Crédito empresarial: como a CashMe pode apoiar o planejamento e a expansão dos negócios
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Crescer exige investimento. A abertura de uma nova unidade, compra de equipamentos, contratação de profissionais ou aumento do estoque pode representar uma oportunidade para uma empresa ampliar seu faturamento, mas também demanda recursos que nem sempre estão disponíveis imediatamente no caixa.

Nesse cenário, o crédito empresarial pode ser incorporado ao planejamento financeiro como uma ferramenta para viabilizar projetos e financiar diferentes necessidades do negócio.

Entre as alternativas disponíveis está o home equity para empresários, modalidade na qual um imóvel é oferecido como garantia para obtenção de crédito. A CashMe, fintech do Grupo Cyrela especializada em Crédito com Garantia de Imóvel, disponibiliza essa solução para pessoas físicas e jurídicas.

Na CashMe, o crédito pode variar de R$ 50 mil a R$ 25 milhões, com possibilidade de liberação de até 60% do valor do imóvel e prazo de pagamento de até 240 meses. Como os recursos são de uso livre, o empresário pode direcioná-los de acordo com as necessidades da operação, como capital de giro, expansão, reformas ou outros projetos.

O que é crédito empresarial?

Crédito empresarial é um termo que reúne diferentes soluções financeiras destinadas às necessidades de uma empresa.

Em vez de utilizar exclusivamente o dinheiro acumulado no caixa, o negócio pode contratar recursos e realizar o pagamento conforme as condições definidas na operação.

Existem diferentes modalidades de financiamento para negócios. Algumas possuem destinação específica, enquanto outras oferecem maior liberdade para utilização do dinheiro.

A escolha depende principalmente da finalidade.

Uma empresa que precisa cobrir uma necessidade temporária de caixa possui um objetivo diferente daquela que pretende construir uma nova sede. Da mesma maneira, financiar equipamentos é diferente de buscar recursos para uma expansão que levará anos para apresentar retorno.

Por isso, antes de buscar crédito, é importante responder a algumas perguntas: quanto a empresa realmente precisa? Para que o dinheiro será utilizado? Em quanto tempo o investimento deverá gerar retorno? Qual parcela cabe no fluxo de caixa?

As respostas ajudam a evitar que o limite disponível determine o tamanho da dívida. O ideal é que a necessidade do negócio determine quanto deve ser contratado.

Capital de giro ajuda a manter a operação funcionando

O capital de giro está diretamente relacionado à rotina financeira de uma empresa.

É o recurso necessário para manter atividades enquanto existe uma diferença entre pagamentos e recebimentos. Salários, fornecedores, estoque, impostos, aluguel e outras despesas continuam vencendo mesmo quando as vendas são recebidas posteriormente.

Imagine uma empresa que compra mercadorias à vista, mas oferece parcelamento aos clientes. Existe um intervalo entre a saída e a entrada do dinheiro. Dependendo do volume das operações, essa diferença pode pressionar o caixa.

O crédito para capital de giro pode ser utilizado para equilibrar esse ciclo financeiro.

Entretanto, é importante diferenciar uma necessidade pontual de um problema estrutural. Se a empresa precisa contratar crédito continuamente apenas para pagar suas despesas básicas, é necessário analisar margens, custos, prazos de recebimento e outros indicadores financeiros.

Já quando existe planejamento, o capital de giro também pode ser usado para aproveitar oportunidades. A empresa pode aumentar estoques antes de uma temporada de maior demanda, negociar compras em condições mais favoráveis ou financiar temporariamente o crescimento da operação.

Planejamento financeiro deve vir antes do crédito

Independentemente da modalidade escolhida, contratar crédito empresarial deve ser consequência de um planejamento.

O primeiro passo é analisar o fluxo de caixa.

A empresa precisa conhecer suas receitas, custos fixos e variáveis, compromissos existentes e projeções para os próximos meses. Quanto mais longo for o prazo da operação, maior deve ser o cuidado com as projeções.

Também é importante trabalhar com cenários diferentes.

Se uma expansão prevê aumento de 30% nas vendas, por exemplo, o planejamento não deve considerar somente o cenário mais otimista. É necessário calcular se as parcelas continuariam sendo sustentáveis caso o aumento de faturamento fosse menor ou demorasse mais para acontecer.

Outro indicador importante é o retorno esperado do investimento.

