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Saúde

 Museu do Amanhã traça percurso da pandemia 

Redação

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Em seis ambientes distintos, o Museu do Amanhã, localizado na Praça Mauá, região central do Rio de Janeiro, inaugura hoje (4) a exposição temporária Coronaceno – Reflexões em tempos de pandemia, que ficará aberta ao público até 30 de maio próximo, com visitação estendida em uma hora por dia, das 10h às 18h, de quinta-feira a domingo.

O curador da mostra, Leonardo Menezes, explicou à Agência Brasil que a exposição não é linear, ou seja, excluindo as salas de entrada e saída, denominadas “Salas Essenciais”, os visitantes podem percorrer a mostra na ordem desejada, “até para facilitar a questão da lotação de uma sala para outra e manter o distanciamento social”.

A orientação do fluxo, sugerida pela curadoria, é que a visita comece pela sala de entrada, onde é feita homenagem a diferentes profissionais que nas primeiras semanas da pandemia, enquanto a maior parte da população ficou isolada em casa, tiveram que sair da segurança de suas residências para permitir que a maioria ficasse segura.

Foram selecionadas para a homenagem oito profissões: profissionais de saúde, pesquisadores, cientistas, farmacêuticos, atendentes de supermercados, profissionais do transporte público, entregadores, profissionais de higienização dentro das instituições e prédios e higienização pública. “É só uma parcela. A gente entende que tem mais profissões, mas selecionamos oito para estarem representados. A gente mostra que essa pandemia abarcou o mundo inteiro”.

São exibidas imagens de regiões vazias em três continentes: Copacabana, em março de 2020; Wuhan, em fevereiro de 2020; e Paris, também em março de 2020. “Áreas muito concentradas de turismo completamente vazias, mostrando a amplidão dessa pandemia”.

Trajetória do vírus

A próxima sala é “Do Vírus à Pandemia”. Retrata o novo coronavírus, como ele chegou até nós e o que ele causa de efeitos na saúde. A sala é toda iluminada por luz negra e tem marcas de mãos e simulações de espirros nas paredes, consideradas as duas principais formas de contágio. Uma grande escultura em acrílico tridimensional, com 1,5 metro de diâmetro, simula a forma do vírus, para que o visitante possa conhecê-lo. “É uma interpretação artística, mas que lembra bem o formato que ele tem”. Há ainda um vídeo que explica como o coronavírus chegou à humanidade e o que isso trouxe em termos de pressão nos sistemas de saúde públicos e particulares, informou o curador.

Denominada “Sociedades Transformadas”, a terceira sala da mostra já olha para os efeitos sociais e econômicos que a pandemia trouxe e que mudaram radicalmente a forma como as pessoas estudam, trabalham e como se relacionam. A cenografia lembra uma cidade, onde dois vídeos sincronizados mostram esses diferentes efeitos para grupos sociais de menor e maior renda.

“Por mais que todos nós tenhamos sido impactados, sentimos a pandemia de formas muito diferentes, dependendo da renda que a gente tem”. Um grande painel fotográfico de São Paulo no entardecer exibe os apartamentos acesos, sugerindo que dentro de casa estamos seguros. “São projetados rostos com máscaras para mostrar que dentro de nossas casas estamos seguros e fora de casa a gente precisa usar máscaras”.

Emoção

A quarta sala, chamada “Memorial aos Que Partiram”, é mais emotiva. Ela faz uma homenagem às pessoas que morreram de covid-19. Há no local uma instalação artística, na qual ampulhetas suspensas mostram o tempo correndo. “São mais de 300 ampulhetas suspensas. E no centro do espaço, a gente tem um monte grande de areia com várias ampulhetas quebradas. Ou seja, o tempo que, infelizmente, foi interrompido antes do que precisava ser”.

Nas paredes, estão escritos cerca de 100 nomes de vítimas reais da pandemia, autorizados pelas famílias. Todos os estados do Brasil estão ali retratados, para mostrar que todo o país sofreu impacto. Além disso, são homenageadas etnias indígenas que tiveram mortos, a partir de informações passadas pela Associação Brasileira de Povos Indígenas. A visita é acompanhada de narração de um poema de Machado de Assis intitulado Dois Horizontes, que fala de saudade, pela atriz Cissa Guimarães, com fundo musical da Orquestra Sinfônica de Ouro Preto.

Na quinta sala, “A Ciência é Protagonista”, são apresentados avanços científicos e tecnológicos das acelerações que ocorreram em função do isolamento trazido pela pandemia. É relatada a busca pela vacina, que gerou a produção de várias vacinas no mundo em tempo recorde, mas também o uso das tecnologias, como inteligência artificial, impressão 3D, reconhecimento facial, tudo que foi necessário e acelerado, para que a população pudesse se adaptar a esses novos tempos de isolamento e distanciamento social, relatou Leonardo Menezes.

