“Apenas um Mano Latino-Americano”: CRERSP0 une RAP e MPB sob influência de Belchior

“Apenas um Mano Latino-Americano”: CRERSP0 une RAP e MPB sob influência de Belchior

Felipe Muniz Palhano
2 min p/ ler 4.8k já leram
DivulgaçãoDivulgação

A canção traz reflexões sobre resistência, afetos e identidade latino-americana com olhar periférico

A Nova Música Popular Brasileira acaba de ganhar um reforço de peso vindo da Zona Leste de São Paulo. O rapper e compositor CRESP0 acaba de lançar “Apenas um Mano Latino-Americano”, single que une as raízes poéticas da MPB com a urgência do RAP em uma faixa que tem tudo para se tornar um marco da cena urbana contemporânea.

Inspirado pelo legado de Belchior, o artista resgata o espírito contestador da música brasileira dos anos 70, mas com a estética e a vivência de quem cresceu nas quebradas do século XXI. A canção é um retrato honesto e potente sobre ser jovem, preto, periférico e latino-americano em um país que ainda insiste em silenciar vozes como a dele.

Divulgação

Apenas um Mano Latino-Americano” é mais que uma faixa: é uma declaração de identidade, um grito coletivo e, ao mesmo tempo, íntimo. Com rimas afiadas e batidas que flertam com a suavidade da MPB, CRESP0 constrói uma ponte entre o lirismo do passado e a resistência do presente.

“Essa música é sobre mim, mas também sobre nós. É sobre não caber nos estereótipos, sobre sonhar mesmo com tudo contra, sobre seguir firme com arte como arma”, comenta o artista.

Com esse lançamento, CRESP0 se firma como uma das promessas mais autênticas da nova geração da música urbana brasileira, trazendo consigo uma estética que mescla poesia, crítica social e identidade periférica. O resultado é uma obra que dialoga tanto com fãs de RAP quanto com os apaixonados pela música brasileira de raiz.

Ouça agora:
https://open.spotify.com/intl-pt/track/3Ea01dcdFe99DKWaKWD9J4?si=e829e3067f0a43ed

Gostou? Compartilhe com amigos!

O que você achou?

Amei 45
Kkkk 5
Triste 9
Raiva 6

Espere! Não perca isso...

Antes de ir, veja o que acabou de acontecer:

Não, obrigado. Prefiro ficar desinformado.