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LLARI lança seu primeiro disco solo, autointitulado, em todas as plataformas digitais. Composto por 5 faixas, projeto chega embalado pelos tons solares, dançantes e plurais, já característicos da artista alagoana. “Música é luz em acorde. Swing. Melodia. Acima de tudo, um sentimento vitalício de entusiasmo, esperança e alegria. É sobre isso que eu reflito, danço e canto”.
 
Com produção de Donatinho, filho de João Donato, o projeto reverencia a música negra e é guiado, do começo ao fim, por uma narrativa pop marcada pelo reggaeton, carimbó, samba, R&B, funaná e mais.  “Minhas influências são Djavan, Mayra Andrade, Luedji Luna, Gal Costa, Maria Bethânia e, sobretudo, os ritmos folclóricos da minha terra. De alguma forma, tudo isso está no meu álbum”.
 
Estão, entre as tracks desse registro, composições, parcerias e participações especiais de artistas como Manoel Cordeiro e Natália Matos, do Pará, Hélio Ramalho, do Cabo Verde, Davi Moraes, do Rio de Janeiro, Wado, Alvinho Cabral, Junior Bragazion e Pedro Soares, todos conterrâneos da cantora, além do próprio carioca Donatinho. 
 
Divulgado em todas as plataformas digitais, inclusive com alguns videoclipes já disponibilizados no YouTube, LLARI é sensualidade, festa, movimento, suor, provocação, troca, empatia, amor, corpos e histórias que se encontram e celebram seus rituais.
 
FAIXA A FAIXA ASSINADO POR LLARI
 
1- Tara (Pedro Soares/Junior Bragazion/LLari)
 
A canção que inicia o disco mergulha em referências sonoras das décadas de 80 e 90. Soul, R&B e lo-fi se encontram através de elementos como bateria eletrônica e sintetizadores. A poesia também está em destaque na minha relação com meu próprio corpo, fazendo com que a música alcance um nível metalinguístico. Tem tom sedutor, misterioso, poético e apaixonado.
 
2 – Calor (Natália Matos/Donatinho/Pedro Soares) 
 
“Calor” é dança, movimento, suor e provocação. Esse som é divertido, “inocente” e “swingado” que nem o brasileiro. Quando canto, estou chamando quem ouve para brincar e se jogar na roda comigo.Traduzindo toda essa energia de festa e alegria, muito carimbó, afropop e a tradicional guitarrada paraense que, nesse som, é brilhantemente representada pelo multi-instrumentista – e um dos nomes mais influentes e celebrados da música popular – Manoel Cordeiro. 
 
3. É Assim (Helio Ramalho/Pedro Soares /Llari) 
 
A canção composta em português por Pedro Soares e em Crioulo (dialeto originário de Cabo Verde) por Hélio Ramalho, conecta Brasil e Cabo Verde com um belíssimo jogo de comparações que simbolizam as semelhanças existentes nos costumes, tradições e rituais dos dois lugares, como se, mesmo separados por um oceano, ainda assim mantivéssemos um elo nos conectando. A própria música, em suas misturas, acaba virando a personificação artística que comprova esse laço. Vale lembrar que as guitarras desta faixa foram gravadas pelo gênio Davi Moraes.
 
4. Tranquilo (Wado, Pedro Soares, Llari, Donatinho)
 
Essa canção reforça a rítmica apimentada advinda da mistura de afropop, reggaeton, coco de roda e toda essa fusão África/Brasil que permeia meu trabalho. A música tem uma linguagem descontraída, feliz, beats maduros e um refrão daqueles que gruda. Além do balanço que não deixa ninguém parado. 
 
5. Esquina de Bamba (Alvinho Cabral/ Llari / Donatinho / Pedro Soares)
 
Faixa que desconstrói uma métrica de samba  clássico, diluindo-a em beats maduros e timbres modernos. A sonoridade da canção nos faz lembrar da banda alagoana/carioca “Fino Coletivo”, grupo encabeçado por Alvinho e que teve a participação de Donatinho nas gravações do aclamado álbum “Copacabana”. Eu amo!
centralrbn

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