25 anos de Cartão de TODOS: aprendizados de uma trajetória precursora no setor de saúde acessível
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CEO da GT7 destaca as estratégias que fizeram a empresa alcançar a liderança do setor, validar um modelo inédito de serviço em saúde e conquistar mais de 24 milhões de filiados em todo o Brasil

Em seu aniversário de 25 anos, o Cartão de TODOS anuncia oficialmente uma conquista verificada em seus últimos ciclos: a empresa é hoje o maior ecossistema de saúde privada do Brasil. Não são os discursos, mas os números atuais da companhia que a colocam neste posto. Por ano, pela operação do grupo, são realizados 18 milhões de consultas, 35 milhões de exames e um milhão de procedimentos odontológicos, nas suas mais de 532 unidades de clínicas parceiras da rede AmorSaúde, onde 60 mil pacientes são atendidos diariamente.

Outra conquista isolada é que o Cartão de TODOS está presente em todas as cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes e, em seu último aniversário, a empresa apresentou uma nova ambição, anunciando a missão de aumentar sua capilaridade e regionalização para chegar a cidades menores, onde atendimentos em saúde privada são mais escassos e, algumas vezes, dependem de longos deslocamentos.

Enquanto grandes seguradoras e empresas de saúde privada enfrentam desafios no Brasil, a alta aderência e recorrência do modelo do Cartão de TODOS aponta para o caminho oposto. A posição de liderança alcançada fica ainda maior quando comparada à origem do sistema, que nasceu em Ipatinga (MG), no ano de 2001, quando seu criador, Altair Vilar, engenheiro e ex-sindicalista fundou a primeira clínica, baseada numa metodologia similar de atendimento em saúde que conheceu numa viagem à Alemanha. A fórmula adaptada foi amparada por um modo de gestão criado por Vilar, que ele batizou mais tarde de “Administração Solidária”, e que explicou e apresentou em livro homônimo.

Essa é a semente da criação de uma operação basilar e essencial para o surgimento de uma alternativa consistente na área de saúde suplementar privada no Brasil de hoje. O Cartão de TODOS originou o modelo de cartão de descontos para acesso a serviços essenciais, dentre eles, o de saúde, que foi seguido por outros concorrentes e deu origem a um mercado próprio. De toda a população beneficiada por esse método de acesso à saúde, o Cartão de TODOS detém a metade dos clientes: são mais de 6 milhões de famílias atendidas (que pagam uma única mensalidade), o que dá acesso para 24 milhões de usuários, quase 10% de toda a população brasileira.


A estratégia por trás da história

A acessibilidade, a originalidade e os valores populares – em 2026, o Cartão de TODOS possui mensalidade de R$ 34,90 – são o motor desse caso de sucesso. Mas muito disso não teria sido alcançado sem as estratégias que acompanharam a empresa ao longo de seu percurso. E é isso que Alexandre Veras, CEO da GT7, empresa de marketing, crescimento e vendas do grupo Cartão de TODOS, focada em performance, tecnologia e inteligência, revela pela primeira vez por completo e em detalhes, nesses 25 anos.

A primeira lição, segundo o executivo, vem do corpo a corpo com a população atendida, prioritariamente das classes C e D. “A nossa autoridade vem das ruas, da escala real e do nosso conhecimento sobre cada região do Brasil. Vale lembrar que começamos com um modelo de venda porta a porta via implantação de franquias, o que continua ocorrendo, mas que foi encorpado com outros sistemas, como os canais digitais e de contact center, sobretudo durante a pandemia”, explica Veras.

Foi justamente o pior momento da história recente do país e do mundo, a tragédia da covid-19, que fez o Cartão de TODOS ascender para o posto de um gigante da saúde popular. Com a quarentena e restrição de contatos, o modelo migrou rapidamente para o digital, onde ocorreu uma total virada de chave, na abordagem, na comunicação e nas ofertas. Até então, o sistema atendia dois milhões de famílias, número que a empresa duplicou em apenas um ano, feito que repetiu nos dois anos seguintes.