Nessa sala, há representação da mesa de um pesquisador sobre a qual estão instrumentos científicos reais usados no diagnóstico de covid-19. “A gente também traz o conceito da sindemia, que é quando você tem a pandemia pegando carona na desigualdade social, porque aproveita as baixas condições de higiene, especialmente de comunidades carentes, e acaba intensificando a desigualdade social. Em certo ponto, essa desigualdade alimenta a pandemia”, explicou o curador. A sindemia caracteriza a interação agravante entre problemas de saúde em populações em seu contexto social e econômico.

Resiliência

A sexta e última sala se denomina “A Cultura é o Caminho” e deixa claro como a indústria cultural foi impactada pela pandemia desde o primeiro momento, com o fechamento dos cinemas, teatros, casas de espetáculo. Em um palco com cortinas vermelhas, que simula um teatro, é exibido um vídeo que revela não só o impacto provocado pela covid-19, mas também como a criatividade e a cultura são resilientes.

“A gente mostra as adaptações que foram feitas pela área cultural para poder oferecer um bem estar mental, porque sabemos que a saúde mental está sendo muito afetada pela pandemia, e a cultura e o acesso à cultura são formas de manter mais a nossa saúde mental, no sentido de conexão e de interpretação desses momentos que estamos vivendo”.

A sala mostra que o advento do drive-in (cinema ao ar livre), das apresentações musicais virtuais, das peças de teatro online, as cantorias nas janelas representaram, ao longo do último ano, alívio para as pessoas e um sinal de resiliência. “Porque mesmo nos momentos mais tristes da história da humanidade, sempre houve produção artística interpretando esses tempos e agora não é diferente”, lembrou Menezes. Ele acrescentou que é um pouco esse o percurso que o museu traça, desde o início da doença até um caminho de esperança, representado pelas vacinas e pela resiliência da cultura.

Leonardo Menezes afirmou que o Museu do Amanhã, como instituição cultural e científica, reabriu suas portas em setembro de 2020, com toda segurança, seguindo os protocolos sanitários e adotando programação virtual, debates pela internet, exposições virtuais. “A gente não teve um caso entre os funcionários e os visitantes que estamos monitorando desde a reabertura. É uma visita segura”. O museu está com limitação no espaço. São admitidas 360 pessoas por hora, para que todos possam visitar com segurança, conforto e distanciamento social. Todos os ingressos são adquiridos online, no endereço https://www.ingressorapido.com.br. 

Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil

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Saúde

Pacientes em tratamento oncológico devem apresentar prescrição médica para se vacinar contra covid-19

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Com o anúncio do início da campanha de vacinação da gripe e as novas faixas-etárias para imunização contra covid-19 surgiram muitas dúvidas em relação a como as pessoas com câncer devem proceder.

Pacientes oncológicos são classificados como grupo de risco para complicações ocasionadas pelo SARS-CoV-2, caso sejam contaminados. O vírus influenza também provoca complicações respiratórias graves. Pacientes imunodeprimidos, idosos e pessoas com outras comorbidades são bastante vulneráveis às duas doenças e por isso devem tomar ambas as vacinas. 

Embora pacientes com câncer não tenham sido incluídos em estudos clínicos das vacinas contra covid-19, os imunizantes aprovados pelos órgãos federais no país têm se mostrado eficazes, seguros e evitam formas mais graves da doença para a população em geral. “Com base em informações científicas disponíveis até o momento, há evidências suficientes para reforçar a indicação e a segurança das vacinas em geral contra covid-19 em pacientes com câncer, uma vez que o malefício de não se vacinar é significativamente maior”, afirma o oncologista e presidente da oncologia da Rede D’Or, Paulo Hoff.

A vacinação para influenza comprovadamente reduziu os casos de infecções graves em indivíduos considerados imunossuprimidos e, por isso, já vem sendo indicada rotineiramente para pessoas em tratamento e essa recomendação deve ser seguida. “Entretanto, não temos o mesmo tempo de experiência com a vacina para covid-19, porém sabe-se que indivíduos em tratamento oncológico com quimioterapia têm maior risco de desenvolver um quadro grave doença e, por este motivo a maioria das sociedades brasileiras têm recomendado a vacinação, independente do tipo de vacina, considerando as opções disponíveis atualmente”, afirma a oncologista da Clínica OncoStar, da Rede D’Or, Maria Ignez Braghiroli. 

