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Aplicativo auxilia policiais militares a otimizarem o tempo de registro de ocorrência

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Ferramenta foi criada por alunos do IFBaiano de Guanambi e permite que os policiais efetuem desde registros de acidentes de trânsito até execução de ordens de policiamento
Prometendo agilidade no trabalho dos policiais baianos em campo, os alunos do Instituto Federal Baiano (IFBaiano), localizado na cidade de Guanambi, sudoeste do estado, criaram um aplicativo de registro de ocorrências que simplifica o processo dos procedimentos policiais. A iniciativa partiu do policial militar Cabo Almeida, que já fazia registro das ocorrências em um formulário online. O ROP-E, como foi batizado, emite relatórios e cria uma mancha criminal das cidades atendidas pelo 17º Batalhão da Polícia Militar e duas companhias. As informações colhidas auxiliam a corporação no planejamento estratégico para tomada de decisões de medidas para atender a região atingida por determinado tipo de crime.
Apesar da iniciativa ter sido de um policial, os executores do projeto foram os alunos do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas do IFBaiano. Djalma Mata, Gabriel Lobo e Hiago Couto foram os responsáveis pela criação desse aplicativo junto com a orientação dos professores Fábio Batista e Fábio Lima. “O aplicativo permite que o trabalho do policial em campo tenha mais agilidade e também ofereça níveis mais sólidos de manutenção dos registros policiais. Antes da incorporação do sistema, os policiais utilizavam blocos de formulários de papel para as ocorrências”, explicou Djalma.
O professor Fábio Lima afirmou que o aplicativo é uma ferramenta ainda inédita em território baiano. “Através dela, os policiais poderão inserir informações como dados dos envolvidos, fotos, documentos e o relato do ocorrido. Além disso, a ferramenta permite criar guarnições policiais, efetuar registros de acidentes de trânsito, executar ordens de policiamento e fornecer suporte ao posicionamento global por meio de GPS”, contou.
Segundo Fábio, uma das características mais importante desse aplicativo é que ele consegue ser operado sem a necessidade de conexão de internet, ou seja, permite que os policiais registrem as ocorrências em áreas rurais e centros urbanos nos quais o acesso a sinal seja inexistente ou fraco. “Com o ROP-E será possível economizar tempo, otimização pessoal, economia de papel e a possibilidade de um registro diário das ocorrências, além de reduzir os índices de violência”, concluiu o professor.
O projeto já foi registrado em setembro de 2020 no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e a entrega oficial do aplicativo aconteceu no início de 2021. A partir de agora, o grupo irá iniciar a etapa de suporte ao usuário e manutenção da solução, o que inclui a realização de correções e implementação de rotinas e backups.
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