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Nove cidades de sete países da América Latina unem-se para atrair o turismo como estratégia de reativação econômica

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Nove cidades de sete países da América Latina unem-se para atrair o turismo como estratégia de reativação econômica - Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

● Viva a cidade Latina (Vive ciudad Latina) é o lema que une as nove cidades que a partir de agora se vão se promover como um só destino: a América Latina ● Estratégias de mercado, acordos bilaterais e intercâmbio de conhecimento fazem parte das iniciativas que unem a RDUL – Rede de Destinos Urbanos Latino-americanos

Bogotá, Buenos Aires, Cidade do México, Lima, Medellin, Quito, Rio de Janeiro, Santiago do Chile e São Paulo formam a Rede de Destinos Urbanos Latino-americanos (RDUL), criada para promover a reativação turística de maneira conjunta e fomentar a reativação turística para a chegada de visitantes internacionais.

Aconteceu de forma virtual na tarde desta segunda-feira (30) a cerimônia de lançamento oficial da campanha Rede de Destinos Urbanos Latino-americanos (RDUL), que tem como objetivo incentivar o turismo em 9 cidades da América Latina, dentre elas o Rio de Janeiro. Durante 8 semanas cada uma das cidades vai divulgar outra cidade como forma de impulsionar o turismo dentro de nosso continente.

O evento teve início com a apresentação do vídeo promocional da campanha, e foi seguido por uma breve fala das autoridades de turismo das cidades participantes.

Pelo Rio de Janeiro falaram o coordenador Geral de Relações Internacionais da Prefeitura, o embaixador Antonio Fernando Cruz de Mello e a secretária Especial de Turismo e Legado Olímpico, Camila Sousa. O embaixador lembrou que o Rio “recebeu o título de “Patrimônio da Humanidade” pela paisagem carioca entre a montanha e o mar, que inclui o Jardim Botânico, Corcovado, Pão de Açúcar e a Praia de Copacabana em um cenário de beleza inesquecível” e ainda citou que a capital fluminense foi designada por UNESCO e a União Internacional de Arquitetos, a primeira Capital Mundial da Arquitetura.

A secretária de Especial de Turismo e Legado Olímpico, Camila Sousa, em seu discurso citou que as “Regras de Ouro, que são os protocolos sanitários da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, possibilitaram que o Rio fosse uma das primeiras cidades do mundo a reabrir as portas para o turismo”.

“Nossa cidade maravilhosa deu início à retomada das atividades turísticas em agosto. Resultado de uma união histórica entre o poder público municipal, estadual e federal e o todo o “trade” turístico da cidade”, disse.

“Acreditamos no retorno gradativo, dentro dos protocolos sanitários, oferecendo segurança aos turistas, preservando os funcionários do setor e seguindo as recomendações dos órgãos nacionais e internacionais competentes”, defendeu Camila, que na oportunidade ainda informou sobre a mais recente conquista da Cidade do Rio: o selo “Safe Travels” do WTTC, que garante que o destino cumpre todas as exigências de protocolos de biossegurança em nível internacional. “O que chancela que nossa cidade está apta a receber visitantes de todo o mundo”, concluiu Camila.

Antes da pandemia gerada pela Covid-19, a Organização Mundial de Turismo (OMT) estimava que um de cada dez empregos no mundo estava vinculado ao turismo e que esta indústria representava 10,4% do PIB mundial. Um dos grandes desafios desta rede é acelerar a recuperação do turismo para retornar a estes níveis.
Atualmente as fronteiras dos sete países encontram-se abertas e as nove cidades declaram que “estamos preparados para receber os turistas estrangeiros, cumprindo todos os protocolos de biossegurança”.

A promoção em conjunto das cidades tem como objetivo incentivar a reativação econômica destes países através do turismo, com o conhecimento e os atributos que as unem como destinos latinos, além de suas fronteiras.
A criação da RDUL responde à necessidade de trabalhar unidos pelo crescimento turístico, atendendo ao chamado do Secretário Geral da OMT – Organização Mundial do Turismo, Zurab Pololikashvili que afirmou ser necessária “uma coordenação das decisões políticas além dos limites territoriais para fazer frente a um desafio que não entende de fronteiras”.

“Está comprovado que, respeitar o distanciamento, usar máscaras e lavar as mãos constantemente, diminui significativamente as possibilidades de contágio. Por isso, queremos mostrar a riqueza turística da América Latina para receber cada vez mais viajantes. Assim contribuímos com a sobrevivência dos empreendimentos, os numerosos empregos e com os grandes benefícios que traz o turismo para a economia e o desenvolvimento dos países”, explicaram os representantes da Rede de Destinos Urbanos Latino-americanos.

Bruno Rangel

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