Apesar da recomendação por parte da área médica, pessoas com câncer, transplantadas e demais pacientes imunossuprimidos, ou seja, quando tem os mecanismos de defesa comprometidos só poderão ser vacinados mediante apresentação de prescrição médica, conforme determina o Ministério da Saúde.

“De acordo com o Plano Nacional de Imunização, a vacinação para covid deve incluir indivíduos com diagnóstico de câncer em tratamento com quimioterapia ou que o fizeram o tratamento nos últimos seis meses, pois entram na lista de prioridades como comorbidades e devem seguir a recomendação adicional de manter um intervalo de 14 dias para outras vacinas, incluindo a gripe”, diz Maria Ignez. “Além disso, a maior parte das unidades de saúde solicita uma liberação médica para a vacinação. Então, a recomendação é que esse paciente consulte o seu oncologista”, completa.

Pacientes em tratamento ativo com quimioterapia têm mais chances de apresentar um quadro moderado a grave da doença, assim como idosos, obesos e hipertensos. A preocupação se dá porque muitas vezes quem faz quimioterapia pode ficar com a imunidade comprometida e, consequentemente, é mais suscetível a infecções no geral. “Por isso, para esses pacientes, a vacina pode salvar vidas e evitar complicações que podem prejudicar o tratamento oncológico”, explica. 

Há ainda algumas dúvidas em relação à administração da vacina para essas pessoas, mas a oncologista orienta que não há recomendações específicas formais quanto a intervalo de tempo para as infusões da quimioterapia e a administração da vacina. “Porém pessoas que apresentem febre ou sinais infecciosos, assim como neutropenia conhecida, que é um número baixo de neutrófilos (um tipo de glóbulo branco) no sangue, devem evitar se vacinar neste momento”, diz.

Pacientes em radioterapia não precisam esperar esse prazo entre as sessões para aplicar a vacina. Aqueles em planejamento cirúrgico devem aguardar alguns dias antes ou depois do procedimento. “É importante lembrar ainda que cada paciente é único e possui suas particularidades. Por isso, é fundamental conversar com o médico a respeito de qualquer necessidade específica”, orienta. 

Assim como outras vacinas, como a da influenza, em princípio, não há contra-indicações à vacinação com imunizantes de vírus inativos, como a Coronavac, a pacientes oncológicos ou em tratamento ativo. No Brasil, os dois imunizantes disponíveis para vacinação não possuem parte ativa do SARS-CoV-2. A Coronavac é considerada de vírus não ativo, enquanto a ChAdOx1, vacina da Astra Zeneca em parceria com a Universidade de Oxford, utiliza um vetor viral (adenovírus) não replicante, ou seja, não é capaz de se replicar e, por essa razão, é considerada inativada também.

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Saúde

Covid-19: mortes de grávidas e puérperas dobram em 2021

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O número de mortes de grávidas e puérperas – mães de recém-nascidos – por covid-19 mais que dobrou em 2021 em relação à média semanal de 2020. Além disso, o aumento de mortes neste grupo ficou muito acima do registrado na população em geral, segundo dados analisados pelo Observatório Obstétrico Brasileiro Covid-19 (OOBr Covid-19).

Uma média de 10,5 gestantes e puérperas morreram por semana em 2020, chegando a um total de 453 mortes no ano passado em 43 semanas epidemiológicas. Já em 2021, a média de óbitos por semana chegou, até 10 de abril, a 25,8 neste grupo, totalizando 362 óbitos neste ano durante 14 semanas epidemiológicas.

Segundo o levantamento houve um aumento de 145,4% na média semanal de 2021 quando comparado com a média de mortes semanal do ano passado. Enquanto isso, na população em geral, o aumento na taxa de morte semanal em 2021 na comparação com o ano anterior foi de 61,6%.

A professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e uma das criadoras do observatório, a médica Rossana Francisco avalia que o país precisa de políticas públicas direcionadas para a população de gestantes e puérperas para conseguir reduzir sua mortalidade. O OOBr Covid-19 usa dados do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) e, segundo a atualização mais recente, com números até 10 de abril deste ano, desde o início da pandemia foram confirmados 9.985 casos de covid-19 entre gestantes e puérperas, com 815 mortes.

Morte materna elevada

A médica, que também é presidente da Associação de Medicina e Obstetrícia do Estado de São Paulo (Sogesp), afirma que a morte materna no Brasil, em geral, é elevada e que havia uma fragilidade no atendimento às gestantes e puérperas dentro do sistema de saúde no país. Diante de elementos como a sobrecarga nesse sistema por conta da pandemia e o surgimento de variantes de covid-19 – que podem estar associadas a casos mais graves da doença -, há uma piora no atendimento a este grupo.

