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A testagem para o novo coronavírus em estudantes, professores e funcionários de 21 escolas estaduais localizadas nos bairros de Cajazeiras e região, na capital, termina nesta sexta-feira (9). A ação contempla a comunidade escolar do Colégio da Polícia Militar (CPM) – Dona Leonor Calmon, no bairro de Fazenda Grande II e do Colégio Estadual Dinah Gonçalves, escola-polo de Valéria, que atenderá a sua própria comunidade escolar, assim como a do Colégio Nossa Senhora de Fátima.

Nesta quinta-feira (8), a testagem ocorreu de forma tranquila e sem aglomerações, com o atendimento direcionado às comunidades escolares do Colégio Estadual Eduardo Bahiana, localizado no bairro Fazenda Grande II, e do Colégio Estadual Noêmia Rêgo, no bairro de Valéria.

A testagem é desenvolvida pelas secretarias estaduais da Educação (SEC) e da Saúde (Sesab), com a aplicação de testes do tipo RT-PCR, que serão analisados pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). Além disso, as equipes de Saúde estão contando com a colaboração de estudantes residentes da Universidade do Estado da Bahia (Uneb). Este é o caso de Lilian Patriarcha, enfermeira residente em Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). “Tem sido uma experiência enriquecedora atuar neste trabalho de testagem, pois saí um pouco da rotina de UTI e estou gostando muito de colaborar neste processo”, revelou.

O estudante Lyan Santos, 14, 8º ano, do Colégio Estadual Eduardo Bahiana, foi um dos primeiros a serem atendidos. “Esta testagem é indispensável neste momento que estamos passando, pois, a partir dele saberemos se estamos com Covid-19 ou não, além de proteger as pessoas que convivem com a gente”, afirmou.

A estudante Evellyn Cristini Reis, 16, 1º ano, também do Colégio Estadual Eduardo Bahiana, disse que o atendimento foi ágil e seguiu todos os protocolos de saúde. “Esta é uma ação muito importante e agradeço muito pela oportunidade que estamos tendo de fazer e saber como está a nossa saúde. Gostei muito do atendimento, pois foi bem rápido, tranquilo e seguro”, disse.

A estudante Magali Vitória Oliveira, 13, 7º ano, do Colégio Estadual Noêmia Rêgo, também falou sobre a iniciativa. “Tem muita gente que não tem condições de pagar por um teste eficaz como este e é muito bom poder fazer de forma gratuita na escola. É essencial para as pessoas saberem se estão contaminadas e, caso estejam, vão ter o acompanhamento necessário para não contaminar outras pessoas, a exemplos dos familiares”, comentou.

Quem também fez o teste foi o diretor do Colégio Estadual Noêmia Rêgo, Edson Lima. “Esta ação, que parte do governador Rui Costa, mostra a sensibilidade em relação à comunidade escolar mostrando que não basta apenas a preocupação com o retorno às aulas e sim com a vida. Este teste vai nos dar uma certeza, principalmente, dos jovens que são vulneráveis e que podem estar com a doença sem apresentar sintomas”, destacou.

Fonte: Ascom/Secretaria da Educação do Estado

Milena Leal

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Redação
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