A dependência química continua sendo um dos principais desafios de saúde pública no Brasil, com impactos diretos na saúde, na economia e nas relações sociais.
De acordo com o Ministério da Saúde, o uso abusivo de álcool e outras drogas está associado ao aumento de internações hospitalares, acidentes, violência e afastamento do trabalho. Dados oficiais podem ser consultados no portal do órgão:https://www.gov.br/saude
A condição é classificada como doença crônica pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que reconhece a dependência química como um transtorno mental e comportamental, exigindo tratamento contínuo, acompanhamento médico e apoio psicossocial. A definição oficial está disponível em: https://www.who.int/health-topics/substance-use
No Brasil, levantamentos conduzidos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontam que o público masculino representa a maioria das pessoas em tratamento para dependência de álcool e outras drogas. O estudo nacional sobre drogas, realizado pela instituição, destaca maior prevalência de consumo abusivo entre homens adultos. https://www.fiocruz.br/observatorio-crack
Segundo o National Institute on Drug Abuse (NIDA), dos Estados Unidos, tratamentos estruturados e de longa duração aumentam significativamente as chances de recuperação e redução de recaídas. https://nida.nih.gov/research-topics/treatment
Especialistas são unânimes em afirmar que a dependência química não se resolve de forma isolada.
Buscar ajuda profissional em uma clínica de recuperação para dependentes químicos é um passo fundamental para interromper o ciclo da dependência, promover a reabilitação e possibilitar a reinserção social com mais segurança e qualidade de vida.
Segue Informações de contato: www.interhelpinternacao.com.br
