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Governo beneficia população da zona rural da Chapada Diamantina com a implantação de Sanitários Secos

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Governo beneficia população da zona rural da Chapada Diamantina com a implantação de Sanitários Secos

Na busca de soluções alternativas para o esgotamento sanitário no meio rural, a Secretária de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (Sihs), vem implantando, o uso do Sanitário Seco na Chapada Diamantina, experimentando uma nova tecnologia que, ao lado do conceituado Módulo Sanitário Domiciliar (MSD), sirva para auxiliar a expansão das unidades sanitárias no interior do Estado.

Esta tecnologia está sendo implementada pela Sihs, em parceria com o Instituto Água Viva, que viabilizou a doação e instalação de 60 módulos sanitários secos, nos municípios de Itaetê e Ibicoara. Trata-se de uma tecnologia sustentável, com um modelo de banheiro sanitário dotado de uma bacia sanitária seca, que promove a coleta e o tratamento dos dejetos humanos, em regiões onde os sistemas de saneamento coletivos convencionais não existem.

As implantações estão em andamento e já foram instaladas 30 unidades, beneficiando cerca de 100 pessoas nos Assentamentos Rosely Nunes, Poço Encantado, Florentina e Várzea Dantas, no município de Itaetê, na Chapada Diamantina. Além disso, foram realizadas três oficinas temáticas de capacitação nesses assentamentos no sentido de sensibilizar as famílias beneficiárias para a necessidade do desenvolvimento de novos hábitos sanitários e na utilização correta e total das unidades dos Banheiros Secos. Nos 24 meses seguintes à implantação, a Sihs fará o acompanhamento e monitoramento junto a essas famílias, para garantir o uso adequado e avaliar de perto os reais impactos dessa tecnologia. 

 O Titular da Sihs, Leonardo Góes, informa que essa é uma ação de baixo impacto ambiental para a região e contribui para melhoria da qualidade de vida da população, como também,  para a promoção da saúde local.” O uso de sanitários secos promovem o controle e prevenção de doenças ocasionados pelas condições de saneamento básico, solucionando não apenas problemas sociais, mas também ambientais, financeiros e de saúde, contribuindo para o aumento dos índices e da própria universalização do saneamento no Município”, destacou.

Fonte: Ascom/ Sihs

Pamela Simplício

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