Se o financiamento for destinado à compra de uma máquina, o empresário pode estimar quanto o equipamento aumentará a produção e qual será o impacto na receita e nos custos.

Se o dinheiro financiar uma nova unidade, o planejamento deve considerar despesas de implantação, prazo para atingir o ponto de equilíbrio e capital necessário para sustentar a operação durante os primeiros meses.

O crédito precisa estar associado a uma finalidade clara.

Crédito também pode financiar a expansão de empresas

A expansão de empresas é uma das situações em que a necessidade de recursos pode aumentar significativamente.

Abrir uma filial, ampliar uma fábrica, reformar instalações ou entrar em uma nova região envolve despesas que podem surgir antes das receitas adicionais.

Uma nova unidade comercial, por exemplo, pode exigir imóvel, reforma, equipamentos, estoque, contratação e marketing antes mesmo da inauguração.

Financiar todo esse processo exclusivamente com o caixa pode limitar a velocidade de expansão ou retirar recursos importantes da operação atual.

Nesse contexto, o crédito empresarial pode permitir que o investimento seja realizado sem concentrar todo o desembolso em um único momento.

Isso não elimina os riscos da expansão. Pelo contrário: como haverá um compromisso financeiro adicional, a empresa precisa analisar cuidadosamente a viabilidade do projeto.

O financiamento deve acompanhar uma estratégia de crescimento, e não substituir o planejamento.

Como funciona o home equity para empresários?

Para empresários que possuem patrimônio imobiliário, uma alternativa é o home equity, também chamado de Crédito com Garantia de Imóvel.

Nessa modalidade, um imóvel é utilizado como garantia da operação. Isso permite que o proprietário transforme parte do valor de seu patrimônio em acesso a crédito sem precisar vender o bem.

O imóvel permanece vinculado ao contrato durante o período da operação, enquanto o proprietário pode continuar utilizando o patrimônio conforme as condições estabelecidas.

Na prática, o valor do imóvel é um dos fatores considerados para determinar quanto poderá ser disponibilizado.

Na CashMe, é possível obter até 60% do valor do imóvel.

Considerando apenas esse percentual máximo, um imóvel avaliado em R$ 800 mil poderia possibilitar uma operação de até R$ 480 mil. Já um patrimônio avaliado em R$ 2 milhões poderia chegar a R$ 1,2 milhão.

Esses exemplos são apenas ilustrativos. A aprovação, o limite e as demais condições dependem da análise realizada durante a contratação.

CashMe oferece crédito de R$ 50 mil a R$ 25 milhões

A CashMe é uma fintech do Grupo Cyrela especializada em Crédito com Garantia de Imóvel e possui atuação em todo o Brasil.

A solução está disponível tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas, o que permite sua utilização por empresários que buscam recursos para diferentes projetos.

No home equity da CashMe, o crédito disponível varia de R$ 50 mil a R$ 25 milhões.

A operação pode chegar a até 60% do valor do imóvel e possui prazo de até 240 meses, equivalente a 20 anos.

Um dos diferenciais da modalidade para o planejamento empresarial é a possibilidade de uso livre do dinheiro.

Isso significa que, diferentemente de um financiamento vinculado exclusivamente à aquisição de determinado bem, os recursos podem ser destinados de acordo com a estratégia do negócio.

Como uma empresa pode utilizar o crédito da CashMe?

As possibilidades dependem das necessidades de cada negócio.

Uma empresa pode utilizar os recursos para capital de giro, reforçando o caixa necessário para financiar seu ciclo operacional.

Outra possibilidade é direcionar o dinheiro para a expansão. Nesse cenário, os recursos podem participar do planejamento para abertura de unidades, ampliação da estrutura existente ou outros investimentos associados ao crescimento.

Empresas também podem precisar modernizar equipamentos e processos.

Uma indústria, por exemplo, pode investir em novas máquinas para ampliar a capacidade de produção. Já uma empresa de serviços pode utilizar recursos para tecnologia, infraestrutura ou outras necessidades relacionadas ao seu projeto de crescimento.

Reformas também podem demandar valores elevados. A modernização de um estabelecimento comercial, escritório ou espaço produtivo pode fazer parte de uma estratégia para aumentar capacidade, melhorar processos ou adaptar a estrutura a uma nova fase da empresa.

Como o home equity possui recursos de uso livre, cabe ao empresário estabelecer a destinação dentro do planejamento financeiro.

