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A Secretaria de Estado da Habitação tem previsão de entregar no início de 2021 mais 210 apartamentos em duas torres residenciais, situadas na Rua Mauá, na região central de São Paulo.  Os empreendimentos integram a Parceria Público-Privada do Centro, a primeira PPP de Habitação de interesse social do país, dedicada à oferta de moradias, aprimoramento da infraestrutura de serviços e equipamentos públicos e a revitalização de áreas do centro da cidade de São Paulo.

Os apartamentos atenderão famílias ou indivíduos com renda mensal bruta entre R$ 1.108,38 e R$ 5.7240,00, que já residiam no município, trabalhavam na região central da cidade e ainda não tinham tido acesso à casa própria. Os contemplados se inscreveram no projeto e participaram de sorteios classificatórios.

As 210 habitações de interesse social estão sendo construídas na chamada Quadra 69, um terreno de 2.459,94 m² localizado na Rua Mauá. As obras seguem o cronograma estabelecido e atualmente apresentam índice de execução de 59%. Serão oferecidos apartamentos com 1 dormitório (41 m²) e 2 dormitórios (51m²), playground para as duas torres e salão de festa para uma torre.

“Com toda proteção aos trabalhadores e seguindo os protocolos sanitários em razão da pandemia de COVID-19, as obras da PPP da Habitação seguem avançando, dentro do cronograma programado. Serão mais 210 famílias beneficiadas por esse projeto inovador, que está mudando para melhor o centro de São Paulo, com apartamentos de qualidade para quem mais precisa”, afirma o secretário de Estado da Habitação, Flavio Amary.

Revitalização

Desde 2015, a PPP da Habitação já entregou 1.443 moradias sociais na região central da capital e promoveu a revitalização da Praça Júlio Prestes, a reforma do 2º Grupamento da unidade do Corpo de Bombeiros e a entrega da creche municipal Nova Luz, para 162 crianças de 0 a 3 anos e 11 meses.

Primeira do país, a PPP é um projeto inovador desenvolvido para repovoar, revitalizar e modernizar o Centro Expandido da capital, aproveitando a infraestrutura existente para ocupar áreas ociosas e reduzir o deslocamento de trabalhadores.

O projeto é dirigido a quem trabalha na área central da cidade, não podendo ser proprietário e/ou possuir financiamento de imóvel residencial em qualquer parte do território nacional e/ou ter sido atendido anteriormente por programas habitacionais.

Gustavo Aleixo

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Redação
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