“Quando olhamos a situação da gestante e da puérpera, já temos uma rede de saúde que não é muito organizada para atenção a casos graves para este público, tanto que [o Brasil] tem uma razão de morte materna de 55 [mortes por 100 mil nascidos vivos], deixando claro que realmente temos uma dificuldade na atenção para a saúde da mulher, especialmente gestante e puérpera”, disse a médica. A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que a razão de morte materna seja menor que 20. 

A falta de acesso aos tratamentos da doença, como internação em unidades de terapia intensiva (UTIs) e intubação, foram apontados como alguns dos gargalos no atendimento a esse grupo. Os dados do observatório mostram que uma em cada cinco gestantes e puérperas mortas por covid-19 (23,2%) não chegaram a ser admitidas em UTIs e, em um terço das mortes (33,6%), elas não foram intubadas.

“Para falarmos de acesso, pensando em uma doença que é grave e respiratória, todo mundo deveria ter acesso à intubação orotraqueal e também à UTI. Só nisso, já vemos que tem uma deficiência nessa atenção à gestante e puérpera”, avalia Rossana. Segundo a médica, para diminuir as mortes é preciso haver ações com o objetivo tanto de prevenção da covid-19 neste grupo específico como para melhorar a rede de atendimento.

A médica orienta que essas mulheres façam isolamento social e usem máscara, além de destacar a necessidade de garantia para que gestantes e puérperas possam fazer seus trabalhos em home office. “Temos que primeiro dar publicidade a esses dados para que as mulheres conheçam e entendam que gestantes e puérperas são um grupo de maior risco do que a população geral. Quando elas pegam covid-19, o risco que elas têm de evoluir para uma forma grave e precisar de uma UTI e de uma intubação é maior do que temos na população geral”.

Além disso, um dos objetivos do observatório é que os gestores públicos possam ter uma base de dados com este recorte. A ferramenta permite a análise não só dos casos no Brasil, mas de forma separada por estados e por municípios. “Então que se fortaleça e que se organize a rede de atenção à gestante e puérpera para garantir que ela consiga ter acesso a uma unidade hospitalar que tenha terapia intensiva, que tenha obstetras especializados em gestação de alto risco e também o serviço de neonatologia adequado.”

Rossana disse que, no ano passado, o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) alertou que grávidas corriam mais risco de desenvolver formas graves da covid-19 na comparação com o total da população de mulheres. Segundo ela, a gestante tem um risco maior de precisar de uma internação em UTI, de precisar de intubação orotraqueal e até um risco maior de óbito.

Governo Federal

O Ministério da Saúde informou na semana passada, em coletiva de imprensa, que os municípios receberão R$ 247 milhões para prevenir a disseminação da covid-19 entre gestantes. De acordo com o ministério, os recursos deverão ser direcionados pelos municípios para custeio de hospedagem de grávidas e puérperas que não têm condições de isolamento domiciliar e distanciamento social e também para identificação precoce e o monitoramento de sintomas da covid-19, para qualificar o atendimento para o pré-natal, parto e puerpério e para o atendimento odontológico das gestantes.

 Além desse valor, a pasta informou que R$ 1 bilhão foi direcionado a gestantes, considerando investimentos feitos pelo governo em 2020 e 2021.

O secretário de Atenção Primária à Saúde do ministério, Raphael Câmara Medeiros Parente, acrescentou que a cepa P.1 do vírus, conhecida como variante de Manaus, mostrou agressividade maior em grávidas quando comparada com o vírus que circulava em 2020.

Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil

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Saúde

Brasil registra 1.347 óbitos e 30.634 casos de covid-19

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O Brasil contabiliza 374.682 mortes por covid-19, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta segunda-feira (19). Em 24 horas, foram registrados 1.347 novos óbitos pelas secretarias estaduais de saúde. 

A soma de casos acumulados é de 13.973.695. Entre ontem e hoje, foram notificados 30.624 novos casos de infecção. Os dados indicam também que 1.138.301 pacientes estão, neste momento, em acompanhamento. Outros 12.460.712, o correspondente a 89,2% dos infectados, já se recuperaram.

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil (19.04.2021).

Estados

São Paulo soma até o momento 2.750.300 pessoas contaminadas. Os outros estados com maior número de casos no país são Minas Gerais (1.281.421) e Rio Grande do Sul (922.550). Já o Acre segue com o menor número de casos (75.599), seguido de Roraima (93.790) e Amapá (103.374).

Em número de mortes, São Paulo também lidera, com 88.528 óbitos. Rio de Janeiro (41.418) e Minas Gerais (30.397) aparecem na sequência. Os estados com menos mortes são Acre (1.433), Roraima (1.445) e Amapá (1.477).

Heloisa Cristaldo – Repórter da Agência Brasil

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