nos últimos anos, como Rene Soldado, Irwing King Kong e Daniel Jubileu.

Natural da cidade de Goiânia, Goiás, o atleta de 32 anos venceu 13 combates por nocaute ou nocaute técnico na carreira. Em busca de voos ainda maiores na carreira, o atleta busca aumentar a série de vitórias e conquistar mais um cinturão para a coleção na “nova casa”.

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