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O secretário estadual da Educação Rossieli Soares esteve nesta sexta-feira (15) com os 91 Dirigentes Regionais de Ensino para discutir os desafios da Educação em 2021.

O encontro, que começou na última quarta-feira (13) e termina hoje, discute e orienta sobre temas como o planejamento pedagógico e os protocolos para a volta às aulas presenciais, o ensino híbrido, uso da tecnologia nas escolas, o Novo Ensino Médio e os serviços de atendimento disponibilizados para a comunidade.

“Quanto melhor se planeja, melhor se executa. Esse processo é fundamental para que as ações cheguem na ponta e possam favorecer o processo de aprendizagem dos nossos alunos”, disse o dirigente regional de Taboão da Serra, Reinaldo Inácio de Lima.

O secretário Rossieli Soares ressalta a importância do debate desses assuntos para que os alunos sejam bem acolhidos durante o retorno e em todos os dias do ano. “O currículo é fundamental para o desenvolvimento das crianças, mas elas também fazem parte de uma sociedade, por isso é preciso alinhamento entre todos os pilares para estar ao lado deles e das famílias de forma integrada”, comenta.

Em Penápolis, um dos municípios que também retornam com as aulas presenciais a partir do dia 1º de fevereiro na rede estadual, o dirigente Lucinei Aparecido Euzébio conta sobre como o evento vai ajudar na condução do ano letivo. “Sempre precisamos dessa interação com o grupo, conhecer as estratégias e dividir experiências”, conclui.

Retorno regionalizado

O calendário para a volta às aulas na rede estadual começa no dia 1º de fevereiro e o retorno ocorrerá de forma regionalizada, de acordo com os Departamento Regionais da Saúde, obedecendo aos critérios de segurança estabelecidos pelo Centro de Contingência do Coronavírus.

Nas duas primeiras semanas, as escolas receberão 35% de sua capacidade de alunos por dia. Após esse período, se uma área estiver nas fases vermelha ou laranja do Plano São Paulo, as escolas da educação básica, que atendem alunos da educação infantil até o ensino médio, poderão receber diariamente até 35% dos alunos matriculados.

Na fase amarela, elas ficam autorizadas a atender até 70% dos estudantes; e na fase verde, até 100%. Os protocolos sanitários devem ser cumpridos em todas as fases.

Já as instituições de ensino superior poderão funcionar na fase amarela com até 35% das matrículas, e na fase verde, com até 70%. Nas etapas vermelha e laranja, elas não estão autorizadas a funcionar. Cursos superiores específicos da área médica têm o retorno presencial autorizado em todas as fases do Plano.

PDDE-SP

Em todo o Estado, as 5,1 mil escolas estaduais receberam R$ 700 milhões por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola de SP neste ano de 2020. Essa verba foi destinada para manutenção e conservação das unidades para a volta segura das aulas presenciais. Mais 700 milhões já estão sendo liberados para os preparativos do ano letivo de 2021.

Ricardo Macario

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Redação
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