Empreendedorismo em alta no Brasil impulsiona novos negócios, 3 anos pós pandemia

Empreendedorismo em alta no Brasil impulsiona novos negócios, 3 anos pós pandemia

Samantha Di Khali
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O Brasil segue entre os países com uma das maiores taxas de empreendedorismo do mundo. Cada vez mais brasileiros enxergam no próprio negócio uma alternativa concreta ao emprego tradicional, especialmente após o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional pela Covid, em maio de 2022, declarado pelo Ministério da Saúde. Desde então, o ritmo de abertura de empresas se acelerou, com destaque para o crescimento do empreendedorismo digital, segundo dados do Sebrae e estudos recentes do setor.

Para Pedro Amaral Júnior, especialista na área administrativa, com formação acadêmica em administração de empresas e ampla experiência operacional empresarial, esse movimento reflete uma mudança estrutural na mentalidade do brasileiro. “O empreendedor passou a enxergar o negócio próprio não apenas como necessidade, mas como estratégia de crescimento e autonomia profissional”, afirma.

Com uma visão prática e focada no empreendedorismo, Pedro acompanha de perto os desafios enfrentados por quem decide empreender no país. Entre os principais obstáculos, ele destaca a burocracia, que ainda torna complexos os processos de abertura e manutenção de empresas, mesmo após avanços recentes. A infraestrutura também segue como um entrave, especialmente em regiões com dificuldades logísticas e de conectividade.

Outro ponto relevante é o medo do fracasso, que, apesar de ter diminuído nos últimos anos, ainda impacta muitos empreendedores iniciantes. “O receio de falhar existe, mas o empreendedor brasileiro tem uma característica muito forte, que é a resiliência. Ele aprende rápido com os erros e tenta novamente”, ressalta Pedro Amaral Júnior.

Na área administrativa e financeira, Pedro reforça que o planejamento é decisivo para a sustentabilidade dos negócios. “No que diz respeito à área administrativa e financeira, atrelei esses conhecimentos a projetos bem elaborados, o que fez com que minhas empresas sempre alcançassem grandes sucessos de médio a longo prazo”, explica.

Ao olhar para o futuro, Pedro destaca oportunidades claras em setores que seguem em expansão. O empreendedorismo digital se consolida em áreas como e commerce, desenvolvimento de games e marketing digital. Além disso, nichos como alimentação natural e vegana, beleza e bem estar, produtos artesanais e serviços personalizados ganham espaço por atenderem demandas cada vez mais específicas do consumidor.

O mercado de serviços também se mostra promissor, especialmente em educação, como cursos de idiomas e programação, além de serviços práticos ligados à culinária e ao artesanato. “Quem consegue unir conhecimento técnico com entrega de valor real ao cliente sai na frente”, observa.

Questionado sobre o passo a passo para quem deseja começar, Pedro é direto. A preparação vem em primeiro lugar, com estudo de mercado e capacitação. Em seguida, a formalização do negócio, seja como MEI ou SLU, garante segurança jurídica e fiscal. O foco no digital é outro ponto essencial para ampliar o alcance e reduzir custos.

Por fim, Pedro Amaral Júnior reforça a importância da inovação. “Buscar diferenciais em nichos de mercado em crescimento, como sustentabilidade e personalização, não é mais opcional, é o que define quem permanece competitivo”, conclui.

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