Imóvel e empresa não precisam necessariamente estar vinculados da mesma forma

Uma dúvida comum entre empresários é sobre o patrimônio utilizado como garantia.

A estrutura de uma operação de home equity permite analisar diferentes situações patrimoniais. Dependendo das condições e da aprovação, o imóvel apresentado pode pertencer à própria empresa, a um sócio ou a um terceiro que participe da operação.

Isso pode ser especialmente relevante para pequenas empresas em que os imóveis fazem parte do patrimônio pessoal dos sócios, e não da pessoa jurídica.

Também existem situações em que o imóvel ainda possui financiamento.

Nesses casos, dependendo da análise e das condições aplicáveis, pode existir a possibilidade de utilizar parte dos recursos da nova operação para quitar o saldo existente e prosseguir com a estruturação do crédito.

Cada situação exige análise individual e documental.

Financiamento para negócios deve considerar o prazo do investimento

Um dos cuidados mais importantes no financiamento para negócios é alinhar o prazo da dívida ao projeto financiado.

Utilizar um crédito de prazo muito curto para um investimento que demorará anos para gerar retorno pode pressionar o fluxo de caixa.

Por outro lado, uma operação de longo prazo também precisa ser analisada pelo custo total, e não apenas pelo valor mensal da parcela.

É necessário observar taxa de juros, indexadores, tarifas, prazo e Custo Efetivo Total (CET).

No caso do home equity, existe ainda outro elemento fundamental: o imóvel está sendo utilizado como garantia.

Por isso, a decisão precisa considerar a capacidade da empresa de manter os pagamentos durante todo o contrato. A inadimplência pode colocar o patrimônio oferecido em garantia em risco.

Crédito não deve substituir uma gestão financeira eficiente

Ter acesso a crédito pode ampliar as possibilidades de investimento, mas não resolve sozinho problemas de gestão.

Uma empresa precisa continuar acompanhando fluxo de caixa, contas a pagar e receber, margem, custos, endividamento e rentabilidade.

O empresário também deve separar as finanças pessoais das empresariais. Misturar os dois orçamentos dificulta entender se o negócio efetivamente gera resultado e pode comprometer decisões relacionadas ao crédito.

Ao contratar recursos para expansão, outra prática importante é acompanhar o destino do dinheiro.

Se R$ 500 mil foram obtidos para um projeto específico, a empresa pode criar um orçamento detalhado e monitorar quanto foi destinado a cada etapa.

Essa organização permite comparar posteriormente o investimento realizado com os resultados obtidos.

CashMe já originou R$ 6 bilhões em crédito

Segundo números divulgados pela CashMe, a empresa já atendeu mais de 9 mil clientes e contabiliza R$ 6 bilhões em crédito originado.

Além do Crédito com Garantia de Imóvel, a companhia possui outras soluções financeiras, incluindo Crédito para Construção, Financiamento Imobiliário pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) e Crédito para Condomínio.

A CashMe atua como correspondente bancário, e não como instituição financeira que concede diretamente os empréstimos.

De acordo com as informações institucionais da companhia, as instituições financeiras parceiras que figuram como credoras nas operações são a BMP Sociedade de Crédito Direto S/A e a OXY Companhia Hipotecária.

A empresa também alerta que não solicita depósitos ou pagamentos antecipados para aprovação de operações de empréstimo.

Home equity pode transformar patrimônio em recurso para o negócio

Para empresários que concentram parte relevante do patrimônio em imóveis, o home equity apresenta uma possibilidade de acessar recursos sem precisar vender o bem.

Na CashMe, a modalidade pode disponibilizar entre R$ 50 mil e R$ 25 milhões, chegar a até 60% do valor do imóvel e oferecer prazo de até 240 meses, sujeito à análise e às condições da operação.

O dinheiro pode ser utilizado para capital de giro, investimentos e projetos de expansão, entre outras necessidades empresariais.

Ainda assim, possuir um imóvel não deve ser o único critério para decidir pela contratação.

Antes de utilizar o patrimônio como garantia, o empresário precisa comparar alternativas de crédito empresarial, analisar o CET e projetar o impacto das parcelas no fluxo de caixa.

Quando inserido em um planejamento financeiro consistente, o financiamento pode permitir que a empresa antecipe investimentos e execute projetos de crescimento. No entanto, a decisão precisa considerar não apenas quanto a empresa consegue obter, mas principalmente quanto precisa, como utilizará os recursos e de que maneira a dívida será paga ao longo dos próximos anos.

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