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Foto: Fernando Vivas/GOVBA

Mais 19 mil pessoas, alunos, professores e funcionários de 18 escolas estaduais de Salvador terminam, nesta quarta-feira (28), de fazer o teste para a Covid-19. Hoje os técnicos da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) se apresentaram no Centro Estadual de Educação Profissional em Gestão Severino Vieira, no bairro da Liberdade, para coletar as amostras e enviar ao Laboratório Central de Saúde Pública Profº Gonçalo Moniz (Lacen/BA). Nesta etapa, foram atendidos também colégios localizados na Caixa D´Água, Queimadinho, IAPI, Pero Vaz, Pau Miúdo, Cidade Nova, Curuzu, Soledade, Barbalho e Nazaré. Ao todo, em seis etapas de testes, já foram atendidos cerca de 27 mil baianos, em Salvador e no interior, com taxa de testes positivos entre 4,5 e 5%.

“Já foram três no interior e essa é a terceira em Salvador, onde já atendemos também o Subúrbio Ferroviário e Cajazeiras. Agora, estamos trabalhando na região da Liberdade. O próximo polo a ser testado ainda será definido. A definição dos polos passa por uma avaliação do comitê”, explicou o superintendente de Articulação dos Núcleos Territoriais da Secretaria de Educação do Estado (SEC), Helder Amorim.

Amorim também ressaltou que, com essa ação, o Governo do Estado adquire uma visão de como o coronavírus está atingindo a sociedade. “Escolas são locais de aglomeração e, voltando as aulas, existe o risco de contaminação. Então é preciso entender como está acontecendo, qual o nível de infecção, e isso difere de região para região. Os testes ajudam a gente a criar protocolos de segurança mas eficientes para que a gente possa garantir um retorno às aulas mais seguro”.

O estudante do 8º ano, Gabriel Vítor dos Santos, 13 anos, afirmou porque é importante realizar o teste, mesmo com as aulas suspensas. “É uma forma de nos proteger, de proteger nossas famílias, nossos parentes e amigos mais próximos, que estão perto da gente”.

O professor do curso técnico de Administração e Logística Leandro Teixeira também fez o teste. “Eu acho que é uma questão de política pública. Era um anseio da comunidade escolar fazer esses testes. Já existe uma demanda para o retorno das aulas e esta ação atrai os alunos, os pais, os professores. Serve também para avaliar se o retorno pode ser realizado, com todos os protocolos de segurança. Eu, enquanto professor, formador de opinião e de cidadãos, vim cedo, chamei os meus alunos para que todos tenham a segurança de saber se está protegido ou não”.

Repórter: Raul Rodrigues

Milena Leal

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Redação
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