Outra tática consistente e determinante do processo foi comprovar valor. A abordagem atenta do Cartão de TODOS e a alta demanda num momento de grande vulnerabilidade em saúde facilitava a entrada, mas o crescimento não teria sido sustentado se não houvesse uma validação de qualidade no serviço e uma preocupação com a retenção. “O nosso jogo estratégico hoje é reter, controlando a ‘teoria do balde furado’, que facilita a entrada, mas também o cancelamento. Para isso, fomos além de oferecer acesso à saúde, criamos um ecossistema de propostas de serviços e descontos de alto valor agregado, que inclui ofertas em diversos serviços. O filiado não precisa ser convencido a ficar, ele realmente vê várias utilidades em seu dia a dia. Somos um parceiro que abre oportunidades antes impossíveis”, explica Veras.

Para complementar a entrega do “produto herói”, o acesso à saúde de qualidade, e ampliar seu alcance, o Cartão de TODOS apostou em associações estratégicas com grandes players, como RaiaDrogasil, Utragaz e varejistas de peso, como Renner e Centauro, entre muitos outros, onde se pode adquirir produtos com desconto e utilizar cashback.

Também nessa tática, novamente, o convencimento não veio de promessas, mas de uma comprovação real de que o produto “se paga sozinho”: “em diversas campanhas, mostramos que a economia gerada com todos os descontos oferecidos em inúmeros parceiros faz a mensalidade do cartão sair de graça no orçamento da família. O brasileiro que vive com as contas na ponta do lápis sabe quem faz diferença de verdade em seu custo de vida”, conta Veras.

Não bastassem os sólidos serviços e atributos, o Cartão de TODOS ainda buscou atrair e fidelizar seu público por um apelo aspiracional: desde 2025, passou a sortear uma casa por semana para a base de pagantes adimplentes, tangibilizando esse sonho tão comum entre os brasileiros.

Embaixadores e identificação

Para despertar a atenção do público-alvo e quebrar a barreira inicial, o uso de grandes embaixadores foi essencial para chancelar e dar credibilidade a um produto de baixíssimo custo e que entrega saúde e serviços essenciais de qualidade. Ana Maria Braga, por exemplo, foi a primeira garota-propaganda da marca, em 2021, e voltou a ser o rosto do Cartão de TODOS em 2026.

Figura popular e de alta penetração em diversas camadas, Ana Maria desperta a atenção, mas é o serviço e a entrega que geram a conquista, o endosso, a comprovação e a permanência. Com uma estratégia de “filiadocentrismo” (ou o cliente no centro de toda a operação), a empresa passou a orientar todas as suas ações colocando a demanda na frente da oferta. “Mesmo com 25 anos de existência, temos consciência de que o Cartão de TODOS não é um produto de grande penetração em todas classes. Mas com o nosso verdadeiro público-alvo, o brasileiro comum, aquele que mais precisa, a comunidade, os trabalhadores, as donas de casa, os aposentados, o microempresário, a ponte construída é cada vez mais sólida”, diz Veras.

Para o executivo, todas as estratégias adotadas deram certo porque tinham um DNA claro e uma fonte muito específica: a teoria da Administração Solidária, que aposta no ganho coletivo e pensa no lucro como consequência. Esse princípio gerou mais de dez unidades de negócios e empresas parceiras táticas da companhia em diversas novas frentes, como em educação, pet shop e veterinária popular, óticas, proteção veicular, energia, entre outros. “O negócio foi construído na constância, na ampliação da acessibilidade, com realismo, preço justo e total foco na entrega. E o próximo passo estratégico do Cartão de TODOS é entregar ainda mais, oferecendo jornadas continuadas de saúde integral e bem-estar ao filiado, em um ecossistema mais robusto e ainda mais confiável”, finaliza.  

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