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Neste sábado (3), os candidatos à Vereança – MÁRCIO RIBEIRO REIS E Co-Vereadora EDIMARA CELI – Movimento Live União e Poder – Candidatura Coletiva, realizaram mais um dia de debate e caminhada pelas ruas de Bangu, na Zona Oeste.

Na parte da tarde, os candidatos à Vereança pelo PDT, acompanhados do seu candidato a vice-prefeito, Anderson Quack, receberam lideranças em Padre Miguel, no Ilê Asé Oba Awo Ti Ina, que tem como dirigente Doné Aidê de Gbade. Para conversa com moradores, lideranças locais e de bairros adjacentes, ouvindo sobre as principais carências do bairro. Antes de formar a roda, fizeram gravação de vídeo para o jornalista Carlos Maia, e na sequência apresentação dos candidatos e falas dos convidados.

Anderson Quack, abriu a roda de bate papo ponderando sobre o Movimento Live União e Poder – Candidatura Coletiva. “O que nós vemos são mandatos individualistas. Mandatos que atendem à necessidade apenas do candidato ou da candidata, né? Acho que o Márcio e Edimara trazem de volta essa essência do mandato que é o mandato coletivo. Eles têm perfis diferentes, ajuda à complementaridade, um casamento perfeito da diversidade”, atestou

Edimara apresentou a proposta do mandato coletivo. “O mandato coletivo é uma forma de exercermos a democracia. Hoje é a melhor alternativa para que nós possamos realmente alcançar a representatividade do povo negro nos espaços de poder”.

A roda de conversa contou com grupo pequeno, em torno de 30 pessoas, devidamente afastadas, com máscaras e álcool, atendendo o protocolo sugerido pela OMS. No debate, o Prof. de jiu-jitsu Saint Clair, se emocionou quando apontou o descaso dos governantes com os esportes, relatou a dificuldade em manter alunos, onde atendia em torno de 600 crianças, em diversos polos, o que antes já era complicado, agravou com pandemia. “A casa está bagunçada, temos que entrar, senão, vai ficar mais bagunçado ainda”, sentenciou Saint Clair Cavalcante Pessoa – Discípulo do Mestre Fadda.

A terapeuta Ana Mendonça, também deu sugestões para os candidatos, para que fosse dando atenção à saúde da mulher negra. O músico e compositor Marquinho Sorriso também engrossava a ala de apoiadores, assim como Geraldo Coelho do Frente Favela Brasil. Márcio Ribeiro Reis, assumiu compromissos publicamente. “Quero dar atenção para o portador da deficiência, saneamento básico, entre outros. Nós temos um novo olhar para política e vamos conseguir transformar a cidade, porque é uma cidade muito importante”.

Logo após o bate papo, uma simbólica caminhada foi formada ao longo da rua. Em seguida partiram para Praça Bangu, mais fotos e conversa com moradores em frente da Paróquia São Sebastião e Santa Cecília, de 1908, 1ª igreja católica do bairro, é hoje, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional. “A igrejinha de Bangu, como é conhecida, sempre foi um point de juventude, já teve uma pista de skate, ali se reunia uma galera do rock, uma galera do funk, uma galera do samba. Bangu tem dessas coisas, mesmo não tendo mais essa pista, ainda cumpre seu papel, um lugar de convivência, um espaço importante para o bairro”, alegou Edimara Celi.”Nosso bairro possui um enorme potencial econômico e, assim como outros próximos, precisam de uma atenção especial. Uma gestão que consiga solucionar as demandas que há décadas atormentam a vida das pessoas”, finalizou Márcio Ribeiro Reis.

Fotos de Celso Oliveira
Redação
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