Barco Brasil larga para quarta etapa da Volta ao Mundo

Barco Brasil larga para quarta etapa da Volta ao Mundo

Flavio Perez Guimarães
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A quarta etapa da Volta ao Mundo Globe 40 teve início nesta quinta-feira (1º), em Sydney (Austrália). As duplas largaram com destino a Valparaíso (Chile) para uma regata de 6.390 milhas náuticas, equivalente a 11.834,28 quilômetros. A previsão de chegada dos primeiros veleiros é para 31 de janeiro.

A perna rumo à América do Sul tem coeficiente 3 no sistema de pontuação, o que torna o resultado entre os primeiros colocados decisivo para a classificação geral. Depois do Chile, os veleiros sobem o Atlântico rumo a Recife (PE).

Ainda se recuperando das comemorações de Ano Novo, os veleiros partiram às 15h, horário local (4h UTC), do Porto de Sydney para etapa rumo ao Chile. Os velejadores vão percorrer em linha reta, um percurso que os levará mais uma vez às latitudes mais baixas do planeta pelo Oceano Pacífico, com um limite de 50° Sul, conforme estabelecido pelas regras da regata.

Os barcos da Classe 40 terão que cruzar nada menos que todo o Oceano Pacífico, da costa australiana à costa chilena, com a Nova Zelândia como a última massa de terra antes do grande salto para o vazio oceânico.

O Barco Brasil, comandado por José Guilherme Caldas e Luiz Bolina, lidera a categoria Sharp da Class40 com 9 pontos, à frente do francês Free Dom, que soma 13,5 pontos. Na classificação geral, que inclui o prólogo entre Lorient (França) e Cádiz (Espanha), o líder é o francês Credit Mutuel, enquanto o representante brasileiro aparece na primeira posição entre os Sharp.

“Uma partida emocionante, com muitos amigos e família, só que do outro lado do mundo. Na preparação da largada tivemos dois incidentes: o cabo do lazy jack se soltou e precisei içar o Bolina no mastro, depois um jibe involuntário me atingiu na cabeça”, relatou José Guilherme Caldas. “Largamos bem e saímos da baía em primeiro entre os Sharp, mas o vento diminuiu, o que não nos favorece. Vamos ver como estará amanhã de manhã”, completou o velejador.

A Globe 40 reúne sete veleiros de diferentes países e adota um sistema de pontuação em que vence quem somar menos pontos ao final do percurso. A regata é disputada em barcos Class40, divididos entre as categorias Scow, de proa larga e projeto mais recente, e Sharp, de proa fina, que também contam com uma premiação específica ao término da volta ao mundo.

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